O Melhor do Natal
O natal já está chegando. Faltam só 2 meses e alguns dias para a tão esperada data. O nascimento de Jesus, o espírito fraterno, Papai Noel e presentes. O natal é a data da reunião, renovação e esperança na vida. Passamos o ano inteiro esperando o dia 25/12 para ceiarmos com a família, abrirmos o presente grande com o nosso nome e descobrirmos que na verdade eram várias caixas e só um par de meias lá dentro.
O natal tem toda uma simbologia cristã que prega a paz, a igualdade e a fraternidade. Isso para as pessoas comuns.
Pra mim, o Natal se resume à edição especial de 3 litros de Coca-Cola. Hummm… O saboroso líquido negro que faz qualquer comida descer melhor. O refrigerante das massas, mas que é meu, só meu. A Coca-Cola é o verdadeiro espírito natalino. O natal não deveria representar o nascimento de Jesus e sim a data especial em que somos presenteados com 1 litro a mais do que estamos acostumados. Aquela garrafa dourada, com o Papai Noel ou o Ursão no rótulo, gelada, estupidamente gelada que até soa. Aquelas gotinhas de água escorrendo pela garrafa e a tampinha vermelha lá em cima.
O abrir da garrafa é uma ocasião a parte. Aquele tsssss do gás saindo faz a nossa mente pensar em milhões de coisas ao mesmo tempo. Vou beber com o que? Vou beber comendo biscoito? Vou beber comendo spaghetti? Não importa, pois, qualquer combinação é Coca-Cola + alguma coisa.
O derramar do líquido sagrado no copo. Aquele clop clop clop do copo se enxendo e nos aproximando do contato mais próximo que teremos com Deus. Um gole. Apenas um gole e todo o resto pára (Exceto quando beijo a namorada, ai é outro assunto). As bolhas farfalhando dentro do copo e aqueles pequenos respingos batendo no lábio superior fazem a experiência de tomar Coca-Cola algo único na nossa vida.
Por mim o Natal não precisaria de presentes. Só de Coca-Cola Edição Especial de 3 Litros.
Obrigado Jhon Styth Pemberton, por ter criado o melhor refrigerante do mundo!
O mercado dos blogs: Será que um dia a bolha vai estourar?
Quando os blogueiros descobriram que poderiam ganhar dinheiro com os blogs, deram início a um crescimento desenfreado da blogosfera brasileira. Antigamente as pessoas criavam blogs com o intuito de escrever sobre sua vida, ou sobre temas que gostavam, e somento por isso. Hoje as pessoas criam blogs pensando justamente onde encaixar os anúncios do Adsense, os banners de afiliados e em quanto tempo as agências começarão a procurá-los.
Com essa mentalidade, temos um crescimento exponencial do número de blogs, porém a qualidade cai a medida que esse número cresce. As pessoas não criam blogs mais para postar conteúdo novo, interessante e relevante, e sim para postar hypes e ganhar em cima dos para-quedistas. Os blogs estão caindo na mesmice. A blogosfera brasileira não anda nada criativa e inovadora.
Quando surge algo “novo” por aqui, geralmente é uma versão abrasileirada de algum outro blog que fez sucesso lá fora. Os blogs criativos de fato, porém, têm de competir com os blogs mais relevantes, que, hoje em dia, já não possuem a qualidade de antigamente. O reflexo disso pode ser justamente a facilidade em se ganhar dinheiro com essa ferramenta.
Penso que em algum momento, essa bolha dos blogs vá estourar. Novas ferramentas vão surgir e se popularizar. Os blogueiros que estão no topo, vão continuar no topo. Os que estão por baixo da onda, serão dizimados e consequentemente migrarão para novas ferramentas, e assim por diante.
Claro que isso é fruto da minha cabeça e eu não possuo conhecimento técnico nenhum para afirmar que isso irá ou não acontecer. É apenas algo que eu penso, e vejo que tem chances, se continuar da forma como está. Blog é uma ferramenta com um potencial tremendo, mas pelo menos no Brasil, não é utilizada em toda a sua potencialidade.
