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Emprego que é bom… nada.

A época da faculdade é, sem dúvida alguma, a melhor época de nossas vidas. Esqueça a escola, aquilo lá é muito sem graça se comparado à faculdade. Mas o que eu quero falar aqui não é sobre putarias, bebedeiras e farras e sim sobre o mercado de trabalho.

Vivemos em uma época onde as empresas preferem reduzir custos de todas as formas possíveis. Enquanto estamos na faculdade, somos o que se pode chamar de mão-de-obra barata e qualificada, mas em um termo mais chulo, estagiários. O estagiário custa menos da metade de um empregado e o melhor de tudo: é dispensável e não precisa que arquem com custos trabalhistas. Logo, estagiários são contratados e despedidos da mesma forma que eu uso o banheiro, todos os dias.

Fato é que, agora que eu sou um cara deveras formado, eu não posso mais atuar como um estagiário, o que é muito bom, pois eu teria que receber um salário que fosse compatível com o nível do meu conhecimento já que concluí o ensino superior. O grande problema é que o mercado, principalmente o de comunicação em Belo Horizonte não está, digamos assim, aberto a contratações de empregados de fato.

E isso me leva a outro ponto que sempre vi pessoas comentando e achei que nunca aconteceria comigo: a sensação de “e agora”? Ralei por quatro anos da minha vida aprendendo a teoria e um pouco de prática sobre Publicidade e Propaganda e no momento estou totalmente sem perspectiva de futuro na área. Já disse aqui várias vezes que gostaria de trabalhar na área de mídias sociais, porém ainda são poucas as agências que trabalham com isso em Belo Horizonte, mas, em contrapartida, também disse que sou redator e, por coincidência, o mercado de redatores também não anda lá muito aquecido.

Seria a crise econômica? Seria o final de ano? Ou seria o número crescente de alunos de Publicidade e Propaganda que abastecem o mercado com uma mão-de-obra barata e qualificada para o serviço? Não sei, pode ser que todos esses fatores influenciem de alguma maneira, mas o que eu não quero é ser um cara formado em publicidade e ter que trabalhar com algo que eu não goste, por mais que em um momento de necessidade tenhamos que trabalhar com qualquer coisa.

Só penso que é frustrante você dedicar quatro anos da sua vida a alguma coisa e no final não ter uma recompensa a altura do esforço.

A corrida pelas vagas e a relevância de um blog no processo seletivo para agências de publicidade - parte II

O que me agrada no texto é a sua demonstração de valor por algo que acredita. Na minha opinião, mesmo enxergando, com um pouco de preconceito sobre o que você vê de defeitos no mercado que está, percebo o seu esforço em lutar por uma busca interna.

Semana passada nos falamos e você foi convidado a participar de um processo de seleção por causa de um acompanhamento próximo do seu portfolio online (Blog). O que indica que “SIM”, ter e escrever um blog fazem diferença na hora da contratação de um profissional. E “NÃO”, vestir a camisa do seu blog não é nada idiota. Mas chegar para uma entrevista de mão abanando não é a coisa mais inteligente a se fazer.

Prosseguindo a leitura, reforço o que eu disse. O que me intriga é o preconceito com que os próprios profissionais vêem o mercado. Num mundo de repetições, uma pequena diferença deveria ser notada como uma grande diferença. O que quero dizer é que existem “SIM”, no mercado de Minas, inclusive, muitas agências querendo fazer diferente. Além disto, existem muitos clientes também que gostariam de ter agências que pensam assim diferente.

O problema é achar que a culpa é dos outros e que a gente é impotente e incapaz de mudar o mundo… ou pior, achar que estamos sozinhos nesta jornada. Na verdade tem muitos por aí, como nós, conosco nessa caminhada de utilização de todos os recursos de comunicação para transmitir e ouvir com criatividade.

O que precisamos é mostrar nosso conteúdo de forma relevante, comercialmente viável e com resultados tangíveis

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O comentário acima foi feito pelo Saulo, da agência 5Clicks nesse post. Se você tem preguiça de ler o post citado, eu falo do que se trata. No texto eu falo um pouco do meu ponto de vista em relação aos blogs como referência na hora de uma entrevista de emprego. No meu caso por exemplo, que sou redator publicitário, se seria interessante mostrar o blog como forma de avaliação das minhas qualidades. Claro, é tudo muito pessoal, o que eu penso. Mas a questão é que o comentário do Saulo me atentou para um ponto de vista de quem é do mercado. De quem, no caso, seria o entrevistador em uma seleção de emprego.

