Oi, eu sou o Rafael

Sem título ainda… Um dos grandes expoentes do humor auto-depreciativo nacional.

14 April 2009 ~ 2 Comentários

Tenso? Sei…

tenso

Quem sou eu pra discutir com “ela”, né?

Tsc, tsc, tsc…

09 April 2009 ~ 6 Comentários

Crise (virtual) existencial.

Estou passando por uma crise de existência. Mas não é uma crise comum, ela é completamente baseada em minhas experiências no mundo virtual. Vou tentar explicar basicamente o que está acontecendo.

Pode ser só impressão minha, mas ao que tudo indica eu sou mais influente e popular no Twitter do que aqui no blog. Enquanto aqui eu tenho poucos comentários e uma média de 400 acessos/dia, no Twitter eu tenho vários de meus Twitts repassados e muitas vezes respondidos.

Segundo especialistas, lá na gringa os blogueiros das antigas estão migrando todos para o Twitter. Acredito que 140 caracteres é uma leitura mais rápida e de fácil digestão do que um post em blog.

O que me atormenta é: adoro escrever no blog. Adoro blogs e tudo ligado a eles, mas encontrei no Twitter certa comodidade. Não preciso ficar horas e horas pensando no que escrever, não preciso me preocupar se vão me linkar ou não. Estou com a ligeira impressão de que sou mais relevante em 140 caracteres do que em sei lá, 1000 caracteres aqui no blog.

Por outro lado, acredito que esse pensamento deve ser encarado como um sacrilégio por alguém que tem no blog a sua fonte de renda. Imagina abandonar o seu pé de meia e trocá-lo por algo que, em um primeiro momento, ainda não possui uma forma de monetização?

Enfim, estou passando por esse momento e parecendo mais um adolescente do que um blogueiro. Mas acredito que a necessidade de escrever mais do que 140 caracteres terá algum peso na minha “decisão” final.

08 April 2009 ~ 1 Comentário

Viciado em algum site? Aqui tem a solução. Rá!

logo

Fato que existem sites que nos viciam de tal forma que a primeira coisa que fazemos ao acessar a Internet é ir direto conferir o dito cujo. Já fui assim com o Orkut, sendo até mesmo a minha página principal. Hoje em dia não tenho mais um site em que eu possa dizer que estou viciado. Tem o Twitter, mas não uso pelo site e sim através do TwitterFox.

Pois bem, se você anda viciado em algum site e acha que uma “rehab” não funciona pra você, experimente o site KeepMeOut! Você faz o seu cadastro e registra o site que você quer que saia da sua vida. Através do link disponibilizado, sempre que você ficar por mais de 60 minutos no site, o Keep Me Out dá um jeito de tirar você de lá.

Não é nada demais, é só pra se divertir mesmo. Mas fica a dica!

08 April 2009 ~ 0 Comentários

Causa Mortis

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Clique para ampliar

Uma das imagens mais foda que já vi até hoje: Uma espécie de mosaico mostrando o número de homens que irão morrer como resultado de várias causas: cancer, suicídio, ataque de tubarão, descarga elétrica e por aí vai.

Não sei de quem é a autoria, mas fica a imagem. Não tenho 100% de certeza, mas me parece alguma campanha para o Centro de Prevenção de Doença dos EUA. Se alguém souber, deixe aí nos comentários.

08 April 2009 ~ 2 Comentários

Palestra Novas Mídias na MTV Minas – Rodrigo Carneiro

Rodrigo Carneiro - Créditos: CCI - Newton Paiva

Rodrigo Carneiro - Créditos: CCI - Newton Paiva

Na última quarta-feira, dia primeiro de abril, ocorreu no Centro Universitário Newton Paiva uma palestra sobre Comunicação e Novas Mídias na MTV Minas ministrada por Rodrigo Carneiro.

Basicamente ele apresentou um pouco dessas novas mídias e mostrou um pouco como é o processo e utilização das ferramentas da web 2.0 no chamado Jornalismo Jovem da MTV.

Segundo Rodrigo, “o jornalismo jovem é o jornalismo dinâmico, extremamente atual, objetivo, verdadeiro – tudo isso embalado com muita personalidade e atitude. O conteúdo é mais perecível que peixe de feira. Se demorar a soltar uma matéria ela caduca em poucas horas. Ele é direto e sem frescuras, sempre pontuando o que realmente interessa, sem ser sensacionalista“.

