Já tentei ser jogador de futebol, físico nuclear, cientista da computação e famoso. Terminei formado em publicidade e escrevendo em um blog sobre a minha vida. Isso, meus amigos, é o que eu chamo de sucesso.

Banco de dados

Tava reparando. Eu tenho mais de 7.700 scraps no orkut, desde Agosto de 2004. São 3 anos, quase 4.
Se for olhar por um lado pessoal, é praticamente um banco de dados da minha vida. Pelo menos dos últimos 4 anos.

Ali tem scraps de amigos que criaram orkut na mesma época que eu, aquele scrap falando que me encontrou por lá, experimentando a novidade. Tem Scrap de amigos que não via há muito tempo e que me encontraram no mundo virtual e nos reaproximamos. Tem scraps da minha namorada quando a gente ainda tava se conhecendo.

Enfim, as vezes releio esses scraps e penso que quatro anos passam realmente muito rápido. Ainda lembro do dia em que criei minha conta no orkut, em inglês ainda. Tem muitas histórias minhas ali, e sinceramente? Não vejo necessidade nenhuma de apagar os meus scraps. Querendo ou não é uma parte da minha vida que está ali e é sempre muito bom relembrar!

Fui!

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Sobre ética e conduta de casais no cinema

Hoje fui ao cinema com minha namorada. Assisti Homem de Ferro e Super Herói – O filme. É o que eu chamo de contraste. Enquanto um filme é excelente, o outro é uma bosta, uma merda e todos os adjetivos escatológicos possíveis.

Enfim, não vou falar sobre os filmes agora, isso é assunto pra outro post. O que eu vou abordar aqui é a conduta de casais nos cinemas. Isso mesmo, existe toda uma conduta a ser seguida. Um código que deve ser obedecido e respeitado por todos os casais que estão na sala. Pelo menos nas salas do cinema que eu frequento.

As cadeiras da última fileira da sala são basicamente feitas para casais ou pessoas com um certo excesso de tecido adiposo, pois os apoios para braço são móveis. Tudo para facilitar para os casais ficarem mais juntinhos aproveitando o escurinho da sala e assistindo o filme tranquilamente.

No código de conduta para casais em salas de cinema, um casal nunca senta na cadeira seguinte a um casal a menos que não exista outro lugar vago. É questão de princípio. Os casais necessitam de espaço e privacidade. Seja para falar ou fazer alguma coisa mais sacana durante o filme. E cá pra nós, todo mundo fica meio “travado” quando tem alguém do lado, por mais escuro que seja.

Outra regrinha do código de conduta diz respeito à disposição dos casais nas cadeiras. Geralmente homens ficam ao lado de homens e mulheres ao lado de mulheres, pra não causar nenhum mal estar. Poxa, vai que sem querer você passa  a mão na mulher dos outros? Sei lá né?

Mas nem tudo é tão fácil quanto parece. Sempre vão existir os solteirões, lisos e nerds ao extremo que vão ao cinema sozinhos, e sentem um prazer quase sexual ao sentar-se ao lado de algum casal desatento. São os piores tipos. (Eu era até alguns meses atrás). São aqueles caras que comentam cada cena do filme. Criticam a atuação do ator, elogiam o efeito especial, batem palminhas quando o herói aparece e ficam completamente excitados quando aparece o mínimo sinal de um peitinho na tela. Pra eles é como se fosse uma cabine erótica.

Outro empecilho para casais são as crianças com pipoca e refrigerante. Nossa, como isso é chato. Comem de boca aberta, falam o tempo inteiro, arrotam. Chega a dar vontade de sair dalí, dar uma piaba na nuca e voltar. Odeio!

Mas se todas as regras são seguidas a risca, tudo corre normalmente, sem nenhum problema. Afinal, nada melhor do que ir ao cinema acompanhado de quem a gente ama e fazer o que tem que fazer sem ser incomodado.

=)

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Memórias de um pré-adolescente

Se você tem em torno de 20 a 25 anos, com certeza passou pela fase dedicada quase que única e exclusivamente a Onã. Suas noites solitárias, seus banhos demorados, quando ficava sozinho em casa. Você sabe que é verdade.

Mas quando se trata do período de 12 a 16 anos, o ápice do seu fim de semana dedicado a Onã era esperar pelo melhor programa da televisão brasileira no horário da madrugada, Cine Privê da Band. Era toda aquela molecada esperando começar.

