Foi dada a largada ao Twitter Pago.

19/03/2009 at 12:45

O assunto do momento é o contrato publicitário entre Marcelo Tas e a Telefônica para twittar sobre a marca 20 vezes ao mês. Não vou dizer que fiquei surpreso. Afinal, eu praticamente dei o caminho das pedras nesse post. Rá.

adsense

Vendo alguns comentários no twitter e algumas pessoas deixando de seguir o Marcelo Tas, pensei com os meus botões e cheguei a uma conclusão (pessoal) que me deixou um pouco assustado: trabalhar com publicidade para a web está cada vez mais difícil.

Aliás, trabalhar com publicidade está cada vez mais difícil. O público está mais ativo, principalmente em um meio como a Internet onde não podemos contar com a passividade da audiência. Se não gosta da propaganda, do post pago ou do Twitt pago, é fácil. Sai da página e pronto.

Esse é o poder das mídias sociais. Apesar da sua colaboratividade, a interação das pessoas depende muito do interesse em comum. Ser impactado por uma mensagem indesejada gera repercussão e movimentos que podem ser contra ou a favor de campanhas nessas mídias.

Eu não sou um dos maiores defensores do publieditorial. Acredito em formas mais interativas e dinâmicas de se fazer publicidade em blogs, mas não deixo de ler um blog por ele fazer esse tipo de publicidade. Pelo contrário, salto a parte do anúncio e continuo a leitura. Mas se a primeira página possuir só anúncios fica difícil.

Digo o mesmo em relação a essa forma de publicidade que está surgindo no Twitter. Você não precisa deixar de seguir uma pessoa só pelo fato dela estar anunciando um produto. Exceto em casos onde o usuário twitta apenas sobre um produto. O que são 20 mensagens por mês sobre determinado produto pra um cara que está sempre falando algo relevante?

Isso serve como um aviso para os publicitários. Devemos ficar mais espertos e criativos. Foi-se a época que o público era bobo e engolia tudo que a gente produzia. Com um canal abrangente como a internet e a urgência das mídias sociais, as possibilidades são infinitas e se o conteúdo não agrada, ele não vai hesitar em clicar no X e fechar a página. Ainda pra completar essa mistura, o consumidor agora tem voz e a possibilidade de propagá-la com uma rapidez tremenda.

Outro ponto em relação a esse assunto que se faz necessário citar é: o Tas vai falar de uma marca que é visivelmente massacrada pelos seus usuários no Twitter e em blogs. Não tenho conhecimento de causa, pois a empresa anunciante não oferece serviços em Minas Gerais, mas clique aqui e entenda o porquê desse comentário.

A Telefônica é vista como uma das piores prestadoras de serviços em São Paulo. Logo, é normal que as pessoas que seguem o Marcelo Tas e tem uma experiência com essa empresa, vão achar uma verdadeira falta de noção falar bem da marca, mesmo que seja um novo serviço.

Resta-me apenas observar o desenrolar dessa história e me preparar para no futuro ver um case de sucesso ou de um fracasso homérico de publicidade no Twitter. De qualquer forma, é um primeiro passo para a exploração da ferramenta como veículo publicitário.

O Enigma de Outro Mundo (The Thing) em stop motion.

27/01/2009 at 01:23

Algumas bandas conseguem fazer clipes utilizando idéias simples e que muitas vezes dão mais notoriedade do que um roteiro elaborado e cheio de efeitos especiais. Veja o caso da banda Ok Go e as esteiras, e mais recentemente o Weezer e suas web-celebridades do Youtube. No primeiro caso, o que viralizou o vídeo foi a idéia inusitada de elaborar uma coreografia baseada na troca de posições em esteiras em movimento. Já no caso do Weezer, a utilização de figuras da cultura pop da Internet fizeram com que o clipe logo se tornasse um hit.

Dessa vez, mais uma idéia simples e, apesar de utilizar algo já realizado, considero genial. A banda Zombie Zombie gravou em stop motion uma refilmagem do clássico de Jhon Carpenter – O Enigma de Outro Mundo, utilizando bonecos semelhantes aos de Comandos em Ação.