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Essa é a realidade que vemos atualmente nos blogs e Twitter, que Rodrigo abordou mais adiante. Mas hoje em dia é perceptível a necessidade de se lançar uma matéria o quanto antes. Mesmo em blogs sem qualquer vínculo com veículos jornalísticos, percebe-se essa preocupação em ser o primeiro a veicular a matéria. No Twitter temos essa agilidade em maior grau. Muitas vezes só uma mensagem avisando do acontecido, e ao longo do dia temos o follow up do acontecido.

mtv

Ainda de acordo com Rodrigo, “o excesso de informação na cabeça do jovem hoje é bem maior do que antigamente. A tendência é aumentar. Segundo a apresentação, daqui a alguns anos, as matérias serão só títulos. O usuário vai buscar sobre o assunto isso na internet sem passar pela matéria“.

Não tenho uma opinião formada a respeito dessa teoria de que em alguns anos o usuário irá buscar o conteúdo de um título da matéria na Internet. Acredito que a tendência é a notícia se tornar dinâmica. Menos texto e mais links que prossigam com o assunto. Mas deixar tudo por conta do Internauta pode ser arriscado, uma vez que se o assunto não lhe interessa, ele não permanece na página.

“Deixar que o usuário busque o conteúdo livremente incomoda o jornalista”.

Acho que deve incomodar mesmo, afinal a função do jornalista é informar. Se essa função se perde, perde-se também o propósito da profissão. Tá, viajei. Ou não. Mas a verdade é que de fato hoje o usuário busca o conteúdo livremente, mesmo antes de ver uma matéria veiculada em jornais, revistas ou qualquer outro meio. Muitas vezes o boca a boca, agora potencializado com ferramentas como o Twitter incentiva o usuário a buscar mais sobre determinado assunto.

A internet tem métricas que facilitam verificar o que há de certo e errado no jornalismo.

Acredito que as métricas existentes na Internet facilitam verificar o que há de certo e errado em qualquer área da comunicação. Podemos ver com eficiência a repercussão de uma campanha pra uma marca no Google, em blogs, no Twitter e em redes sociais como o Orkut. Essa métrica é possível graças a proximidade com o consumidor e a facilidade de monitorar o que se é falado nesse meio.

O jornalista se atualiza freneticamente, tanto com relação ao conteúdo quanto com relação às novas ferramentas da Web. Tem a cabeça aberta sem preconceito. Se interessa pelos mais diversos assuntos e, ao mesmo tempo, se dedica a fundo ao que mais gosta, buscando lançar tendências e apresentar novidades.

Acredito que essa descrição se encaixe perfeitamente para qualquer profissional no século XXI. Informação é imprescindível para o repertório de qualquer pessoa. Quanto mais completo o profissional, maior o seu diferencial no mercado.

Para Rodrigo, “o jornalismo jovem deve possuir uma linguagem objetiva, direta e sem frescuras, cada vez mais próxima da linguagem da internet e até do SMS”.

Acredito que essa linguagem esteja relacionada aos meios tradicionais como TV, rádio, jornais e revistas, uma vez que observado pelo mesmo, na Internet a linguagem adotada é bem diferente da tradicional, sendo marcada pela sua dinâmica.

Algumas observações acerca do perfil do jornalista jovem:

Não é o dono da verdade e aceita receber críticas tranquilamente.

Não impõe seu ponto de vista e sim abre espaço para uma discussão.

É curioso e sempre atento a novidades.

Tem personalidade própria e muita atitude.

Falar mais de uma língua.

Saber utilizar mais de uma plataforma (Mac, PC).

Ler muito sobre os mais variados temas, dos assuntos mais complexos aos mais simples.

Viajar o máximo possível convivendo com as mais diversas culturas.

Abrir a cabeça e se despir ao máximo de preconceitos.

Como já disse anteriormente, esse perfil deve ser incorporado em qualquer área profissional. É a evolução natural das coisas.

Já quase no final da palestra, Rodrigo mostrou aos alunos as plataformas em que a MTV Minas atua:

Canais offline: TV, rádio, jornais, revistas, etc.

Canais on-line: portais, blogs, redes sociais, etc.

Dentro desses meios, a proposta da MTV Minas é integrar o On-Line e o Off-Line, de forma a agregar informações e realizar programas multi-plataformas.

Rodrigo ainda tocou em um ponto interessante: Convergência de Mídias.