No comentário, ele toca em um fator importante e que foi em parte o que me motivou a fazer o texto. Através do blog, fui convidado a participar de uma seleção de emprego. Ele confirma que manter um blog faz diferença na hora da contratação de um profissional, mas que também é necessário possuir um portifólio para mostrar na hora da entrevista.

Saulo também chega a um ponto em que abordo bastante aqui no blog. A mentalidade das agências e dos anunciantes e Minas. Devo levar em conta que temos visões diferentes. Eu tenho pouquíssimo tempo de mercado, enquanto ele está na ativa a mais tempo. A minha visão ainda é de estudante, enquanto a dele é de um profissional da área.

A vontade das agências em transformar o mercado, trabalhar de forma diferente, enquanto existem clientes que desejam agências assim. Como citei recentemente aqui no blog, nesse post, a ação realizada pela Lápis Raro para divulgar a Copa Mercantil do Brasil. Essa ação comprova que há, de fato, uma vontade de inovar. Agências e clientes já estão buscando o caminho das mídias sociais para sair do tradicional. Isso vai de encontro ao que ele comentou, quando afirma “O que precisamos é mostrar nosso conteúdo de forma relevante, comercialmente viável e com resultados tangíveis.”

É isso que agências precisam mostrar aos clientes. Transformar novas ferramentas de comunicação em ferramentas comercialmente viáveis, criativas e que cumpram com os objetivos de comunicação. Esse é o tipo de comentário que me faz perceber que, enquanto escrevo aqui, há todo um grupo de pessoas com pensamentos semelhantes e que estão agindo para transformar o mercado. É bom saber que não sou o único que penso dessa forma, e que existem mais pessoas com a mesma vontade que eu.

A corrida pelas vagas e a relevância de um blog no processo seletivo para agências de publicidade

Esse final de ano as agências de publicidade estão movimentadas. A grande maioria delas abrindo vagas e processos seletivos para estágios e até para emprego mesmo. A concorrência é absurda. Se você perguntar pra qualquer estudante de publicidade se ele está sabendo de tal seleção, a resposta é um sim. O mercado está aquecido e os novos publicitários, os que estão pra formar, estão com vontade de entrar pra valer no mercado e mostrar do que são capazes.

Muitas pessoas acreditam que não se deve compartilhar com os conhecidos as informações sobre essas vagas. Eu já penso ao contrário. Pergunto para todos os conhecidos se estão sabendo dos processos, inclusive daqueles que eu participo. Como sou apaixonado por redação, é óbvio que meu interesse maior é essa área. Mas isso não me impede de informar para amigos redatores sobre esses processos. Acredito que compartilhar informação é sempre importante. Nesse momento, enquanto estamos cursando a faculdade, estamos praticamente no mesmo nível. Não adianta ficar com o pensamento de que eu sou melhor e por isso não vou falar com ninguém. Você pode acabar topando com esse seu amigo futuramente, e ele pode ser o seu chefe.

Outra coisa que me faz pensar quando abrem essas seleções é que, de um tempo pra cá estou me dedicando inteiramente à minha monografia. Não tenho feito anúncios nem nada do tipo. Apenas a minha monografia e mantendo o blog. Como sou redator, creio que um excelente cartão de visitas é o meu próprio blog. Acredito que nesse espaço uma agência tem muito mais condições de avaliar a minha qualidade técnica do que simplesmente em 10 folhas de papel couché com algumas poucas frases criativas amarradas com alguma imagem. É claro que na essência, o redator publicitário faz isso, cria campanhas publicitárias. Mas por exemplo o meu caso? O meu interesse é mídias sociais e mídias digitais. Atuar como web-writer. Se eu falo com uma agência que o meu portifólio se encontra no blog, como eles vão reagir? Um redator que se baseia em seu blog como instrumento de trabalho tem condições de concorrer à uma vaga disputada por pessoas que estão criando sempre peças impressas?

Acredito que o mercado ainda não tem essa mentalidade. É consenso para a grande maioria de diretores de criação que nada substitui um portifólio bem montado com as peças impressas. O texto é importante em um anúncio? Absolutamente. Diria que em alguns casos é 90% do anúncio.  Mas um blog não pode ser tão relevante quanto?

