Archive | Inutilidades

30 December 2008 ~ 3 Comments

Free Willy – O abate

Comer é uma arte. Não basta apenas comer, você tem que saber saborear a comida nos seus mais variados aspectos. Logo, se comer é uma arte, eu sou mestre em fazer obras-primas, afinal, eu sou um cara que come bem. Nos dois sentidos, se é que me entende. Fato é que, como todo artista tem um revés na sua vida, vide Van Gogh decepa orelha e Beethoven surdinho, eu tive a infelicidade de engordar… de novo.

Em meados de 2004, no auge da minha adolescência, eu adquiri algumas arrobas a mais, o que me enquadrou no grupo dos cheinhos. Foi uma época farta na minha vida. Farta de comida, apelidos e zoações. O estopim foi uma foto minha em que eu aparecia com quatro queixos. Não vou postar aqui porque seria vexaminoso demais.

O tempo foi passando e eu fui emagrecendo novamente. No meio do ano passado eu era um cara magrinho de novo, esbelto, bonito, rico e bem sucedido. E com todos esses atributos, arrumei uma linda namorada. Tá certo, nem foi porque sou rico, lindo, bonito e bem sucedido, mas sim por ser um cara legal. Mas deixa isso pra lá que não faz parte da história.

Acontece que o destino resolveu me pregar uma peça e enfiou misteriosamente 17kg no meu corpo (isso pegou mal). O que antes era um belo rapaz esbelto, com 70kg muito bem distribuídos, exibindo este visual:

Atualmente é um gordinho muito do sapeca que, em 12 meses, adquiriu enormes 17.7kg e hoje ostenta esse visual:

Yo Willy!

Yo Willy!

Inegável que o índice de tecido de tecido adiposo acumulado no meu organismo subiu substancialmente. Eu voltei a a ter bochechas rechonchudas, adquiri mais um queixo promovendo a fusão entre meu queixo e meu pescoço. O pior de tudo é ver as minhas bermudas e blusas se tornarem mais apertadas.

As blusas são um caso a parte, já que eu usava P e se for vestí-las atualmente, ostentarei com orgulho uma proeminente pochete sob o tecido, fruto de muitos e muitos BigTastys, BigBobs e picanhas com batata frita. Eu não sei o que aconteceu, já que não como esses lanches com tanta frequência. No máximo uma vez por semana.

Fato é que já estou sendo cogitado para a continuação do clássico dos anos 90 Free Willy. E não, eu não vou nadar com a baleia. Eu serei a baleia. Por mais triste que isso possa parecer. E aproveitando o embalo, gostaria de expressar aqui o quanto eu não suporto gordinhos. Principalmente quando eu sou o gordinho em questão.

Ao engordar eu me torno mais desastrado, o que só contribui para me tornar motivo de chacota e a ganhar o posto de gordinho da turma. Mas depois de amanhã já é 2009. Ano novo, vida nova.Vou voltar a praticar o futebolzinho com a galera além de empreender um regime alimentício e atividades que envolvam a queima de calorias. Muitas calorias. Mais especificamente 17,7kg de calorias.

Ainda bem que nessas férias eu não vou para a praia. Eu correria o sério risco de me encalhar nas areias capixabas e ser motivo de piada para todos os demais. Ou então virar sushi em algum restaurante japon~es da região, já que carne de baleia é meio raro.

Mas se formos olhar pelo lado blogosférico da coisa, atualmente os blogueiros de mais sucesso são gordinhos. Essa pode ser uma marca registrada da raça já que provavelmente a vida social desses seres se resume a sentar na frente do PC, comer, beber e… comer de novo. E depois postar tudo no blog.

Enfim.

Ser gordo é um karma.

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30 December 2008 ~ 6 Comments

Eu não sou Mac.

apple_mac_mini_inhand

Há um certo tempinho a Microsoft lançou a sua nova campanha publicitária com o tema I am a Pc, para “bater de frente” com a campanha da Apple Mac x PC. Para um cara que olha de fora, como eu, essa é uma campanha que nunca me atingiria em cheio, apesar de eu ter dois PC’s em casa e não ser nada Macmaníaco. Vamos aos fatos.

Eu vivo em um país onde não existe uma “Apple Store”. Logo, todo produto da Apple que entra no país custa os olhos da cara. Some a isso o fato de eu não possuir uma renda que me permita gozar de uma saúde financeira confortável, já que raramente consigo comprar alguma coisa a vista.