Veja por exemplo a blogosfera americana relatada no livro Blog – Entenda a Revolução que vai mudar o seu mundo. Hugh Hewitt nos conta como foi o surgimento da blogosfera americana e a sua participação decisiva no processo eleitoral de 2004. Blogs derrubaram candidatos e jornalistas. No Brasil, a nossa blogosfera se destacou por bloghits, vídeos engraçadinhos e imagens batidas.
Falta profissionalização do blogueiro. Se quer que o blog seja tratado como uma mídia séria, primeiro seja sério. Se leve a sério e trate o seu blog como um negócio. Empresas têm 50% de chance de darem certo e 50% de chance de não saírem do lugar. Com os blogs é a mesma coisa. Basta empenho, inovação e criatividade. Não vá esperando que seu blog será reconhecido da noite para o dia, principalmente se o seu conteúdo for o mesmo que os dos blogs grandes e com maior audiência.
Algumas categorias de blogs já estão ficando saturadas. Creio que essas serão as primeiras a serem atingidas caso ocorra essa bolha que mencionei. Blogs de humor são relativamente fáceis de criar. A estrutura é a mesma: Notícia de mídia tradicional + comentário engraçado, Imagem Engraçada + comentário, Vídeo engraçado + comentário. Isso não é humor basicamente. Se utilizasse o dia-a-dia como base pra discorrer um texto sobre humor, aí sim.
Ter um blog que o conteúdo seja totalmente original requer tempo e dedicação. O processo de criação é árduo e tortuoso. É claro que a audiência de blogs que se baseiam unicamente em texto é bem menor do que os blogs que trabalham com imagens engraçadas, vídeos, hypes e etc. As pessoas, exceto aquelas que procuram por informações específicas, não querem ficar minutos lendo um texto e refletindo sobre aquilo. Querem simplesmente ver uma imagem engraçada, rir e sair da página.
Esse processo de navegação é definido por Pierre Lévy como “Pilhagem”. O internauta vai navegando de link em link consumindo aquela informação sem ter algo em específico para consumir. Esse é o público médio dos blogs. De links em links, as pessoas vão absorvendo o que lhes é apresentado e não buscam por algo específico, o que é o caso de quem acessa blogs basicamente de textos.
O que eu divaguei por essas linhas e sintetizo agora é o seguinte: A blogosfera brasileira precisa se reinventar. Ela já está saturando e o que surge hoje em dia é só um mais do mesmo. Os que estão consolidados, estão e continuarão no topo até que algo inédito seja criado. Os blogs nos permitiram sair da mesmice da televisão, rádio, jornais e revistas e nos deram um leque bem maior de opções e onde procurar informação. Mas, da mesma forma que aconteceu com os outros veículos, os blogs estão tomando o mesmo caminho. O da padronização e uniformidade da informação.
Faça algo novo, criativo, que desperte o interesse da blogosfera, dos formadores de opinião. Apesar de muitos ainda prezarem pelo “mimo” dos que surgem, como tirinhas citando blogs, algo criativo sempre é bem visto por quem realmente procura repassar informações de qualidade. Sobreviver de blog é um desafio, e assim como empresas pequenas cresceram porque inovaram, com os blogs é mesma coisa.
Gustavo Cardoso – criador do desembucha
Como prometido no post de aniversário do blog, trago aqui uma pequena entrevista feita com Gustavo Cardoso, um dos criadores do site desembucha.com, primeiro sistema de publicação e hospedagem de blogs brasileiro.
Para quem não sabe, o desembucha surgiu no ano de 2001 (veja o post do Gustavo falando sobre), como um projeto pessoal, que hospedaria somente blogs de amigos e parentes. Como os blogs estavam se popularizando na época, o projeto logo tomou proporções maiores, mas devido ao aumento de blogs hospedados, manter o servidor se tornou muito caro para um serviço que era gratuito e não gerava receita.
Um projeto que poderia ter dado MUITO certo se tivesse recebido investimento na época, como é feito hoje em dia.
Vale lembrar que foi o primeiro serviço brasileiro de hospedagem com sistema próprio. Desenvolvido pelos criadores. Imagina se a parada tivesse dado certo? Quem sabe não teríamos o nosso próprio WordPress brasileiro?