Posso dizer que nos últimos meses meu trabalho é todo voltado para redação para a Internet. Estudar cases de campanhas em blogs, redes socias, twitter e etc. Posso dizer que se alguém quiser avaliar o meu talento, a minha qualidade, o melhor lugar para se fazer isso é através deste blog. Mas não creio que ainda estamos nesse ponto. Ainda estamos no modelo tradicional da publicidade. Os blogs ainda não são tão relevantes para agências durante um processo seletivo. Exceto para as agências web e de mídias sociais, o que infelizmente, são minoria aqui em Belo Horizonte.

Às vezes penso se, caso eu chegue em uma agência sem uma pasta, apenas com um cartão de visitas e uma camiseta do meu blog, eu serei tachado de idiota, novato ou coisa que o valha, por acreditar que o meu “diário virtual” é a melhor forma de avaliação das minhas competências técnicas e práticas como redator. Poderia citar, por exemplo, que semana passada um texto meu foi linkado e citado por alguns grandes blogs da blogosfera brasileira. Poderia também dizer que, na semana passada o meu número de visitas únicas foi de mais de 20 mil. Acredite, nenhum trabalho que eu tenha realizado com redator publicitário, criando anúncios impressos, teve tamanho alcance.

Acredite que o fato de ter um blog está longe de ser fator de vantagem em relação às outras pessoas. Cada pessoa tem a sua área de interesse e trabalha bem com ela. A minha área é a internet, a redação para internet, mídias sociais e blogs. Por enquanto são áreas que não tem a importância devida por aqui, mas a longo prazo, pode ser que estes sejam fatores importantes no momento de uma seleção de emprego.

Já tá na hora de Belo Horizonte acordar

Já está na hora de Belo Horizonte acordar, principalmente no mercado das mídias sociais. Estamos vivendo em uma época onde a ordem é gastar o menos possível e obter o maior retorno possível. Foi-se o tempo em que somente um Outdoor, uma inserção em rádio e TV resolviam os problemas do cliente. Hoje em dia é necessário estar em contato com o público, monitorando a reputação de sua marca dentro das redes sociais e estando aberto ao diálogo.

Anunciantes em Belo Horizonte confiam apenas em comerciais. Por menor que a empresa seja, ela paga pra ter uma propaganda veiculada em Outdoors, revistas, jornais e televisão. Não se exige a qualidade do anúncio. Meia hora assistindo canais como Record, Band e Rede TV e podemos perceber o nível da atual publicidade mineira. São poucas as agências que criam algo realmente criativo. Mas também, se o cliente não exige essa criatividade, pra quê oferecer, não é mesmo?

Com as mídias sociais temos mais do que propaganda. Temos um contato direto com o público. Saímos do modelo um para todos de comunicação e entramos na era do todos para todos, onde o seu cliente é ao mesmo a sua mídia. É ele quem vai falar bem ou mal da sua marca. Essa opinião, esse feedback, não há mídia que compre.

Belo Horizonte precisa acordar e descobrir esse mercado. As agências daqui precisam descobrir o potencial das mídias sociais e evangelizar os clientes, oferecendo opções e mostrando cases de sucesso em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. Agências e profissionais com capacidade nós temos. Mas falta ousadia. É o velho medo de sair do tradicional. Aquele famoso ditado “Não se muda o time que está ganhando”, Pois devemos mudar sim. Inovação é um fator importante de sucesso.

Claro que não podemos exigir que a mentalidade do mercado mude de uma hora para a outra. Clientes gostam, antes de tudo, de resultados. Se tal marca obtém um resultado satisfatório com as mídias sociais, a marca X também vai investir. É assim que funciona. As ferramentas estão disponíveis.

Quando a Internet se popularizou, as empresas correram para montar os seus websites. Hoje só isso não é necessário. Os sites foram apenas o início. Hoje em dia temos os blogs, os comunicadores instantâneos, os compartilhadores de vídeo, os compartilhadores de fotos, as ferramentas de micro-blogging e até as mais variadas redes sociais.

Belo Horizonte não pode ficar para trás esperando a revolução acontecer. Tem que fazer parte dela. Não vale a pena ser expectador, tem que ser revolucionário. Temos várias multinacionais com sede aqui. Temos grandes empresas tipicamente mineiras. E o principal, temos consumidores mineiros presentes em todas essas redes sociais. A empresa que melhor souber lidar com esse público, conversando de igual para igual e recebendo um feedback imediato, conseguirá os melhores resultados e será presente na vida desses consumidores.