Os ditos Macmaníacos do Brasil são uma pequena parcela do que se pode considerar aqueles que gostam de ostentar. São diferentes não de uma maneira cool, mas de uma maneira “eu tenho grana e uso Mac, para eu e meus amigos, eu sou Cool”. Não é muito raro ver essas pessoas tendo problemas de incompatibilidade em grandes eventos que necessitam as tão famigeradas apresentações de slides.

Geralmente aqui no Brasil quem possui um Mac são as pessoas que trabalham com Internet ou os publicitários descolados. Entre Junho de 2007 e Abril de 2008 eu tive uma experiência com Mac. Na agência em que eu trabalhava, todas as máquinas eram Mac. Seja para redação, direção de arte ou atendimento. Porém, um grande fator era que essa agência era experimental e formada somente por alunos da minha faculdade. Na turma que entrou comigo, grande parte das pessoas nunca havia trabalhado com um Mac. Ou seja, ficaram mais perdidos que cego jogando Counter-Strike.

Muitos procuravam o botão direito do Mouse, enquanto outros procuravam a famosa barrinha Iniciar. Levou um tempo até que todos os que não haviam trabalhado com a máquina se adaptassem. Lembrando desse fato, páro e penso que, por vários fatores, a plataforma do Mac nunca será popularizada aqui no Brasil. Continuará sendo “símbolo de status” de uma minoria que, vendo uma outra minoria adquirindo, utiliza a plataforma como forma de se integrar a esse grupo seleto de jovens descolados.

Enquanto isso, os PC’s vão só caíndo de preço e ajudando ainda mais na inclusão digital, seja isso bom ou ruim. Eu trabalho com PC desde que tive o meu primeiro contato com a informática. Tive problemas? Claro. Mas com o Mac também, e problemas semelhantes tais como o travamento do sistema e a lentidão em alguns casos.

Acredito que atualmente, pelo menos no Brasil, o Mac não seja um diferencial de qualidade, e sim uma forma de ostentar um status perante outras pessoas. O preço que você paga em um Mac com uma configuração razoável, você pega um PC ultra foda que te permite rodar até a sua versão pessoal da Matrix. Sem contar o suporte, que pelo menos aqui em Belo Horizonte, já vi muita gente sofrendo para conseguir.

É por isso que eu não sou um Mac. Porque eu sou um garotinho falido e que, até o momento, não tenho a necessidade de ostentar um computador que me faça ser incluido em uma patotinha de pessoas descoladas que se admiram umas às outras. Estou satisfeito com os meus dois PC’s. Rodam os jogos que eu preciso, não travam com Photoshop, Illustrator e etc, e até o momento, nenhum deles deu problema no sistema operacional, sendo que no Desktop roda Windows XP e no notebook roda Windows Vista.

Não vou dizer I am a PC, até porque eu nunca fui um Mac de fato. Só trabalhei no estágio e apenas isso. Eu sou apenas um usuário comum de computadores que não exige demais de um sistema operacional. Principalmente quando essa exigência se resume a jogar World of Warcraft, blogar e twittar.

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22 December 2008 ~ 11 Comments

O grande hacker do Orkut

Eu adoro a Internet e tudo que ela proporciona. Principalmente quando o assunto é pornografia. Mas isso não vem ao caso. O grande barato da Internet é a inteligência coletiva. Veja bem, inteligência. A construção de um saber que está disponível para qualquer um buscar informações e compartilhá-las da mesma maneira. Alguns conseguem absorver de forma precisa o que aprendem, enquanto outros falham miseravelmente.

Lembro das minhas aventuras cibernéticas logo quando ganhei meu primeiro computador. Eu sempre fui um fã dos “hackers”. Aqueles caras que invadiam sistemas de forma espetacular e essa minha admiração só cresceu depois que um “hacker” pegou a Angelina Jolie no filme do Zero Cool. Enfim, de hacker o filme não tem nada, mas tinha a Angelina Jolie de cabelo curtinho. Valia a pena.

Eu, empolgado com um computador e acesso a Internet, resolvi “pesquisar” sobre a cultura hacker a fim de me tornar um. O primeiro passo foi a aprender a manusear de forma correta o Sub Seven sem me infectar. Na teoria e nos sites era tudo muito lindo e funcional. Pode ser que naquela época as pessoas era mais suscetíveis a aceitar arquivos com o nome “Feiticeira Pelada.EXE”. Afinal, desde os primórdios da humanidade, qualquer coisa que envolva um nome feminino e as palavras Nua, Pelada e Sem Roupa sempre despertaram a atenção dos homens.