Considerações: Eu não sou jornalista, logo, não reclamem das perguntas 😉 .
Entrevista com Gustavo Cardoso
– Como você vê os blogs hoje em dia? Mudou muita coisa em relação à sua época? Tornou-se mais comercial?
Nãolembro de existirem blogs comerciais na época em que criamos o Desembucha.com. Naquela época, se as pessoas desejavam ganhar dinheiro com a internet, elas criavam seus sites e os blogs, quando presentes nestes sites, eram apenas mais uma seção, utilizada para falar de atualizações, etc.
De uns tempos pra cá surgiram vários blogs criados com fim comercial, mas imagino que grande parte das pessoas que criam blogs atualmente ainda o fazem pela vontade de publicar seus textos e coisa e tal. O problema que vejo nesses blogs comerciais é que todos apresentam mais ou menos o mesmo conteúdo: links e vídeos mais populares do momento.
– O que você acha de condomínios de blogs como o Interney e o BlogueIsso? Você acredita que se naquela época, os blogs fossem vistos como mídia, o Desembucha poderia ter continuado na ativa?
Acho a idéia bacana. Criamos originalmente o Desembucha.com pensando inicialmente no nosso uso pessoal, disponibilizando-o depois para uso por amigos e família. Era para ser algo pequeno, um pouco como esses “condomínios” que você citou, mas sem objetivo comercial. Acabou que o projeto cresceu e deu no que deu.
Em relação aos blogs serem vistos como mídia, não acho que isto salvaria o Desembucha.com porque não tínhamos um plano de negócios. O modelo de banners já estava falindo e não queríamos cobrar assinatura dos nossos usuários, como alguns sites faziam na época.
– O Adsense ajuda ou atrapalha? Voltaria com o Desembucha.com.br utilizando as novas ferramentas de monetização?
Acho que não ajuda nem atrapalha. Pra falar a verdade, acho que só o Google deve ganhar dinheiro com isso 🙂 Em relação a voltar com o Desembucha.com, se o fizéssemos tenho a impressão de que não o faríamos nos apoiando nessas ferramentas, porque não acho que elas devem dar o retorno que prometem, porque depender de cliques é complicado, já que os usuários normalmente não clicam em propagandas. Se fosse para voltar, teríamos que pensar em uma forma mais garantida de bancar pelo menos os custos que teríamos com o site, se ele chegasse a fazer o sucesso que fez. Mas voltar com o Desembucha.com hoje em dia não teria muito sentido, ainda mais com a quantidade de serviços semelhantes que existem.
– Depois que o desembucha acabou, você recebeu alguma proposta para retornar ou trabalhar na área de blogs?
Recebemos algumas propostas de usuários do site, mas nenhuma que chegasse a valer a pena. Chegamos até a entrar em contato com um grande provedor brasileiro que demonstrou interesse na época, mas eles acabaram adotando uma ferramenta estrangeira.
– Criaria um novo sistema de blog hoje em dia?
Acho que criaria. Por diversão, como fiz ao criar o Desembucha.com, e como fiz ao criar outros sistemas de blogs para uso particular, todos eles aposentados também 🙂 Uma época até pensei em abrir o fonte de uma dessas “reincarnações” do Desembucha.com, mas acabei desistindo por falta de tempo e por achar que ninguém iria se interessar nisso, já que existem (como disse antes) vários serviços semelhantes, alguns deles de código-fonte aberto.
O que você pensa sobre os “probloggers”? Os blogueiros que utilizam os blogs como ferramenta de trabalho, cobrando de anunciantes e investindo em anúncios?
Não tenho nada contra. Acho que não deve ser tão fácil conseguir dinheiro se apoiando apenas em publicidade, principalmente porque o que conta são os cliques, mas é uma opção. Só acho que esses blogueiros deveriam investir mais em produção de conteúdo próprio. Ficar apenas repostando links vistos em outros blogs não é legal. Isso só acaba fazendo com que todos esses blogs fiquem iguais. É claro que posto links no meu blog, porque na internet sempre existem coisas interessantes e é bacana divulgá-las, mas procuro escrever coisas legais, porque é isso que eu busco quando acesso um blog.