A formação em Publicidade e Propaganda deveria ser exigida?

Ontem rolou uma discussão interessante na minha sala de aula. Fizemos um seminário na aula de Gestão Estratégica da Publicidade e sabem como são esses seminários, sempre acabam tomando um rumo diferente do proposto. Não poderia ser diferente, e em dado momento, um aluno questionou o professor se já não era a hora de criar um órgão regulamentador da Publicidade que permitisse que somente publicitários formados exercessem a profissão.

Como a profissão de publicitário não exige diploma para ser exercida, temos uma quantidade enorme de pessoas atuando. Claro, é fato que, muitos dos grandes publicitários nem mesmo são formados. Não é uma área como Medicina ou Direito que exige formação específica para atuar. Publicidade é comunicação. Você só aprende as técnicas e aprofunda o conhecimento durante o curso. Mas como em toda profissão, existem as áreas que você precisa ter um conhecimento maior para trabalhar. Não é qualquer pessoa que pode ser um planejador, ou um gerente de mídia. Você deve ter o conhecimento necessário para isso.

Isso me fez refletir sobre o assunto. Hoje em dia muitas agências contratam blogueiros que não têm a formação profissional de publicitário. Claro que, como blogueiro, a pessoa não é um ignorante total. Possui conhecimentos e a capacidade de se comunicar, o que é fundamental para o ser humano. Querendo ou não, ocupa o mercado e fecha as portas para pessoas que passam 4 anos da vida estudando pra se tornar um publicitário. Com um órgão regulamentador da publicidade, somente formados poderiam entrar em agências. Mas aí temos um paradoxo: Muitos publcitários formados não sabem lidar com blogs ou sequer conhecem a ferramenta. Não só blogs, mas as várias ferramentas disponíveis hoje em dia e que se tornam tendências. Ao mesmo tempo que teríamos profissionais bem preparados para as áreas tradicionais, teríamos profissionais leigos em novas mídias.

Como formando de publicidade eu penso que, um órgão regulamentador ajudaria bastante muita gente a entrar no mercado. Porém, diploma não é sinônimo de qualidade. Vejo o caso de muitos jornalistas que não são formados e são referência na sua área, da mesma forma que grandes publicitários não passaram pela faculdade de comunicação e são praticamente os nossos gurus.

Você não precisa de um curso pra se comunicar bem. Posso dizer que isso está no sangue. Ou você tem o dom de se comunicar bem, ou não, e isso vai refletir no seu futuro profissional. Mas como ficaria o mercado de publicidade se a contratação de pessoas que não são formadas se tornasse tendência? A pior frustração para um recém-formado é não conseguir emprego e, principalmente, ver uma pessoa que não passou pelos 4 anos de perrengue que ele, atuando na área.

O mercado ainda não fechou as portas. Mas, se um publicitário deseja ter a sua vaga garantida, deve conhecer todas as tendências de mercado, novas mídias, novos veículos e novos formatos. Não precisa ser um gênio, claro, mas precisa ter o mínimo de conhecimento sobre como funciona e como tratar quem trabalha com essas ferramentas.

O motivo de blogueiros estarem ocupando cada vez mais espaço nas agências é simples: Eles sabem se comunicar e são formadores de opinião em seus meios. Em uma época onde a informação está disponível à um clique, quem souber como melhor divulgá-la e tratá-la terá sempre grandes chances de se dar bem.

A publicidade em BH e as mídias sociais

Belo Horizonte possui agências de grande, médio e pequeno porte. A criatividade das agências, é inquestionável. Basta prestar atenção na televisão, jornais, revistas e outdoors. Mas isso não basta. É preciso um algo a mais, que torne o consumidor um representante da marca, e não apenas mais um consumidor.

As agências de publicidade em Belo Horizonte ainda não acordaram para o grande mercado das mídias sociais. E não só as agências, principalmente os anunciantes, por terem medo. E o motivo de terem medo é justamente por ninguém ter realizado esse tipo de ação antes.

Como blogueiro e entusiasta das novas mídias, resolvi fazer uma pesquisa para saber a quantas anda a relação das agências de publicidade de Belo Horizonte com as novas mídias, campanhas virais e marketing de guerrilha.