O clipe tem duração de 6 minutos e ficou extremamente bem feito. Tenho que pagar um pau pro cara que teve essa idéia e pra equipe que realizou a animação. Simplesmente genial.

Vi no BoingBoing.

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Os participantes do BBB 9

07/01/2009 at 14:53

Entra ano e sai ano e desde quando me entendo por blogueiro e acompanho esse universo mágico, vejo a patota toda criticando o BBB, mas todo mundo dá um jeito de fazer um post pra, no mínimo, ganhar uns acessos a mais e uns cliques por fora no  AdSense. Sem contar que todo mundo fala que não vai assistir, mas durante o programa todo mundo toma um posição, sabe quem tá se dando bem, quem tá se dando mal e acabam ficando mais por dentro do programa do que muita gente.

Conforme o esperado, muita gente bonita e descolada. Todas as garotas são Playboys em potencial, os caras, não fazem diferença. Só achei legal esse lance de colocar idosos pra participar e, pra esquentar a parada, colocaram de cara um senhor totalmente parecido com o saudoso Zé Bonitinho, o perigote das mulheres.

Como se tornou tradição aqui no Brasil, o ano, de fato, só começa depois do BBB e como eu sou um cara legal, vou apresentar os participantes do programa, chupando discaradamente do site do UOL. Continue lendo e veja as novas caras da Playboy e da televisão brasileira e, diga-se de passagem, eu vejo potencial nessas garotas:

Rafael – O Roteirista

05/01/2009 at 16:48

Eu assisto muitos filmes, muitos filmes mesmo. E também leio vários e vários livros, desde comédias, romances e suspenses, até livros de terror e técnicos. Diria que eu tenho uma certa carga de referências para em um futuro próximo desenvolver algum roteiro de sucesso para Hollywood, já que aqui no Brasil, eu não teria muito sucesso. Sabe por que? Leia os parágrafos abaixo.

Um dos gêneros de filmes que mais gosto, são as comédias adolescentes. Por mais descerebradas que sejam, é sempre muito divertido ver as aventuras e desventuras sexuais, escolares e universitárias apresentadas em filmes como American Pie, Colegiais em Apuros, O Clube dos Cinco, Não é Mais um Besteirol Americano e SuperBad, da safra mais recente, o melhor deles.

Como adoro esse gênero, estava pensando que meu primeiro roteiro poderia ser uma comédia adolescente. Teria direito à todos os clichês do gênero, desde garotas lindas e semi nuas, os grupos sociais do universo escolar, as festas regadas à bebidas e drogas e com um grupo de personagens principais carismáticos. Mas foi exatamente nesse ponto que eu desisti de pensar em uma comédia adolescente aqui no Brasil.

O primeiro empecilho seria a mentalidade do público que, por comédia adolescente, entende-se Malhação. Ninguém bebe, ninguém fuma, ninguém transa e são todos filhinhos de papais criados com muito leite Ninho, que o máximo de putaria que conhecem é uma menina de biquíni. Esse fato nos leva ao segundo fator crucial: o elenco.

Atualmente, as caras jovens da televisão brasileira estão reunidas em Malhação. E o principal, não tem ninguém ali carismático. Não precisa nem ser talentoso, já que pra uma comédia adolescente, você não espera ver uma interpretação digna de Oscar. Basta apenas carisma e infelizmente ninguém dessa geração jovem tem isso. Vejamos:

A atual cara da dramaturgia jovem brasileira:

Muuuuito leite Ninho.

Muuuuito leite Ninho.

Atoooron!

Atoooron!

Esse galãzinho aí de cima é Rafael de Almeida. Ele era protagonista de Malhação e fez a sua estréia em uma novela das oito interpretando um jovem e virgem pianista.

Talento: 0
Carisma: 0

OK. Depois disso não preciso nem mostrar mais nada. A cada ator jovem que eu tenho contato, a minha idéia de fazer um filme para adolescentes aqui no Brasil vai sendo destruída. Além de não existir mão de obra qualificada pra isso, teria que recorrer a uma trilha sonora ridícula contando com Fresno, Nx Zero ou qualquer outra banda random que estiver no auge na época.

