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Resumo de Filmes Recentes II

Como andei frequentando o cinema nas últimas semanas e não postei nenhuma resenha, estou mandando logo de cara mais um da série Resumo de Filmes Recentes. Estou pensando em lançar essa série com mais frequência aqui no blog, fazendo pequenas resenhas de filmes que não eram os mais esperados por mim, mas fui conferir do mesmo jeito.

(Se eu fizesse através de vídeo, logo depois da sessão, no meio da praça de alimentação, ficaria muito semelhante ao “cabine celular“?

Então vamos aos filmes recentes:

Kung Fu Panda:

Diversão despretenciosa e competente. Particularmente achei engraçadão, talvez por adorar pandas. Pode ter sido também porque me amarro em qualquer tipo de filme que tenha Kung-Fu no meio. Desde o mais pastelão ao mais denso.

A história mostra como a vida do panda Po muda quando ele descobre ser o escolhido, o fodão que dominará todos os segredos do Kung Fu. Ele sempre sonhou com isso, mas nunca levou jeito. Diria que o filme tem as suas sacadas no diálogo, mas se passa muito bem com o humor físico. Principalmente as técnicas utilizadas pelo mestre Shifu para ensinar Po.

A versão dublada não me agradou muito. Queria ter assistido com o áudio original e ver como Jack Black se saiu. Estou aguardando a chegada do DVD.

Como é só um resumo, não preciso entrar tanto em detalhes. Digamos que o filme é ótimo, mas não tanto quanto Wall-E, que é unânime esse ano.

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Arquivo-X - Eu quero acreditar

Eu também queria acreditar, mas o filme não me surpreendeu. Eu não era fã da série, mas já assisti a vários espisódios. Não tenho autoridade pra dizer se o filme se manteve fiél as origens e à “mística” do seriado, mas como espectador e cinéfilo, por assim dizer, esperava mais. Não que o filme seja ruim, apenas não fez o tipo de suspense que eu gosto.

Achei interessante sair da temática abduções e fenêmenos inexplicáveis e entrar em algo mais natural, mesmo ainda mantendo o sobrenatural como agente motivador.

As opiniões dos fãs ficaram divididas com esse filme. Há quem diz que o filme é brilhante e há quem diz que é uma merda. Eu prefiro dizer que o filme é um suspense leve, com toques de misticismo e sobrenatural, tal como vários outros que estreiaram esse ano.

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Viagem ao Centro da Terra

O quesito gostar de um ator contou na hora de comprar o ingresso. Gosto muito do Brendan Fraser. Assisti a quase todos os seus filmes, desde as comédias rasgadas como George, O rei da Floresta até os dramas mais adultos como Crash, Com Méritos e Deuses e Monstros.

O filme era pra ser exibido em 3D, mas aqui em Belo Horizonte não existem cinemas com esse suporte, o que poderia ter transformado o filme em uns 200%.

A história é legal pra cacete, quem já leu o livro sabe do que eu to falando. Julio Verne era foda. E atualizando a história para o público de hoje em dia, eu diria que o filme cumpriu bem o que prometia. O filme não é pretencioso. Não quer ser algo épico. Os efeitos não são um primor, mas também não decepcionam.

Para o público infantil, aqueles que precisam de filmes com censura livre, pode-se de dizer que foi uma das melhores aventuras desse ano. Repito, para o público até 12 anos. =)

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A Múmia: Tumba do Imperador Dragão

Mantive a minha tradição de assistir aos filmes da série A Múmia no cinema. Uma série que me cativou desde o primeiro frame na tela e que merece o meu respeito como fã.

Nesse terceiro capítulo, depois mandar Imhotep duas vezes pra casa de Osíris, a familia O’conell dessa vez enfrenta um cara mais foda. Nada mais nada menos do que o Imperador Han, ou Jet Li, como quiser. Nesse filme, posso me enquadrar no lado dos que “gostaram pra caramba do filme”, enquanto a outra metade não gostou.

É o tipo de aventura que eu gosto. Eu não procuro um substituto para Indiana Jones. É clássico, tá lá firme e forte, mas temos que levar em conta que só agora o senhor Lucas e o Senhor Spielberg resolveram trazer o velho Indy de volta. Foram mais de vinte antes de espera e muita gente precisava de um novo estilo de aventura. E a Múmia trouxe isso. Protagonistas carismáticos, exploração, armadilhas, efeitos especiais. Tudo que tinha direito e nesse terceiro episódio não foi diferente.

Tá certo que não teve o mesmo fôlego dos outros dois, mas ainda sim trouxe de volta tudo aquilo que consagrou a série. A única coisa que eu não gostei foi a questão da imortalidade. Mas isso é papo pra outro post.

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Zohan - O Agente Bom de Corte

Todas as comédias do Adam Sandler são iguais. Mas eu não sei porque diabos, gosto de todas. Desde Billy Madson até Como se fosse a primeira vez, que na minha opinião, é o melhor filme dele.

Nesse filme, Sandler interpreta um agente da Mossad, serviço secreto de Israel, que sonha em se tornar um grande cabeleleiro nos Estados Unidos e para isso, acaba forjando sua própria morte durante um combate com The Phanton… ou Fatush. :D

As cenas mais engraçadas são, de fato, as cenas no salão de beleza e uma ou outra quando os Judeus e Palestinos estão discutindo na rua. Rob Schneider também intrepeta o seu papél secundário de costume e John Torturro faz o tal de Phantom.

Algumas risadas são garantidas, mas não é aquele filme que se diga “nossa que engraçadão!”. Tem seus momentos e só.

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Era Uma Vez

Esse filme não estava nos meus planos. Só assisti porque a censura de O Procurado é 18 anos, e a minha namorada não pôde entrar. Logo, mudança de planos.

Filme brasileiro que a mesma temática de sempre: Menino Pobre/Moça Rica, Ipanema/Morro, Família Rica/Família de Tráfico.

O era uma vez diz justamente isso, uma história de conto de fadas. O mocinho pobre que namora a menina rica até acontecer uma grande merda e eles terem que se separar. A história é bacana, e muito por sinal, apesar dos clichês. Esse ator, Thiago Martins, porra. Que ator foda. Muito melhor do que qualquer um desses que fazem Malhação e muito melhor do que aquele Gustavo Leão. O problema é que só encaixam o moleque no mesmo tipo de filme e no mesmo tipo de personagem. A porcaria do favelado.

Bom, a história é muito bem conduzida até o climax, que tem o desfecho mais ridículo que eu já assisti no vida. Sério. É totalmente desnecessário e idiota o que acontece. Sabe quando você tem que desarmar uma bomba e tem um bilhete assim: “Corte o fio vermelho para desarmar”. E o idiota vai lá e corta o fio azul? Então, é a mesma coisa. Forçaram tanto a questão da diferença social que simplesmente esqueceram de pensar um  final decente.

Romeu e Julieta por vias tortas. Bem tortas. Mas em filme brasileiro sobre favela, final feliz é exceção, não regra.

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Bom, é isso. Apenas um pequeno resumo sobre os filmes que assisti recentemente no cinema. Até mais!

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