Pois bem, o que eu quero dizer é que na Internet existem milhões e milhões de sites que fornecem dicas espertas para você descobrir senhas do Orkut e do MSN. O problema é que a grande maioria das pessoas simplesmente não tem competência para botar essas dicas em prática. As vezes, essas pessoas são tão burras que o próprio site que fornece as dicas maneiras rouba a senha.

Agora a noite, enquanto estava tranquilamente conversando com os meus amiguinhos da BlogZona, recebi um scrap no Orkut. Um carinha pedindo ajuda para divulgar a comunidade dele. Como eu utilizo o GTalk, sobre uma janelinha falando que recebi scrap e só li a primeira parte. Logo achei que era mais um blogueiro pedindo auxílio e fui lá conferir o scrap. Me deparei com isso:

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SolRaker

O hackerzão tentou me enganar, me ludibriar e brincar com a minha boa fé de ajudar aqueles que vem a mim e pedem auxílio. Ele só pecou em um aspecto: Vila Bol?

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Quem usa o Vila Bol hoje em dia? E o principal: quem usa o Vila Bol pra dar uma de scammer?

Lógico que eu tive que responder o cara, afinal, essa poderia ser apenas uma brincadeira de mal gosto e fui, entrepidamente, questioná-lo:

Eu dando uma de engraçado

Eu dando uma de engraçado

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Eu realmente estava incrédulo quanto a tamanha cara de pau do nosso grande Kevin Mitnik brasileiro. Mas o rapagão estava falando mais sério do que Sarney anunciando o plano Cruzado:

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O hacker estava disposto a roubar os meus dados e se deliciar com essa conquista Épica para o seu portifólio hacker. Mas, como eu já sou repetente na escola que ele é novato, fui logo mostrando pra ele que eu sou muito mais hacker, fodão e pintudo que ele.

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Além de hacker, o nosso Crash Override deve ter feito um curso de teatro, onde aprendeu técnicas igualmente eficazes de se fingir de bobo.

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nowaioo2

Eu tentei explicar o motivo pelo qual eu não acreditava na mais bem elaborada lorota proferida pelo nosso grande hacker do Orkut e fui, humildemente, dizer que desde que eu tenho uma conta no Orkut, ele nunca foi hospedado no “Vila Bol“:

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Eu poderia ter caído facilmente nesse golpe. A história do cara estava bem elaborada. Pedir pra participar de uma comunidade e tal, ainda mais eu que sou do tipo que doa dinheiro pra ONG’s e leva sopa pra desabrigados… ok. Mentira, não faço nada disso. Mas enfim, a história dele poderia ser bem convincente se não fosse por um único e simples porém:

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Vila Bol cara. Isso é tão… 1999. Se fosse há 10 anos, eu cairia fácil. Mas infelizmente o nosso aprendiz de hacker não aprendeu as dicas direitinho e não foi bem sucedido no seu plano de roubar os meus dados. Mas fica a dica aí. Se você usar tipo o HPG, ou então o Lycos, ou o Members.Tripod… hahahahahaha.

Acho que imaginando que se tornaria motivo de post no meu blog, o malandrão apagou os scraps que deixou no meu orkut, mas está tudo devidamente documentado aqui, no meu blog hospedado no Vila Bol.

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19 December 2008 ~ 26 Comments

O mestre da sedução.

O mestre em um momento não muito hétero da sua carreira...

Robin Hooliver

Esqueçam tudo o que já leram sobre a arte da sedução. Você é um cara incompleto e incompetente se nunca assistiu a um teste de fidelidade protagonizado por aquele que muitos consideram um mito, um Deus entre os mortais, o cara mais conhecido como Marcos Oliver.

Dotado de um imenso conhecimento da psiqué feminina, Marcos Oliver nos brindava todas as segundas-feiras com aulas práticas da milenar e infalível arte da sedução. Graças a esse cara, a esse ícone, hoje em dia eu posso me gabar de saber como conquistar uma mulher. (Eu já conquistei e estou com ela até hoje :D ).

Tratado pelos mais íntimos apenas como “Oliver”, esse grande nome do imaginário popular demonstrava sua perícia seducional no extinto programa Eu Vi na TV apresentado por outro grande nome da mídia brasileira: João Kléber.