A boa é fazer as malas, escrever o roteiro em inglês e tentar a sorte em Hollywood. Vai que eu não me torno tipo, o novo Judd Apatow, não é mesmo?

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Entre razões e emoções a saída… é fazer uma música decente.

01/01/2009 at 23:01

Quando somos adolescentes e ainda estamos descobrindo quem somos, os nossos gostos verdadeiros e o que seremos no futuro, passamos por várias experiências que vão desde o que vestimos até o que escutamos. Geralmente nessa idade tem uma banda que faz um certo sucesso e que acaba inspirando a nossa vida. Claro, nessa fase também temos vários amores. Acredito que já passei dessa fase e olhando agora com clareza, posso fazer uma pequena análise sobre um assunto: músicas românticas.

A molecada de hoje em dia tem como ídolos bandas como Fresno e NX Zero, que fazem um “emocore” adocicado, repleto de letras de amor, desilusões e em alguns casos uma voltinha por cima. Levando em conta que a nossa análise crítica nessa idade é a pior possível, as meninas e os meninos de hoje em dia consideram as músicas dessas bandas verdadeiras declarações de amor, podendo utilizá-las em várias ocasiões. Mas olhando agora, um pouco mais velho, a profundidade das letras dessas bandas é tão profunda quanto o vaso de plantinhas da minha mãe.

Acontece que nessa idade as meninas idealizam um cara perfeito e para muitas, a figura desse cara perfeito está nos integrantes dessas bandas ou em alguns casos, um ator ou um personagem de livro que suga sangue. Porém, como todos sabemos a realidade é muito mais cruel do que a nossa imaginação fértil. Uma música dessas bandas só funcionaria com uma garota de 13 ou no máximo 15 anos. O que ela espera de um cara é justamente isso: uma declaração de amor que envolva seu mundo, com pôsteres de bandas no quarto, shows de rock, bandanas e rolés de skate. Mas o tempo passa e isso nunca mais funcionará.

Agora, se você quer falar de músicas de amor que funcionem a partir de uma certa idade, quando tanto a garota quanto o garoto já adquiriram uma certa experiência de vida e já definiram seus gostos musicais, existem cantores e bandas que pouparão as suas palavras, pois o que eles cantam faz qualquer mulher repensar aquele término de namoro.

Por mais que “entre razões e emoções a saída é fazer valer a pena” ou “alguém que te faz sorrir, alguém que vai te abraçar” possam parecer versos extremamente românticos, não são nem uma vírgula se comparados a versos como:

Most of the time
She ain’t even in my mind,
I wouldn’t know her if I saw her
She’s that far behind.
Most of the time
I can’t even be sure
If she was ever with me
If I was ever with her.

Most of the Time – Bob Dylan

Com apenas uma estrofe, Bob Dylan consegue expressar mais sentimentos do que todas as músicas já gravadas por Fresno, Nx Zero, CPM 22 e bandas do gênero rock melódico. Claro, existem bandas desse gênero que conseguem expressar um pouco além de lamentações, mas não pense que sua namorada irá voltar se você cantar isso pra ela. Ela não irá. Para essas situações, prefira sempre os mais experientes, mais velhos.

Não pense também que essas rimas que você faz sempre que está chateado também surtirão efeito. Para ela, vai soar como uma poesia de um menino da quarta série onde sua rima mais complexa é coração / paixão. Se quiser aprender um pouco sobre amor, na voz de quem entende, procure músicas como a própria citada acima, Most Of the Time do Bob Dylan, I Believe (When I Fall in Love It Will Be Forever) do Stevie Wonder ou então I’m Wrong About Everything de Jhon Wesley Harding. São músicas que não precisam de mais nada. Apenas mande para a sua namorada, ex-namorada e deixe que os próprios autores dêem o recado.

Eu não sou Mac.