Todo mundo tem personagens que marcam a sua infância, nesse caso era Emanuelle. Ela era uma devassa nos filmes. Não tinha tempo ruim, era no carro, na cama, na cozinha, no Saara, no espaço, na ilha de Lost. Creio que Emanuelle transou em todos os lugares possíveis e só o Cine Privê nos proporcionava essas duas horas de emoção.

Mas não se resumia em Emanuelle. Existiam outros filmes. Alguns eram excelentes, mostravam mais do que peitinhos (quando o filme era fraco, apelidávamos de “Cine Peitinho“, que era o máximo que víamos na tela). Mostravam mais carne, mais posições, mais brinquedinhos, mais e mais garotas, ensaboadas, com óleo, de todos os tipos. Era uma festa só.

Hoje em dia essa nova geração não precisa disso, não sabem como é esperar acordado até 2, 3 horas da manhã. Se querem ver um peitinho entram no Google e digitam. Pronto, tá lá. Mais de 500 tipos diferentes de peitos. Não sabem como é comentar com os amigos as melhores cenas da noite anterior, não existe mais esse contexto sexo/social com os amigos em relação aos filmes do Cine Privê.

É uma juventude perdida, com toda a certeza.
As vezes ainda zapeio pelos canais e me deparo com a sessão mór do cinema da TV aberta, mas hoje em dia não me passa a mesma graça, a mesma sensação. Mas não deixo de lembrar como era bom assistir a esses filmes.
A tensão do pai ou da mãe acordar e te pegar no flagra. A expectativa de ver algo mais além de peitinhos e “pêlinhos“.

Cine Privê com certeza marcou toda uma geração. Eu me incluo nesse meio.

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Birra

O elevador do prédio onde eu trabalho tem uma séria birra comigo. Ele é do tipo pirracento, gosta de me enrolar, de me fazer de bobo. Sempre que eu o aciono, ele faz questão direto de passar pelo meu andar, subir até o último andar e na volta, descer parando em todos os andares.

Como se não bastasse, isso acontece com os dois elevadores. Eles nunca param de primeira no meu andar. Isso me irrita profudamente. A sensação é a mesma de quando você está no ponto de ônibus e passam todas as linhas, menos a que você pega, que por sinal, passa de 55 em 55 minutos.

Com o elevador a situação é um pouco mais complicada pois você acompanha todos os passos do seu “meio de transporte”. Você vê pelo contador ele saindo do térreo, passando pela garagem, pela pilotis, 1º andar, 2º… 15º, aí vai descendo, um por um até chegar ao andar em que você está. É quase uma jornada épica.

Isso está acontecendo frequentemente comigo. Tem a escada, mas até hoje não vi lugar mais apavorante do que a escadaria do prédio a noite. De dia e a tarde ainda vai, mas a noite, não. Tudo apagado, dando aquela impressão de que alguém está te seguindo. Uma coisa sinistra.

O jeito é esperar o elevador e torcer para que ele esteja vazio.

Fui.

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Vende-se

Vende-se os serviços de um futuro publicitário. Modelo jovem, pouco tempo de uso, apenas 21 anos e de fácil adaptação.

Cursando o 7º período de Publicidade e Propaganda e a procura de estágio em agências de publicidade, esse jovem redator busca aumentar o seu conhecimento e aprimorar as técnicas de redação, e quem sabe um dia, ser reconhecido.

Ele está cansado de ver vagas de estágio para webdesigner, diretor de arte e arte finalista, atendimento, planejamento e mídia, mas nenhuma para redator. Oferece os seus serviços em troca de experiência e um salário que, pelo menos, permita-o almoçar e tomar aquele refrigerante ao final do dia.

Atualmente exerce a humilde condição de redator estagiário na agência massan-z, do <rel=”nofollow” a href=”http://www.newtonpaiva.br/” target=”_blank” onclick=”return top.js.OpenExtLink(window,event,this)”>Centro Universitário Newton Paiva, sob a coordernação do Lamounier Lucas, onde deseja que a experiência adquirida seja inversamente proporcional ao salário recebido.

Se você pertence a alguma agência e se interessou por esse futuro publicitário, e gostaria de saber mais sobre ele, visite o seu <rel=”nofollow” a href=”https://rafabarbosa.carbonmade.com/” target=”_blank” onclick=”return top.js.OpenExtLink(window,event,this)”>portfólio. Também pode entrar em contato por aqui mesmo,respondendo o e-mail ou pelos telefones xx xxxx-xxxx ou xx xxxx-xxxx, convidando-o para uma entrevista na sua agência.

Tenho certeza que você não irá se arrepender. Ele trabalha por contrato, e se você gostar do resultado, quem sabe não o contrata?

Adquira logo o seu exemplar.

 

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