O programa, tido por alguns como uma série de aulas práticas de como se pegar mulher, possuia um quadro de enorme sucesso onde homens e mulheres expunham seus cônjuges às tentações carnais semeadas por um time seleto de pessoas Ph.D em fornicação. Entre os nomes que participavam dessa vertente do TeleCurso 2000 para Lisos, marcavam presença Bruna Ferraz e Márcia Imperator, duas metelonas de boca cheia. Não tinha como não tirar uma boa lição daquilo ali.

Mas, Oliver era o exemplo a ser seguido. Não adianta você ser bom de papo, ter dinheiro e carro do ano se não souber utilizar com desenvoltura as frases proferidas pelo nosso mestre. Marcos Oliver utiliza com enorme sucesso todas as ferramentas que a natureza oferece: uma fala mansa, sensual, ao pé do ouvido praticamente. Sempre acompanhado de um bom vinho, o cara começava de mansinho e em poucos segundos destilava toda a sua experiência como Go-Go-Boy do Clube das Mulheres.

Frases antológicas como “Esquece o mundo lá fora, vamos curtir o momento. Só eu e você” marcaram uma geração de jovens que, para os padrões da sociedade, não possuíam os atributos físicos e financeiros necessários para conquistar garotas. Sem essas duas condições básicas, restava o bom papo e o tiro certeiro.

Eu, como um bom discípulo, anotava todas as cantadas com a esperança de um momento oportuno para aplicá-las e lograr o tão sonhado êxito (leia-se: fornicar). O meu repertório, após as aulas com Marcos Oliver, aumentou do tradicional “oi, tudo bem” para uma enorme quantidade de frases de efeito como “A vida é um jogo de xadrez. Eu sou o rei, você é a rainha e o seu namorado é o peão. O que a gente faz com o peão? Elimina”.

Sério, tem que ser gênio pra falar isso. Mas claro, existe toda uma expressão corporal. O toque, o olhar e o movimento de mãos fazem parte de toda a estratégia que almeja o sucesso total e uma possível transa ao final de tanto empenho.

Entre pessoas normais, Marcos Oliver nasceu com um dom. Ele semeava a arte da sedução nos nossos tubos de imagem todas as segundas-feiras. Porém, aqueles velhos conservadores e suas esposas entediadas deram um jeito de proibir a exibição do programa. Talvez por medo que as futuras gerações obtivessem um nível máximo de conhecimento, porém, nunca chegariam aos pés do mestre. Aquele ali sabe como espalhar a palavra.

Hoje eu agradeço a Marcos Oliver. Em quatro anos de faculdade eu não tive nenhum “mestre” que me fornecesse tamanho conhecimento útil e eficaz quanto esse. Vida longa ao mestre!

PS. Atualmente o mestre é um pai de família, casado e com filhos. Porém, o legado continua e a palavra do mestre sempre será perpetuada!

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16 December 2008 ~ 5 Comments

Discipulos da Marimoon

Não é segredo que a televisão influencia as pessoas. Principalmente os jovens, que estão em uma fase onde buscam por uma identidade e uma forma de se destacar dentro do seu círculo social. Muitos desses jovens se inspiram em seus ídolos tais quais bandas, atores, personagens e em alguns casos, apresentadores de televisão.

No longinquo ano de 2003, 2004 por aí, surgia nessa Internerd afora uma dessas celebridades virtuais. O nome da moça é Mari Moon e hoje ela é uma bem sucedida (sic) apresentadora da MTV. A moça tem (quase nenum) carisma, se veste (nada) bem e é uma espécie de ícone para essas garotinhas da Era Fotolog. Uma desconhecida que chegou ao estrelato graças ao seu público e o seu jeito despojado.

Pois bem, ela é uma formadora de opinião. Mari Moon influencia jovens pelo seu modo (fake) de agir, sua (falsa) atitude e seus ideais. É normal ver algumas garotas se inspirando no visual da apresentadora. Afinal, ela se veste como uma adolescente, age como uma adolescente, mas não é uma adolescente. Acontece que não são só garotas que assistem o programa Scrap MTV. E quando dizem que a televisão possui uma força ninguém acredita. Mas eu mostro a prova de que Marimoon não influencia somente moças, digo, garotas:

MariSun

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13 December 2008 ~ 2 Comments

E o Kiko?

