Um mito surgiu no Twitter. Olhar penetrante, frases de efeito e grandes observações. O cara já é conhecido de todo mundo. O nome do playboy é Victor Fasano. Claro, é fake. Mas e daí?
Quando alguma coisa começa a fazer sucesso, logo dão um jeito de fazer “matéria” em cima. O profile do Fasano no Twitter tá fazendo sucesso. Ganha cada vez mais seguidores. É um verdadeiro diário da vida de um playboy carioca.
Mas aí vem a imprensa, digo, sites de fofoca e começam a acabar com a brincadeira. Primeiro começam falando que o profile é fake e blah blah blah, aquela ladainha de sempre. Aí resolvem perguntar o que o verdadeiro Victor Fasano acha da brincadeira. Claro, ele levou na esportiva, afinal em nenhum momento a mente genial por trás do profile, escreveu algo que denigra a imagem do ator.
É um relato muito bem humorado da vida dele. De rodízio de sopa a chopp com Herson Capri, Victor Fasano nos delicia com as suas aventuras pelo Rio de Janeiro. O cara é um guia, um guru da boa vida. Conhece os melhores lugares, dá as melhores dicas de restaurantes e está por dentro de tudo que rola no mundo.
Impagável seu comentário sobre a prisão de Daniel Dantas:
vitorfasano O Daniel Dantas foi preso? me lembro de sua atuação espetacular em Mulheres de Areia. 1993 11:03 AM July 11, 2008 from web
É ou não é genial?
Mas aí a imprensa tem que explorar. Acabar com a magia do negócio. Entrevistas, opiniões e a necessidade de acabar com o mito. Poxa, quem falava em Victor Fasano antes dessa brincadeira no Twitter? Ninguém nem lembrava do cara. Agora o nome dele tá na boca do povo. É uma injeção de ânimo na carreira dele.
Enfim, se estiver afim de acompanhar o dia a dia desse típico playboy carioca, siga-o no twitter em:
http://twitter.com/vitorfasano

Em 1938 Orson Welles causou pânico na população americana ao transmitir via rádio, uma interpretação do livro A Guerra dos Mundos, de Herbert George Wells.
Naquela época, o único sistema de transmissão era o rádio. Nem televisão se falava ainda. Utilizando o tom jornalistico aliado à interpretação da narração, ele conseguiu deixar uma população em estado caótico anunciando a invasão da Terra por um exército de extra-terrestes. O problema é que ninguém via essa invasão, mas estava com medo.
Será que hoje daria certo?
As pessoas começariam a twittar no mesmo instante, criando o canal #invasãoalien e divulgando o máximo de informações possíveis (nenhuma na verdade, afinal, não teria bosta nenhuma de invasão). Blogueiros entrariam em “liveblogging” e grudariam em suas cadeiras e em frente aos seus computadores e começariam a pesquisar sobre a tal invasão, buscando fontes, deixando links, vídeos do orkut e participando de fóruns. Mas possivelmente não teria o mesmo impacto, afinal, a grande mídia não tem credibilidade. Só seria válido se fosse um blogueiro que divulgasse a famigerada invasão.
Época boa foi aquela. Só com a voz o cara propagou o pânico geral. Se bobear, foi o primeiro viral da história recente. Seu vizinho te via na rua e mandava correr. Você não via nada mas corria também, e mandava qualquer outra pessoa correr e salvar a sua vida. Foi um verdadeiro boca a boca. Tanto é que no outro dia todo mundo queria saber quem foi o fanfarrão que causou o tumulto.
Mas hoje? Com essa febre de blogs, twitter, orkut, youtube? A farsa nem teria graça. Logo logo os fodões da blogosfera descobririam que não se tratava de uma fanfarronice sem limites de algum malandro por aí. E ainda falaria mal do cara.
Bons tempos aqueles…

Permito-me dizer que a possibilidade de falar merda nesse post é enorme. Principalmente por não participar diretamente do assunto que tratarei nesse post. Mas enfim, o blog é meu e eu falo o que quiser.
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