Jonas Brothers transando?

Apesar de eu escrever muita besteira por aqui, esse ainda é um blog que respeita as tradições e princípios da familia brasileira. Quer ver vídeos dos Jonas Brothers transando? Esse não é o melhor lugar pra procurar. Safadinho.

Q

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As revistas masculinas deveriam adotar a Realidade Aumentada

Sabe o que seria genial? Alguma revista tipo a VIP ou a Playboy começar a investir em Realidade Aumentada. Sério, isso mudaria completamente a forma como nós, homens, encaramos a atual fase das revistas masculinas.

Imagina só que coisa foda se ao folhear a sua VIP com as “twitters” brasileiras, você posicionasse a foto da Mírian Bottan e, no seu lindo monitor, ela começasse a dançar e fazer uma strip? Cara, web 2.0, Mané!

Não digo por mim, mas por todos aqueles que não mais investem a sua grana em revistas educativas para homens por não ter a menor graça. É esse tipo de situação desagradável que faz aumentar os números da pirataria. Graças ao Castrezana eu nem passo mais em bancas de revistas para conferir as últimas novidades do mercado de bundas brasileiro.

Mas com a tal da Realidade Aumentada? Outra coisa. High Five! Imagina lá você sentado em frente ao seu PC, folheando a revista (ou as páginas que ainda abrem) e posiciona o código?

Tipo, uma foto como essa da Fran em realidade aumentada:

Oie! xD

Oie! xD

Rebolando, saca? Toda te querendo.

Essa seria uma puta inovação no mercado editorial de revistas masculinas. Seria a revolução cara, a salvação de revistas como a Playboy, que de uns anos pra cá se tornou tão erótica quanto Meninas Super Poderosas.

Fica aí a dica para a equipe de Pesquisa e Desenvolvimento dessas editoras. Realidade Aumentada é o caminho, a luz e a verdade. Façam bom uso dessa idéia.

Grato.

Admirável mundo novo…

É realmente um novo tempo. Eu, que sou novo, estou presenciando um fenômeno nunca antes visto. É chegada a hora do Brasil mostrar a sua cara, digo, o seu avatar.

Acredito que até hoje não houve nenhum protesto desses modernos, pela internet, que tenha tirado algum governante do poder. A galera se mobilizou e conseguiu emplacar a “hashtag” #forasarney no Twitter.

Ok, não foi nada espontâneo e só conseguiram isso depois que as celebridades da TV migraram para a ferramenta e apoiaram o protesto “legítimo” da geração Danoninho.

Dito isso, posso concluir (pessoalmente) duas coisas:

Os formadores de opinião do Twitter e blogs não formam tanta opinião assim…

As celebridades enxergam no Twitter uma fonte inesgotável para figurarem em portais de notícias e fofocas.

Ou seja: não deu em nada.

Social Minas - Uma visão do cenário das mídias sociais em Minas Gerais

Eu fui =D

Eu fui =D

O mercado mineiro pode ainda ser pequeno, os clientes podem estar descobrindo agora, mas de uma coisa não dá pra fugir: Minas Gerais está muito bem servida de agências digitais e com profundo conhecimento em mídias sociais. Foi essa a impressão que tive ao participar do primeiro Social Minas - evento organizado pela AMADi - Associação Mineira das Agências Digitais.

Estudos de caso, painéis, palestras sobre as mídias sociais e uma platéia repleta de pessoas que gostam, estudam e atuam na área. O primeiro evento totalmente mineiro voltado para o estudo das redes sociais.

Tentarei passar de forma bem resumida as minhas impressões sobre o evento, palestrantes e citar os principais pontos abordados.

Ao chegar ao evento, os visitantes recebiam um kit contendo uma caneta, duas folhas de papel (nem todo mundo é “guique” e não possui um notebook ou um Iphone), dois cartões de “crédito” para acessar o Sonora, do Terra, um botton da AMADi, um cupom para ganhar 50% de desconto em cursos do IPEC  e um flyer do mesmo.