Para tanto, coletei o e-mail de todas as agências filiadas ao SINAPRO-MG, ou seja, o sindicato das agências, e envei um mail perguntando se as agências já haviam trabalhado ou trabalham com ferramentas de marketing viral, marketing de guerrilha ou mídias socias. Como exemplo, apenas exemplo, citei os blogs, twitter, orkut e youtube.

Em primeiro lugar eu notei que as agências daqui realmente não se importam com ou não conhecem, ou pior ainda, não acessam a suas caixas de e-mail. Não todas, mas a grande maioria.

Das oitenta e uma (81) agências que enviei o e-mail, apenas oito (8) responderam. Das oito, duas (02) já trabalharam com marketing viral e de guerrilha. Dessas duas, uma só que atualmente faz propostas de mídias sociais e marketing viral e de guerrilha. Impressionante.

Uma (01) agência em Belo Horizonte pensa e propõe ações em mídias sociais.

Será que os profissionais de planejamento ainda não enxergaram o caminho sobre essas mídias? Ainda não entenderam que criar um laço de confiança entre a marca e o consumidor, estreitado por essas mídias e criando uma maior interação, é a nova tendência da publicidade?

Diminuir gastos e aumentar resultados. Esse é o caminho. Ações que não custem nada mas que gerem um maior retorno e visibilidade da marca, são essenciais hoje em dia. As pessoas gostam, o consumidor gosta e o anunciante, com certeza irá adorar.

Acho que em boa parte, a falta de blogueiros e representantes das mídias sociais em Belo Horizonte facilita essa noção que as agências e os anunciantes têm sobre essas novas mídias. Questão de mentalidade e a falta de conhecimento. Em parte isso poderia ser resolvido com a realização de mais eventos nessa área. Mas de que adianta oferecer os eventos, se as pessoas daqui não conhecem nada sobre o assunto?

Eventos como a Interminas são uma oportunidade única de escutar o que os “caras” têm a dizer sobre isso. Uma oportunidade para as agências e para os estudantes de publicidade. Ainda mais quando as faculdades daqui, simplesmente nem tocam no assunto dessas novas mídias. Não mostram o que são blogs, ferramentas como twitter, e nem marketing viral ou guerrilha.

Um exemplo é meu professor de marketing, que não soube me explicar o que era o fenômeno da Cauda Longa. Interessante não?

Sinto que Belo Horizonte está um pouco atrasada em relação ao eixo Rio-São Paulo. Não só as agências, como os anunciantes. Agências como a 5clicks, são exceção. São agências que conhecem e trabalham com essas novas mídias. Saem do modelo tradiconal da publicidade, o que não é segredo, está cada vez mais defasado.

Estou formando no final do ano. Busco conhecimento em todas essas áreas. Acompanho quem entende do assunto e busco sempre estar por dentro dessas novas tendências. Mas de que adianta você estar antenado ao que acontece no mundo, sendo que dentro da sua própria casa as pessoas não sabem o que está se passando?

Mas não adianta divagar aqui no meu blog. Não vai ser um post meu que irá mudar a mentalidade de anunciantes e agências de Belo Horizonte.

Campanha AIDES - Explore. Just protect yourself.

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Vi esse anúncio no Brainstorm #9 e me peguei pensando se esta seria aprovada para veiculação aqui no Brasil.

Se fosse veiculada, seria somente em revistas especializadas tanto masculinas como gays? As vezes as campanhas que mais chamariam a atenção e surtiriam efeito, são proibidas, optando por campanhas sem nenhuma inovação e pouco apelo ao público-alvo.

As ilustrações ficaram excelentes, e foram feitas por James Jean e a campanha foi criada pela TBWA\Paris e ganhou Bronze em Cannes semana passada.

Blogs e publicidade

Comecei a desenvolver a minha monografia. Estou ainda na fase do pré-projeto, mas já deu para coletar algumas informações para defender o tema, que no caso é Publicidade em blogs e a sua utilização como mídia.

Eu pretendo analisar e coletar informações sobre as formas de publicidade utilizadas em blogs, desde os posts pagos (patrocinados) até a utilização de serviços de afiliados, como o Adsense, Buscapé e afins.
Não vou entrar muito em detalhes agora, até porque não tem muita coisa a ser dita por enquanto, senão acabo falando merda sem antes pesquisar corretamente.

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