Acabou
Está tudo acabado. Estava logo ali, do meu lado, e quando percebi, havia acabado.
Não sei dizer se a culpa foi minha. Pode ser que eu tenha me descuidado e deixei que outro lhe tomasse de mim.
Logo você, que me satisfazia tanto. Em meio ao calor e ao frio. Me acompanhava noites e noites enquanto fazia meus trabalhos de faculdade, sem reclamar. Apenas ali, minha.
Hoje percebo que você não está mais aqui ao meu lado. Percebo que acabou.
Estou deprimido, e enquanto faço esse post, só consigo pensar no que aconteceu com você…
QUEM TOMOU A PORRA DA MINHA COCA-COLA?????
Desenhista nato… ou quase isso.
Toda criança em idade escolar, sabe a delícia que é ganhar uma caixa de lápis do cor novinha em folha. Principalmente se for aquelas da Faber Castell com milhões de cores para se divertir. Porém, grande parte dessas crianças, e eu me incluo no meio, têm uma grande decepção assim que abrem a caixa de lápis.
Os seus desenhos simplesmente não ficam bons igual aos da propaganda.
O moleque tá lá, felizão com a sua nova caixa de lápis de cor, abre e vai na vontade, fazer aquela pintura, aquela obra de arte, ser o novo Michelângelo, mas aí, o desenho fica uma merda. Horrível.
Geralmente essas coisas acontecem assim. Vemos uma coisa linda e maravilhosa na televisão e quando ganhamos, não tem nada daquilo. Os Comandos em Ação não se moviam, as pecinhas de Lego não se encaixavam sozinhas e formavam aquelas obras primas da arquitetura. Simplesmente não funcionava.
Eu tinha certeza absoluta de que seria o mais novo fodão dos desenhos na escola. Claro né? Na propaganda aqueles lápis praticamente flutuam sozinhos em cima da folha. É a brincadeira da caneta, so que feita com lápis, e com o espírito de um artista. Lindo!
Mas não deu. Eu ganhei a caixa e fui fazer a estréia em grande estilo. Fazer um lindo desenho do Seya dos Cavaleiros do Zodíaco. O resultado foi desastroso, para dizer o mínimo. Se o criador dos Cavaleiros tivesse visto a minha cagada, com certeza me processaria por má utilização do personagem. =(
O meu sonho de ser um novo Andy Warhol foi para o brejo. Uma desilusão sem igual. Só restou utilizar as 132154 cores da caixa de lápis fazendo margem na folha de caderno.
2 anos de Sem Título ainda…
Nossa, como o tempo passa rápido. Lembro como se fosse ontem, eu acessando o site do blogger e criando minha conta. Como não tinha nenhum nome em mente, o blog foi chamado de “Sem Título aínda…”. Muita gente que acessa aqui, acha que o blog não tem título aínda, mas esse é justamente o nome do blog. Isso está explicado no “Sobre o Blog“. O problema é clicar ali e procurar saber um pouco sobre o blog né?
O blog passou mais de um ano e meio no Blogspot. Posso dizer que quase dois anos no Blogspot, no endereço https://rafabarbosa.blogspot.com. Lá fiz grandes amigos pela blogosfera como
Passamos por uma pequena estadia no BroguiBlogs, pelo endereço
São dois anos de muitos posts, 453 para ser mais exato, fora uns 15 ou 20 que perdi quando o servidor do BroguiBlogs caiu. Você encontra aqui todos os posts do blogspot e do BroguiBlogs. Se der, clique ali em arquivo e leia o que escrevi ao longo de dois anos.
Um post que fiz aqui, me rendeu um emprego. Não o post em si, mas o texto do Post. Nunca tive problemas com nenhum outro blogueiro. O único que tive, foi recentemente, mas não chegou a ser um problema, e tudo se resolveu da melhor maneira possível. Errei e pedi desculpas.