Nayara quer mudar de escola em 2009

Longe da sala de aula desde que ficou refém em um apartamento em Santo André, no ABC, em outubro, a estudante Nayara Silva, de 15 anos, não renovará sua matrícula na Escola Estadual Professor José Carlos Antunes, em 2009. A intenção da família é que ela faça escola técnica. Para não sofrer com o assédio e também não atrapalhar a rotina de seus colegas, Nayara não fez as provas com sua turma do 1º ano do ensino médio. As notas finais virão de trabalhos feitos em casa.

“Ela fez trabalhos de todas as matérias. É comum esse procedimento quando o aluno não pode estar na escola”, contou Andréia de Lourdes Rodrigues de Araújo, mãe de Nayara e professora da rede estadual de ensino. Segundo ela, quando houve dúvidas, alguns professores foram à casa dela ou a própria Nayara esteve na escola, localizada em Santo André, no ABC. “Mas só umas duas ou três vezes”, contou Andréia.

Boa aluna “em todas” as disciplinas, de acordo com Andréia, a jovem Nayara gosta mesmo é de matemática. “Ela nem sabe o que vai fazer ainda. Tem o plano de fazer um curso técnico, mas não pude ver isso ainda”, disse a mãe da adolescente, que ficou sob o poder de Lindemberg Alves, 22. Com ela, também estava Eloá Cristina Pimentel, 15, ex-namorada de Lindemberg.

Os três ficaram no apartamento de Eloá, na periferia de Santo André, porque o rapaz não aceitava o fim do namoro. O seqüestrom de 100 horas, terminou com Eloá morta e Nayara ferida com um tiro na boca. O criminoso está preso no interior do estado. Por meio da assessoria de imprensa, a Secretaria estadual de Educação confirmou que a adolescente foi liberada de fazer provas e informou que os trabalhos “estão sendo avaliados”. O ano letivo da escola termina dia 19.

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Exatamente. E o Kikotenho haver com isso?

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27 November 2008 ~ 4 Comments

10 dicas para você levar a sua namorada para a cama.

1 – NUNCA, em hipótese alguma, siga dicas de alguém que você nunca viu na vida. E se eu for um virgem noob que nunca viu uma mulher pelada a não ser na internet?

Humpf.

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22 November 2008 ~ 1 Comment

A falta de pauta dos sites de fofocas.

Trabalhar em um site de fofocas deve ser algo sensacional. Até um peido vira pauta pra notícias. Geralmente as notícias veiculadas nesses sites são das mais inúteis e agora acabei de ver uma que chegou ao cúmulo da falta do que publicar.

Mickey Rourke depila as axilas em novo filme

Sério, os caras viram o trailer do filme The Wrestler, novo de Darren Aronofsky e a patir de uma única cena. Não dura nem 2 segundos direito, fizeram uma notícia e com destaque na home do portal.

As vezes eu me mato pensando em alguma coisa para escrever no blog e acabo não me ligando nesses pequenos detalhes que os jornalistas do Ego observam. Basta apenas um frame para ter um grande post. Enfim. Enquanto a vida de uns é dura, a de outros é moleza.

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06 October 2008 ~ 9 Comments

Imagens exclusivas de Dragon Ball o filme (na sua versão brasileira)

O que seria do mundo sem o “jeitinho” brasileiro? Quem não é mestre no photoshop se vira muito bem com as artimanhas proporcionadas por uma das ferramentas mais revolucionárias da informática: O MS-Paint.

Um cara que é fã de Dragon Ball pelo visto, resolveu homenagear a obra-prima de Akira Toryama e fez essa verdadeira obra de arte. Um verdeiro gênio dos mouses.

Achei no Padrão Iogurte.

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26 September 2008 ~ 1 Comment

Emos dançando funk. Vídeos da banda McFly

Deve existir alguma conspiração para que o funk domine o mundo. Não o funk de raiz, dos anos 60. Aquele estilo musical swingado, pautado pelos baixos marcantes e cheios de groove, mas sim o funk atual, o carioca. Mulheres-fruta, nomes de “bondes” cada vez mais sinistros e os MC’s dominando todas as rádios. Isso deve ser alguma conspiração norte-americana para exportar cultura cada vez mais inútil. Enfim.

Todo mundo já deve tá sabendo que a bandinha coqueluche mundial, o McFly vem ao Brasil esse ano. Ou ano que vem, não sei. Mas vem, e para se acostumarem com as belezas naturais do nosso país, nada melhor do que ensinar aos emos o rítimo mais marcante da cultura popular brasileira: O Funk.

Com vocês, McFly aprendendo a dançar funk ao som do Bonde do Tigrão:

Encontrei no blog do André, ressurgido das cinzas.

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