O evento foi realizado no auditório do Campus JK do Centro Universitário Newton Paiva. Lugar grande, aconchegante e com uma excelente infra-estrutura. Porém, as tomadas eram escassas e as poucas que eu vi já estavam sendo utilizadas, o que queria dizer que, dentro de duas horas, eu teria que desligar meu notebook.

A galere no evento

A galere no evento

O evento começou pontualmente as 09:25 com apresentação de Saulo Medeiros, sócio-diretor da agência 5Clicks e atual presidente da AMADi. Como manda o protocolo, apresentou a associação, seus membros, objetivos e etc. Agradeceu aos patrocinadores do evento e deu início às palestras.

O primeiro palestrante do Social Minas foi André Fonseca, fundador da Dito Internet e mostrou o atual momento das mídias sociais e como trabalhar nesse meio. Segundo André, as mídias sociais se baseiam em monitoramento, relacionamento e produção de conteúdo.

André Fonseca

André Fonseca

Veja os slides da apresentação de André.

Em seguida foi a vez das “meninas” Letícia Lira, Raquel Horta e Raquel Camargo participarem de um painel sobre as mídias sociais. Cada uma representando, digamos assim, um segmento: Letícia Lira representando o cliente (Vivo) , Raquel Horta a agência (Mapa Digital)  e Raquel Camargo pesquisadora (Twitter Brasil).

O trio. Letícia Lira, Raquel Horta e Raquel Camargo

O trio. Letícia Lira, Raquel Horta e Raquel Camargo

A dinâmica do painel foi bem interessante. A pergunta tema era apresentada e cada uma das participantes falava um pouco sobre o assunto.

O foco principal que permeou todo o painel foi a importância do planejamento em ações de mídias sociais.

As marcas já estão nas redes sociais antes mesmo de se darem conta. Como lidar com isso? Planejamento, pesquisa, diálogo, interação e entrega de conteúdo relevante. Esse é um ambiente onde as marcas, primeiro escutam, e depois se manifestam.

Outro ponto abordado foi a falta de unidade entre comunicação online e offline. Foi consenso entre as palestrantes que deve existir unidade. O planejamento, desde o primeiro momento, deve envolver o que será feito no mundo real e no mundo virtual. A internet não é “sobra de verba”.

Apresentação de Letícia Lira.

Como eu estava gripado e morrendo de febre, o evento terminou pra mim durante o Coffee-break. Mas teve prosseguimento com a palestra de Lou Martins da Cubo.cc apresentando alguns cases, que você pode conferir no search do Twitter.

Lou Martins

Lou Martins

Balanço final

Por ser o primeiro evento mineiro tratando exclusivamente sobre mídias sociais, o resultado final foi extremamente positivo. O evento valeu cada centavo dos R$ 30 investidos e deu a oportunidade para quem compareceu, conhecer melhor o que vem sendo feito em mídias sociais em MG e Belo Horizonte, conhecer as caras desse mercado e, principalmente, conhecer novas pessoas e futuros parceiros de profissão, o famoso “networking”.

Esse evento mostra que a AMADi está disposta a mudar o cenário da publicidade em Minas, mostrando a clientes e outras agências a força das mídias sociais e o retorno que elas geram se bem planejadas e elaboradas.

Já estou aguardando o próximo!

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Flashmob em homenagem ao Michael Jackson

Im Bad!

Im Bad!

Seguindo a idéia de todos os outros fãs, assim como eu, bora pra Praça Sete hoje as 18 horas fazer um Moonwalk e sair fora??

É o mínimo que nós, fãs do Michael Jackson, podemos fazer como uma última homenagem ao rei do Pop.

Então é isso:

Praça 7 - Belo Horizonte
18h

Moonwalk Michal Jackson

O moonwalker final…

michael-jackson-thiller

Rest in Peace, Jacko.