Como exemplo ele citou o caso de celebridades da televisão que migram para os blogs e redes sociais e o caso inverso, quando blogueiros vão para a televisão. Um dos exemplos citados foi o blogueiro Didi, do blog Te Dou um Dado?, que apresenta o programa Gay Show.

O caso mais famoso de celebridade que se tornou blogueiro está dentro da própria MTV: Marcos Mion. O apresentador tem um dos blogs mais visitados e comentados da blogosfera brasileira.

Concluindo

“O jornalismo atual tem relação direta com este fenômeno em rede das novas mídias”.

“Se voltarmos alguns anos, temos milhões de pessoas assistindo a um mesmo jornal, pór exemplo. Hoje, cada uma destas pessoas tem acesso a uma infinidade de conteúdo para escolher o que quiser, e tem ainda participação ativa na programação e transformação da informação (para o bem ou para o mal – desconfie da fonte)”.

Por isso, “objetividade” e “interatividade” são as palavras da vez. E como as ferramentas e plataformas para comunicar com o mundo são aprimoradas a cada dia – e estão nas mãos de qualquer pessoa – cabe a nós explorá-las ao máximo com criatividade e consciência“.

Não só o jornalismo como também a publicidade e demais áreas ligadas à comunicação tem uma relação direta com as novas mídias. Os meios se complementam e evoluem com grande velocidade. Integrar e utilizar da melhor forma são o caminho certo para quem quer trabalhar com comunicação, principalmente para o público jovem.

Eu me perfazendo de Twitteiro LiveStreaming! Créditos: CCI - Newto Paiva

Eu me perfazendo de Twitteiro LiveStreaming! Créditos: CCI - Newto Paiva

Fiz uma cobertura ao vivo no Twitter. Para ver como foi, clique aqui.

07 April 2009 ~ 9 Comentários

Atoa em casa? Então se transforme em um animal.

Fato que nos momentos de ócio temos grandes idéias. Algumas são geniais do ponto de vista fanfarronesco. Outras do ponto de vista empreendedor e tal. Eu geralmente não tenho nenhuma boa idéia quando fico sozinho em casa. Geralmente as minhas boas idéias se resumem a acessar o Dedada… bom, deixa pra lá. Deu pra entender, né?

Enquanto pesquisava algumas coisas relacionadas a design me deparei com essa série de fotos. Um desocupado qualquer, em um desses momentos de ócio, resolveu utilizar tudo o que tinha guardado no armário e se “transformou” em vários animais diferentes. O pior de tudo é que a “imitação” ficou perfeita!

[...]

06 April 2009 ~ 1 Comentário

Advogado de Social Media, a profissão do futuro!

Escute o conselho do cara... GET A FUCKIN LIFE!

Escute o conselho do cara... GET A FUCKIN LIFE!

Eu acredito piamente que a tendência daqui a alguns anos não será mais “analistas de social media” e sim “experts em direito eletrônico”. Sabe por quê? Porque a moda agora é chamar de “criminoso” toda e qualquer pessoa que utiliza um meio não tão ético para conseguir algo na Internet.

Não, não estou falando de quem envia e-mail com link pra vírus. Estou falando de criminosos da pior estirpe, do tipo que fica em casa grande parte do dia bolando um script para adicionar em massa no Twitter ou cria um “meme” para alavancar algumas posições no ranking do BlogBlogs.

Sim, são verdadeiros criminosos e para eles não basta uma simples pena de regime fechado. A pena de morte é muito pouco. Esse tipo de gente deve sofrer as conseqüências da pior maneira possível. A punição mais leve é ter o ânus devidamente besuntado de ácido sulfúrico, após o derretimento parcial de suas pregas, o indivíduo deve ser prontamente penetrado por um traficante de diamantes do Senegal. Após esse pequeno aquecimento, empalar o infeliz de maneira que todo mundo saiba o que ele fez para ser tratado daquela forma.

Eu não manjo muita coisa de Direito, leis e tal. Posso dizer que sou leigo nesse assunto, mas definitivamente acredito que utilizar o API aberto de uma ferramenta para desenvolver um script, independentemente da sua função (dar follow, unfollow e etc) não é crime nem aqui nem na China comunista. Malandro só usou o que a própria ferramenta disponibiliza e criou um script pra “poupar trabalho”.