Eu estava achando que seria difícil conseguir o número de acessos que eu possuia no Blogspot. O número de links ainda vai ser dificil superar, quem sabe? Mas recentemente tive 4 posts emplacados no Uêba. 3 deles no mesmo dia. Isso deu uma levantada legal no blog, aumentou acessos e deu uma “bombada” no meu Feed. Isso para um blogueiro que não era de divulgar o blog até recentemente, a não ser em comunidades sobre blog no orkut, é um grande incentivo.
Para comemorar os dois anos de blog, estou preparando uma entrevista com os criadores do primeiro condomínio e hospedagem de blogs brasileiro, o
Se tudo der certto, o mais rápido possível a entrevista estará no ar. Lembrando que eu não sou jornalista, sou publicitário, caso alguém venha reclamar. Já tá avisado.
Enfim, são dois anos de muitas histórias, posts, comentários e visitas. Espero que este blog continue na ativa por muito tempo aínda, afinal, ele está Sem Título aínda… 😉
Agito no ônibus
Dia desses estava voltando pra casa de ônibus. A viagem geralmente é tranquila, saio da faculdade ou da minha casa, pego o ônibus, vou escutando um <rel=”nofollow” a href=”http://jovemnerd.ig.com.br/categoria/nerdcast/” target=”_blank”>Nerdcast e quando chega no ponto, desço. Simples.
Mas nenhuma experiência em ônibus pode ser comum. Ônibus são exóticos por natureza, e a fauna de pessoas que utilizam os mesmos, é maior ainda. O nome do transporte já diz tudo, coletivo.
Pois bem, estava lá tranquilo na minha, o nerdcast já havia acabado e era aquele momento em que não tinha nada para escutar. Aquele momento que você deseja ficar tranquilo na sua e apreciando a paisagem. Um momento de reflexão, quando você pensa em algo que poderia dar um post no blog.
Nesse momento entra um vendedor ambulante, oferecendo os maiores lançamentos em DVD. Não bastasse só mostrar os DVD’s, o malandro possuía um DVD portátil. Claro que era para comprovar a qualidade do material, mostrar que não tinha nada defeituoso.
O trocador comprou alguns filmes e o vendedor do nada, coloca o DVD do Bello pra tocar. Mas não foi algo só para ver a qualidade da imagem. Foi algo para ver a qualidade da imagem e do áudio. A porcaria do aparelho tava no último volume, e a porcaria do vendedor estava sentado ao meu lado.
O cara fez do ônibus uma boate, com o melhor do pagode brasileiro.
Os poucos quilômetros que faltavam para eu descer se tornaram em angustiantes milhas náuticas, tamanha era a falta de paciência e velocidade reduzida do ônibus. Aquela voz irritante do meu lado, aquele calor infernal, o sol batendo na minha cara. Uma maravilha.
Até que alguns minutos, que pareciam horas, depois, cheguei ao meu destino. Saí aliviado por não ter que suportar essa tortura musical.
A porcaria de um DVD portátil dentro do ônibus. Como não pensei nisso antes…
Dicas onde levar a namorada no dia dos namorados
Dicas onde levar a namorada no dia dos namorados
O dia dos namorados é uma data muito importante para quem tem um relacionamento. É quanto caprichamos no presente, pensamos em um restaurante mais romântico ou até mesmo um programa a dois diferente.
E como não poderia deixar de ser, muitos homens acabam deixando para pensar nessas coisas na última hora, sem nenhum planejamento. É quando resolvem procurar na internet boas dicas onde levar a namorada no dia dos namorados.
Vou tentar ajudá-los com algumas opções de lugares que podem facilitar e surpreender nessa data tão especial.
[adinserter block=”8″]Restaurantes
Restaurantes são sempre boas pedidas para levar a namorada no dia dos namorados. Mas é preciso ter cuidado e fazer a reserva com antecedência.
Por ser uma data movimentada, muitos estabelecimentos trabalham apenas com reservas, não atendendo quem chega de última hora.
Tenha sempre em mente que você pretende oferecer um encontro romântico, então evite locais que ficam lotados.
Ir ao Outback é legal, mas no dia dos namorados pode ser um problema.