Esse é um daqueles momentos em que nada que se escreve faz algum sentido ou expressa o verdadeiro sentimento que permeia a mente de quem escreve. É um daqueles dias onde, em questão de horas, o mundo como você o conhece muda de tal forma que você pára e pensa: por que?

Lembro quando eu era bem novinho,  lá pelos meus 4 ou 5 anos de idade e via na TV aquele cara com roupa brilhante, luva em uma das mãos e um sapato brilhante e mágico que o fazia deslizar como se estivesse flutando a alguns centímetros do chão.

Esse cara era o Michael Jackson. Esse foi o meu primeiro contato com o famoso Rei do Pop. Na época o cd de trabalho dele era Dangerous, mas não era difícil vez ou outra assistí-lo fazendo a sua marca registrada, o moonwalk em algum vídeo ou show na TV.

Ah o moonwalk. Ou como eu chamava naquela época, “passinho que desliza para trás”. Acredito que todo mundo já tentou executá-lo pelo menos uma vez na vida. Fiquei anos a fio tentando entender qual era o mistério por trás daquele passo incrível de dança. Quando não consegui, cheguei a conclusão de que não havia como fazer igual, era mágica. A mágica do Michael Jackson.

Mas aí, em 2003, no meu segundo ano colegial conheci o Fabiano. O cara era fã de carteirinha do Michael. Colecionava posters, reportagens, vídeos e tudo o mais que você imaginar. E o melhor de tudo: ele fazia Cover do Michael em apresentações. Ou seja, o cara dançava praticamente igual. Praticamente, porque igual não tem como.

Quando fiquei sabendo disso a primeira reação foi: “Cara, manda um moonwalk ai pra mim ver”! Dito e feito. O Fabiano foi lá e fez, com uma perfeição tremenda. Na mesma hora implorei para que ele me ensinasse. Após algumas semanas eu já dominava o básico do Moonwalk e, enquanto trocava de roupa após a aula, aproveitava os minutos so de cueca e meia e praticava o “passinho de deslizar pra trás”. A primeira vez que acertei foi inesquecível, e desde então, sempre que tenho a oportunidade faço o tal passo nas pistas de dança.

Mas ai, com o tempo, Michael Jackson não era mais o mesmo. Cada vez mais recluso e cheio de polêmicas, aparecendo vez ou outra em público e sem nada inédito desde 2001. Mas o que isso importava? Nada. Eu tinha internet, tinha computador e tinha o KazaA.

Guardado com todo o carinho até hoje em meu HD, tenho todos os cds já lançados por Michael Jackson, incluindo seus Greatest Hits ou coletâneas,  como a última lançada no ano passado: The King of Pop. E vou mais além, também tenho todos os álbums regulares do Jackson Five e alguns outros lançamentos incluindo coletâneas da Motown.

Por que isso tudo? Eu achava o cara foda em todos os sentidos.

Pedófilo? Não sei dizer. Quem poderia dizer isso era o garotinho, mas sabe como é. Crianças nunca mentem.

Não importava se o cara era julgado ou aparecia cada vez mais bizarro. Ele ainda era o Rei do Pop, “O” Michael Jackson.

No último ano tivemos a notícia de que o Rei voltaria com tudo. Uma turnê já estava marcada e, somente em Londres, 50 shows agendados para a segunda metade de 2009. He’s Back. E acreditei em cada segundo que Michael Jackson voltaria com tudo. Retornaria ao trono que é seu por direito e que nunca foi ou será ocupado por outro artista.

De repente, e não mais do que isso, chego em casa em uma quinta-feira e me deparo com a notícia de que Jacko havia falecido. Como assim? A primeira reação foi pensar que não passava de um outro hoax como aquele que mencionava a morte de Silvio Santos.