Adoto a postura do “ando” pra esse tipo de coisa. Estou cagando e andando pra quem possui mais de 50 mil followers e o que essa pessoa faz com esses followers. Acredito que a grande maioria das pessoas que se importou com isso também deveria adotar a mesma postura.

No que isso influenciou a sua vida? Você perdeu amigos? Perdeu a mulher? Perdeu dinheiro (isso pode ser um grande problema pra uma galerinha)? No máximo, no máximo, a única coisa que você perdeu foram algumas posições em um ranking que não diz muita coisa. Então pare de ficar se preocupando com essas pessoas. Deixe que elas se matem por um minuto de atenção ou por um ranking que não demonstra nada mais nada menos do que a banalidade que alguns números representam para blogueiros.

É clichê mas, Get a Life!

05 April 2009 ~ 6 Comentários

Mas é um retardado mesmo…

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Dia desses acompanhei uma discussão no Twitter sobre a utilização da foto de um portador de síndrome de Down em um post do Cris Dias sobre o Twitter. A reclamação era basicamente sobre a grave ofensa que é utilizar a foto de um deficiente mental como ilustração para um post que falava basicamente disso: pessoas retardadas.

Parei pra pensar: pelo menos uma vez na vida você já chamou alguém de retardado, mongolóide, imbecil, demente, down e outros nomes que remetem a qualquer deficiência mental. Não adianta dizer que não. Você já fez isso, os seus pais já fizeram isso e até seus amigos já fizeram isso. Da mesma forma como você também já chamou alguém de negão ou preto safado.

Você não foi processado por isso. E se alguém o criticou, você também utilizou o argumento de que estava apenas brincando. Eu sei disso, pode contar, vai.

Acontece que atualmente qualquer coisa é motivo de “papo sério”. Papo de processo, papo de “vamos mobilizar uma galera e boicotar o fulano que é contra deficientes mentais”. Poxa, espera aí. A imagem não tinha legenda ou nada que relacionasse a deficiência a alguma piadinha. É querer encontrar pêlo em ovo. É o simples e puro prazer de encrencar com qualquer coisa.

Entenda: semântica. Saiba distinguir a agressão da brincadeira. Não me venha com essa de que não se brinca com a deficiência dos outros. Ninguém deve realmente fazer uma piadinha com a deficiência alheia, mas acredite, o deficiente esclarecido e com a cabeça no lugar faz a própria piadinha. Eu tenho um amigo anão e o cara fala mais pérolas sobre o seu pequeno problema do que qualquer outra pessoa. Sim, em algumas vezes ele já foi chamado de retardado.

Admito que eu também adoro encrencar em alguns casos. Mas achei isso demais. Papo de processo velho? Tudo agora é processo? Como o Théo bem disse: o processo agora é tipo a “mamãe” quando você apanha na rua? Não é pra tanto.

A cada dia que passa a Internet se torna mais e mais séria. E não é no sentido sério de “organizada” que eu digo. É no sentido “séria” de que eu não posso fazer porra nenhuma que vai ter nego me vigiando e doido pra enfiar um processo pelo meu rabo adentro.

Tal como o parquinho do meu condomínio, que antes fora um lugar mágico e repleto de aventuras e lembranças e hoje não passa de uma área cercada de mato e merda de mendigo, a Internet já foi um lugar maneiro. Hoje é um convento cheio de freiras e padres prestes a socar um crucifixo no primeiro que ousar ser contra a sua doutrina.

Patético.

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03 April 2009 ~ 3 Comentários

Axé Brasil, Axé Minas Gerais!

Axézão é nois!

Axézão é nois!

Continuo sem Internet em casa. Espero que resolvam o problema hoje ainda, enquanto isso aproveito o horário de almoço pra manter o blog atualizado.

Pois bem, hoje e amanhã rola aqui em Belo Horizonte o famoso (?) Axé Brasil. A maior reunião de micareteiros por cm² na cidade. É difícil admitir, mas eu já vendi um Playstation 2 pra ir em um show desses com meus amigos. Quem tem amigos que te influenciam a fazer isso, definitivamente não precisa de inimigos.

Fato que esse show é o ápice da vida de um pré-adolescente e até mesmo um adolescente, já que ele passa o ano inteiro juntando dinheiro e malhando para fazer bonito nos dois dias de folia baiana em Belo Horizonte. Os comentários em pontos de ônibus, comunidades do Orkut, Nicks de MSN é um só: Axé Brasil eu voooooou!

Eu? VOCÊ! EU VOOOU!