O atendimento pode ser demorado e o que prometia ser um encontro a dois, romântico e feliz, acaba se tornando estressante e pode causar dores de cabeça ao casal.
Procure bistrôs e restaurantes de culinária internacional. Comida italiana, francesa ou indiana são ótimas pedidas.
Dê preferência aqueles de menor porte. São mais intimistas e podem oferecer um atendimento mais ágil, o que é ideal na hora de deixar a namorada ou o namorado feliz.
Uma dica para economizar, é ficar de olho em sites como o Peixe Urbano e o Groupon que oferecem ótimas promoções para o dia dos namorados em alguns dos melhores restaurantes.
Programas culturais
Muitas cidades oferecem programas culturais voltados para casais. São shows ou apresentações românticas que podem ser uma ótima alternativa para se levar a namorada no dia dos namorados.
Fique atento á agenda cultural de sua cidade. Principalmente aquelas que tem bons pontos turísticos.
Pesquise na internet a programação do dia 12 de junho. Você pode acabar se surpreendendo com o que é oferecido nesse dia.
Muitas cidades investem em programações voltadas para casais, sabendo do potencial comercial dessa data e que sempre existem aqueles que não se planejaram e acabam buscando alternativas na última hora.
Cinema
O cinema é um clássico do dia dos namorados, mas é preciso ter muito cuidado na hora de incluir em sua programação.
Hoje em dia existe a facilidade de se comprar ingressos pela internet com lugares marcados. É um ótimo recurso. Porém, fique de olho aos horários das sessões e programe-se para não chegar atrasado.
Infelizmente, mesmo tendo horário marcado, é da cultura do brasileiro formar filas pra entrar. E filas são estressantes.
A última coisa que precisamos no dia dos namorados é ficar estressados.
Confira os filmes em cartaz e escolha um que agrade ao casal, e não somente a você.
Prefira também um horário mais alternativo, de preferência nas sessões após as 21h. São menos movimentadas e oferecem um pouco mais de tranquilidade para o casal.
Motel
Muitos casais acabam optando também pelos motéis. Não há nenhum problema ou vergonha nisso.
A ideia é que após uma noite com um jantar romântico ou uma programação diferenciada possa terminar dessa forma.
Assim como as demais dicas de onde levar a namorada no dia dos namorados, os motéis também trabalham com sua lotação máxima e com tarifas diferenciadas.
Muitos deles privilegiam os clientes que optam pelo sistema de pernoite, ou seja, aqueles que passam a noite toda no motel.
Os motéis vendem pacotes que incluem ótimas suítes com direito a jantar e a café da manhã.
Uma boa dica é conferir as promoções no site Guia de Motéis, que tem sempre algum desconto.
Pousadas ou chalés
Essa dica é para aqueles que gostam de passar todo o tempo junto da namorada ou do namorado, em um local mais reservado, sem muita agitação ou interrupções, que ofereça ao mesmo tempo privacidade e conforto.
Pousadas e chalés são ótimas opções para se levar a namorada no dia dos namorados, mas devem ser planejadas com antecedência.
O ideal é que se aproveite dois ou mais dias, então pode ser difícil escolher essa dica quando o dia dos namorados cai no meio da semana. Não é todo mundo que consegue uma folga.
Mas eventualmente a data cai em uma sexta-feira ou no final de semana, o que torna esse programa irresistível.
A dica é acompanhar o site Zarpo, que oferece ótimos destinos com preços promocionais, que incluem pacotes específicos para o dia dos namorados.
Conclusão
Espero ter ajudado aos desesperados que procuram em cima da hora por lugares onde levar a namorada no dia dos namorados.
Se tem alguma dica que vale a pena compartilhar, deixe nos comentários.
Bate papo da UOL
Houve uma época em que eu não possuia computador. Consequentemente, eu não possuia internet. Aliás, só uma pessoa tinha internet no meu prédio. E como a rede estava começando a se popularizar, era na casa dele que a galera se reunia.