No Twitter só se falava disso. As informações eram desencontradas. Na Globo anunciava que ele havia sofrido um enfarto. No Twitter, ele já estava morto. Nos portais de notícias havia a informação de que fora confirmada a sua morte por fontes, mas nada oficial.

Até que mudei de canal e coloquei na CNN. De fato, a mensagem Michael Jackson is dead estava na tela. Era difícil acreditar. Um dos caras que marcou a minha infância morto, de repente. Não chorei, não fiquei traumatizado mas, inevitavelmente o meu dia perdeu toda a graça. Fiquei triste, desanimado.

Eu realmente esperava um dia ver o Moonwalker pessoalmente, mesmo que capenga por causa da idade, mas ali, executado pelo mestre. Não foi dessa vez. Michael Jackson deu o seu Moonwalk final e, como todo rei, saiu de cena com todos os holofotes em cima dele.

Seu lugar jamais será ocupado por outro “cantor pop”. O cara era único. Era talento puro. A história não nega.

O mundo perdeu um grande artista. Performático por natureza, estrela por natureza e, acima de tudo, humano. Como eu ou você e, sendo assim, não julguemos o cara. Ele teve os seus problemas da mesma forma que eu e você temos os nossos. Deixemos que as boas lembranças permaneçam.

Deus abençoe o Youtube e as redes P2P. Graças a elas o legado de Michael Jackson estará a salvo para as futuras gerações.

E os papertoys do Pitágoras? Publieditoriais em blogs de grande audiência ou em nichos específicos?

papertoy

Ainda na onda do Social Minas, durante o painel com a presença de Raquel Camargo, Leticia Lira e Raquel Horta, (o post tá quase saíndo, mas é muita coisa pra falar, então esperem mais um pouco) um comentário feito pela última tocou em um ponto bastante abordado por quem entende de mídias sociais: a validade de publieditoriais e a relação entre nichos x audiência.

Recentemente a agência mineira Solution, que cuida da conta da faculdade Pitágoras, lançou a campanha do Vestibular 2009 e o carro chefe são os paper-toys das profissões.

Seria só mais uma ação publicitária de uma agência mineira se não fosse o fato de ser a primeira (que eu saiba) a investir em publieditoriais em vários blogs conhecidos e de grande acesso. Se você procurar, irá encontrar posts sobre o hot-site da ação em blogs como Sedentário, Bobagento, Jacará Banguela e Jovem Nerd.

Fato que a audiência desses blogs somada é absurda e, em uma primeira análise, o retorno em cliques direcionados para o hot-site seria considerado um sucesso. Mas aí eu faço uma pergunta: esses blogs atendem o nicho cujo público-alvo da campanha reside?

Na Internet cliques não querem dizer nada se não forem convertidos. Os links nesses blogs podem gerar uma visitação enorme, e vários posts sobre em blogs de menor audiência, provavelmente influenciados pelos blogs citados acima, considerados formadores de opinião. (Uma rápida busca no Google Blog Search nos mostra até o momento 43 resultados no último mês para “Paper Toys Pitágoras”). Mas até o momento eu não vi nada repassado de forma espontânea em outras redes sociais como o Twitter (8 citações apenas).

No Orkut a coisa parece mais movimentada graças aos perfis dos “paper-toys” que interagem com os usuários, o que é bem interessante já que, como todos sabem, é a rede social mais movimentada no Brasil.

Infelizmente não encontrei o perfil dos personagens no Twitter. Somado à divulgação em blogs e Orkut, um perfil para cada personagem também no Twitter, a meu ver, potencializaria a campanha permitindo uma maior interação entre público/personagens.

Apesar da boa utilização do MSN na campanha, ninguém do meu Messenger está utilizando o pacote de imagens de exibição disponibilizado no hot-site.

Mas voltando ao assunto dos blogs, e o principal? Essas milhares de visitas estão se convertendo em inscrições para o vestibular? Os alunos que estão se formando esse ano, ou aqueles que já se formaram e estão fazendo o vestibular agora estão se inscrevendo?