Eu? VOCÊ! EU VOOOU!

Eu não gosto de Axé e não tenho nada contra quem gosta. Como já disse, eu até fui a um. Mas é inegável que aquele não é um ambiente para um cara como eu. Muita gente, muita droga, muita mulher feia, muito boy metido a lutador de vale tudo e muita, mas muita música que não faz bem aos meus ouvidos (sim, eu moro em uma bolha).

Lembro quando fui naquela edição. O ano foi 2006. Por tudo o que eu tinha ouvido falar desse “grande acontecimento”, não poderia ser ruim. Todo mundo gostava. Todo mundo falava bem. Todo mundo esperava o ano inteiro por isso. Mas o que poderia fazer um nerd roqueiro e gorinho no meio de uma micareta? Exato! Achar tudo aquilo monótono e chato, e sair de lá sem pegar ninguém. Típico da minha pessoa.

Imagina um protesto com esse tanto de gente?

Imagina um protesto com esse tanto de gente?

Para promover o evento esse ano, instalaram uma casa de vidro em um shopping aqui de BH. A idéia era simples: casais se beijavam por quanto tempo agüentassem para mendigar um par de ingressos. O shopping é justamente o que eu tenho que passar por dentro pra ir almoçar. Logo, me deparava com hordas e mais hordas de adolescentes em pleno desenvolvimento sócio-sexual a procura de um passaporte que lhes permitisse participar da grande festa do Axé.

Fato inegável que eu odiei tudo aquilo e passava com cara de desdém. Afinal, eu ando 25 minutos do trampo até o restaurante e esse povo fica ali, beijando pra ganhar um ingresso, enquanto eu tento fazer o PIB do país aumentar um pouco. Eu devo ser muito conservador mesmo. Aliás, eu deveria ter nascido na era Vitoriana.

Enfim, acho que tudo isso é culpa da falta de Internet em casa. O meu doce mundinho virtual que me mantém longe desse tipo de evento. O mundinho onde eu encontro conforto nos porns, blogs e Twitter da vida. Tudo o que um jovem saudável precisa para sobreviver. (Claro que minha namorada é mais importante do que qualquer uma dessas delícias virtuais!)

Não sei quando volto a postar. Tenho um post quentinho de uma palestra sobre novas mídias na MTV Minas, mas o material está todo no notebook. Assim que der um jeito, vai para o ar.

02 April 2009 ~ 3 Comentários

O Velox está me deixando puto!

Eu sempre acompanhei de longe o sofrimento da galera de São Paulo com o “péssimo” serviço Speedy, da Telefônica. Aqui em Belo Horizonte eu nunca havia passado por esse tipo de problema. Tenho Velox (o serviço de Internet banda larga da OI-Telemar) desde 2003 e por muito tempo ele não me deu nenhum problema. Muito tempo mesmo, eu diria.

Mas isso mudou em 2008. Em primeiro lugar, me venderam um novo plano que envolvia o aumento de velocidade de 1 para 2mb. Ótimo, maravilhoso, porém eu não desfruto dessa conexão porque ela simplesmente ainda não foi disponibilizada no meu bairro. Ou seja, me venderam um produto cujo o qual eu não posso usufruir devido a falta de infra-estrutura deles. TODOS os bairros vizinhos já possuem até o Velox de 8mb.

Relevo isso pois a conexão de 1mb acaba sendo suficiente para o meu dia-a-dia. Mas, há alguns meses o Velox começou a ter quedas constantes. E chegou ao ápice essa semana, já que estou há dois dias sem internet. A conta está paga em dia, o modem funciona direitinho e só a porcaria do sinal do Velox que não chega até a minha casa. Ao que parece, não sou só eu que estou sofrendo com esse problema.

Quando ligamos para o suporte a única informação é “realmente estamos com problemas”. Okay, eu percebi que estão com problemas. Mas pretendem tomar quais medidas? Já estão trabalhando na solução do problema? É esse tipo de informação que o cliente deseja. Que está com problema, eu percebi no momento em que a minha conexão caiu.

Faço esse post do trabalho, aproveitando o horário de almoço. Mas não sei dizer por quanto tempo mais ficarei sem Internet em casa. O Velox, que já foi um dos serviços de melhor qualidade que já utilizei, hoje está se tornando uma verdadeira porcaria. O tipo de porcaria que me faz pensar seriamente em ligar pra GVT e assinar um plano com eles.