Eram horas e horas de Elifoot 98 e bate-papo da UOL. Era também o início da popularização do ICQ. Para se ter idéia, estamos falando de mais ou menos, 1998, 1999 por aí. Eu era um tanto quanto fominha em relação aos outros garotos. Não sei, eu era um tanto quanto mais “alfabetizado” na arte de digitar, falar e escrever corretamente. Portanto, minhas conversas no bate-papo sempre rendiam muito mais do que a dos outros garotos.
O mais engraçado é perceber que muito pouca coisa mudou daquela época para hoje. As pessoas ainda são personagens na internet, principalmente em bate papos. Na época, a moda era morar na Pampulha e estudar no colégio Promove, hoje um falido. Ambos. A Pampulha não é mais a mesma e o Promove não é mais o mesmo. Para se ter uma idéia, naquela época, a maioria das pessoas acessava o “Cadê?” ao invés do Google. Bom, pelo menos a grande maioria das pessoas que eu conhecia.
Era um tal de “sou morena, alta, estudo no Promove e moro na Pampulha”, que parecia uma conversa de vizinhos, tamanha era a falta de criatividade das pessoas. Na época não havia as facilidades que o MSN Messenger nos apresentou como fotos na tela de mensagens e a utilização da webcam. Ou seja, você acreditava ou não no que a pessoa te falava. Com o ICQ as coisas melhoraram um pouco. Um pouco, porque ainda sim as pessoas pegavam fotos da internet e mandavam como se fossem elas. Como acontece hoje em dia.
Cara, como eu era tosco. Eu entrava com o nick de Zero Cool. Me achava o máximo por usar o nick do carinha do filme “Hackers, Piratas de Computador”. Sério, um dos piores filmes sobre hackers do mundo, mas que na época era a oitava maravilha pra mim.
Na mesma época começavam a pipocar os primeiros “lammers“, moleques de 10 anos de idade que acabaram de ganhar um computador de dia das crianças e começaram a descobrir as maravilhas do Sub7, BackBuster e “Telnet”.
Se você zoava o cara de acordo, ele vinha com o papinho de “vou te invadir”, “descobri seu IP”. Blah blah blah. Invada meu orgão reprotudor, seu bastardo. O pior é que essas ameaças surtiam efeito. Dependendo do tamanho da treta e da capacidade mental da outra pessoa, após uma ameaça dessas, a sala esvaziava.
Claro, não dava pra ficar muito tempo nas salas de bate-papo. A internet era discada e as festas virtuais aconteciam geralmente em dia de semana, ou seja, milhões de reais em pulsos telefônicos, sem contar que a família do cara chegava às 18 horas. Quando acabava Malhação significava uma coisa:
Hora de ir embora. Amanhã tem mais!
Greve de espectador
A falta de tempo é algo absurdo. Estou com alguns filmes para assistir, e estão só acumulando. Eu simplesmente não consigo achar tempo para assisti-los. É sempre um compromisso ou vontade de simplesmente deitar e dormir. E a cada dia que passa os filmes continuam lá, jogados às traças, esperando humildemente que eu tire um tempinho para usufruir dos momentos de entretenimento que só Hollywood pode me proporcionar.
Entre os filmes que estão aguardando um lugarzinho na minha agenda estão: Na Natureza Selvagem, Os Donos da Noite, O Gangster, Cloverfield (assisti no cinema, mas vale a pena ver de novo) e Walk Hard.
Sério, vontade de assistir não falta. O que falta é realmente tempo e ânimo. Mas espero desfrutar de algumas horas de diversão cinematográfica residencial ainda esse ano.
Agora mesmo eu poderia estar assistindo a esses filmes, mas não, o fominha aqui tá sentado na frente do pc postando no blog. Tá certo, to meio desleixado com isso. Tenho que atualizar meu repertório de citações de filmes, sem contar as referências para piadinhas ao longo dos posts.
Em relação a entretenimento cinematográfico residencial, o único que arranjava tempo, inevitavelmente, era Lost. Não tinha como não assistir. Mas agora os filmes? Estou parecendo os velhinhos de Cocoon antes do E.T aparecer. Apático e cansado, totalmente alheio aos minutos de diversão que me aguardam ao dar o Play nesses filmes.
Bom, vou ficando por aqui, acho que me prolonguei demais nesse desabafo sincero e emocionante.