Os autores dos blogs e os criadores da campanha que me desculpem, mas o perfil de uma boa parte dos visitantes de alguns desses blogs são usuários vindos do Google que não tem o menor interesse em ler algo que não esteja relacionado à sua busca específica.

Acredito que esse é o tipo de campanha que funcionaria perfeitamente em um blog como o Que-Diabos. O Luke está terminando o terceiro ano agora, está sofrendo a pressão do vestibular e o principal - o público dele está na faixa etária exata de quem fará a prova agora, além dele ter o perfil do nerd que se amarra em paper-toys.

Uma grande audiência nem sempre é o mais importante

Tanto agência quanto cliente merecem os meus parabéns por, em primeiro lugar, acreditarem no poder dos blogs e por criar uma ação diferente, que sai da mesmice que as outras faculdades tem veiculado ultimamente.

A ação é extremamente válida por ser um dos primeiros cases mineiros que utilizaram os blogs como força pulverizadora de informação. Os paper-toys também, ao que parece, são um sucesso. Mas vamos ver o índice de inscritos no vestibular para mensurar o sucesso da campanha.

O Twitter tomou o lugar dos blogs. Pelo menos em seminários sobre mídias sociais.

No último sábado, dia 20 de junho, foi realizado no auditório da Newton Paiva o primeiro “Social Minas”, evento organizado pela Amadi - Associação Mineira das Agências Digitais. Como o próprio nome diz, o evento foi o primeiro voltado somente para as mídias sociais em Belo Horizonte.

O post sobre o evento e os principais tópicos abordados vem depois.

Agora eu quero falar sobre a nova “vedete” das mídias sociais: Twitter.

Em toda palestra, evento ou painel sobre mídias sociais, o Twitter será a ferramenta mais abordada e analisada pelos próximos meses. O que antes era ocupado pelos blogs, agora dá lugar para algo mais imediato e com novas possibilidades.

Hoje em dia tudo no Twitter vira case. O primeiro apartamento vendido, a padaria que envia uma mensagem quando sai pão quentinho, a campanha de Obama, a batalha entre Ashton Kutcher X CNN pelo primeiro “milhão de seguidores” e até mesmo as eleições presidenciais no Irã mostram o poder da ferramenta.

Atualmente 140 caracteres são suficientes para gerar repercussão no mundo inteiro, principalmente pela facilidade de poder enviar mensagens para o serviço de microblogging pelo celular. Quer algo mais urgente que isso?

No campo do jornalismo, grandes “furos” de reportagem aconteceram primeiro no Twitter, como o caso do avião que pousou no rio Hudson. As eleições no Irã deixaram a ferramenta ainda mais em evidência graças ao seu uso por manifestantes que, confrontados pela polícia e com a censura aos meios de comunicação como blogs e sites, encontraram uma forma de se comunicar e mostrar ao mundo através de twitts o que está acontecendo no país.

O que faz da ferramenta a protagonista dessa nova forma de comunicação?

Acredito que a capacidade de interação proporcionada. Você pode seguir milhões de pessoas e ser seguido por outro milhão. Mas a possibilidade de filtrar quem você segue, fugindo do modelo popularizado pelo Orkut de reciprocidade, faz com que você absorva somente o que é relevante para você.

Pessoas com os mesmos gostos, contatos profissionais, perfis de empresas. Você encontra de tudo no Twitter e com isso, as marcas querem estar presentes na ferramenta.

O Twitter tem se mostrado um dos melhores termômetros para analisar o que os consumidores pensam de suas marcas graças a sua busca em tempo real, além da possibilidade de estabelecer um contato mais íntimo com os seus consumidores.

A publicidade já começa a explorar a ferramenta e a descobrir formas de utilizá-la maximizando o alcance de campanhas on-line e integrando-as com outros meios. Por outro lado existem aqueles que desejam uma forma de monetização da ferramenta, tal como Marcelo Tas e seus twitts patrocinados pela Telefônica.

É incrível pensar como algo tão simples como um “site” onde você, a principio, responderia a uma simples pergunta (”What are you doing?”) se tornou algo tão grande, movimentando palestras, debates e painéis sobre mídias sociais.

Ainda mais incrível é o fato de que todo mundo quer fazer parte. Empresas, pessoas, bandas. Hoje em dia todo mundo quer ter um perfil no Twitter. Ler e ser lido pelo maior número de pessoas e o principal, ser relevante.

Não dá para negar que o passarinho é a bola da vez. Todo o estudo em cima da ferramenta é válido. Suas aplicações, capacidade de disseminação, utilização por empresas, marcas e até mesmo jornais criando uma ponte entre a ferramenta e blogs, sites e canais do Youtube. O Twitter ainda é novo e até o momento ninguém utilizou ou descobriu todo o seu potencial, o que nos incentiva a inovar, experimentar, errar e acertar nesse novo meio.

No momento a revolução não vai passar na TV, mas provavelmente será feita em 140 caracteres.

Sobre diplomas, jornalismo, publicidade e blogueiros…

Oi, to rico, risos.

Oi, to rico, risos.

O assunto do momento é a decisão pela não obrigatoriedade do diploma de jornalista. Eu não sou jornalista e acredito que não é um diploma que te faz um bom ou mau jornalista. É a experiência, o faro, o tal do dom pra coisa. Mas, por outro lado, como estudante deve ser frustrante você perder aquela garantia de que sim, você é um cara formado e devidamente capacitado para atuar na área.

Historicamente, grandes jornalistas não eram formados, da mesma forma como acontece no mercado de publicidade. Grandes nomes da publicidade brasileira eram formados, por exemplo, em letras. O cara sabia escrever bem, mas não dominava toda aquela teoria que a gente aprende na faculdade. E daí? Hoje em dia esses caras são os mesmos que a gente estuda dentro da sala de aula.

Um dos maiores redatores brasileiros formado em... Educação Física!

Um dos maiores redatores brasileiros formado em... Educação Física!

Acredito que o principal motivo para tanta repercussão é a importância que o jornalismo tem frente à sociedade. O jornalismo tradicional. Hoje em dia, querendo ou não, toda pessoa é um jornalista em potencial. Pode não dominar a arte de escrever uma matéria com isenção ou não ter o faro para notícias ou cultivar fontes e contatos, mas como produtor de conteúdo, ele tem todas as ferramentas a disposição.

A diferença desse jornalismo “social” para o jornalismo tradicional é que, o cara formado, que passou quatro anos estudando a história da comunicação, do jornalismo, técnicas e como funciona uma redação, está mais bem preparado para lidar com essas questões do que o cara que faz isso apenas porque gosta, sem nenhuma pretensão.

Outro dia eu estava pensando sobre essa questão do diploma, mas voltado para a área de publicidade. Tenho visto um grande número de blogueiros que não são formados em publicidade atuando em agências. Por um lado, é frustrante. Realmente frustrante. Mas por outro, às vezes o cara tem mais experiência para atuar em determinada área do que um recém-formado. Principalmente no caso de agências que trabalham com mídias sociais.

Vejo que algumas optam mais por pessoas influentes ao invés de pessoas formadas. É algo que não tem como lutar, serão sempre dois lados da moeda. O lado de quem investiu quatro anos de sua vida em aprendizado, teorias, técnicas e estágios e por outro, o lado do cara que desde sempre atuou como jornalista ou “agente de mídia social” e não tem um diploma que o ateste como especialista.

Um pedaço de papel não te qualifica para nada. O que conta é o quão bem você executa a sua tarefa. Para isso, basta gostar. Não precisa, necessariamente, ter um diploma. O bom do diploma é que agora ninguém tem desculpa pra te pagar como estagiário!

:roll:

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