30/12/2008 at 13:18

apple_mac_mini_inhand

Há um certo tempinho a Microsoft lançou a sua nova campanha publicitária com o tema I am a Pc, para “bater de frente” com a campanha da Apple Mac x PC. Para um cara que olha de fora, como eu, essa é uma campanha que nunca me atingiria em cheio, apesar de eu ter dois PC’s em casa e não ser nada Macmaníaco. Vamos aos fatos.

Eu vivo em um país onde não existe uma “Apple Store”. Logo, todo produto da Apple que entra no país custa os olhos da cara. Some a isso o fato de eu não possuir uma renda que me permita gozar de uma saúde financeira confortável, já que raramente consigo comprar alguma coisa a vista.

Os ditos Macmaníacos do Brasil são uma pequena parcela do que se pode considerar aqueles que gostam de ostentar. São diferentes não de uma maneira cool, mas de uma maneira “eu tenho grana e uso Mac, para eu e meus amigos, eu sou Cool”. Não é muito raro ver essas pessoas tendo problemas de incompatibilidade em grandes eventos que necessitam as tão famigeradas apresentações de slides.

Geralmente aqui no Brasil quem possui um Mac são as pessoas que trabalham com Internet ou os publicitários descolados. Entre Junho de 2007 e Abril de 2008 eu tive uma experiência com Mac. Na agência em que eu trabalhava, todas as máquinas eram Mac. Seja para redação, direção de arte ou atendimento. Porém, um grande fator era que essa agência era experimental e formada somente por alunos da minha faculdade. Na turma que entrou comigo, grande parte das pessoas nunca havia trabalhado com um Mac. Ou seja, ficaram mais perdidos que cego jogando Counter-Strike.

Muitos procuravam o botão direito do Mouse, enquanto outros procuravam a famosa barrinha Iniciar. Levou um tempo até que todos os que não haviam trabalhado com a máquina se adaptassem. Lembrando desse fato, páro e penso que, por vários fatores, a plataforma do Mac nunca será popularizada aqui no Brasil. Continuará sendo “símbolo de status” de uma minoria que, vendo uma outra minoria adquirindo, utiliza a plataforma como forma de se integrar a esse grupo seleto de jovens descolados.

Enquanto isso, os PC’s vão só caíndo de preço e ajudando ainda mais na inclusão digital, seja isso bom ou ruim. Eu trabalho com PC desde que tive o meu primeiro contato com a informática. Tive problemas? Claro. Mas com o Mac também, e problemas semelhantes tais como o travamento do sistema e a lentidão em alguns casos.

Acredito que atualmente, pelo menos no Brasil, o Mac não seja um diferencial de qualidade, e sim uma forma de ostentar um status perante outras pessoas. O preço que você paga em um Mac com uma configuração razoável, você pega um PC ultra foda que te permite rodar até a sua versão pessoal da Matrix. Sem contar o suporte, que pelo menos aqui em Belo Horizonte, já vi muita gente sofrendo para conseguir.

É por isso que eu não sou um Mac. Porque eu sou um garotinho falido e que, até o momento, não tenho a necessidade de ostentar um computador que me faça ser incluido em uma patotinha de pessoas descoladas que se admiram umas às outras. Estou satisfeito com os meus dois PC’s. Rodam os jogos que eu preciso, não travam com Photoshop, Illustrator e etc, e até o momento, nenhum deles deu problema no sistema operacional, sendo que no Desktop roda Windows XP e no notebook roda Windows Vista.

Não vou dizer I am a PC, até porque eu nunca fui um Mac de fato. Só trabalhei no estágio e apenas isso. Eu sou apenas um usuário comum de computadores que não exige demais de um sistema operacional. Principalmente quando essa exigência se resume a jogar World of Warcraft, blogar e twittar.

Uma pequena lição sobre vampiros…

19/12/2008 at 11:47
Isso era pra ser vampiro...

Isso era pra ser vampiro...

Quando algo atinge o status de Pop, pode saber que de uma forma ou de outra o sentido original desse elemento será perdido ou desvirtuado. Com o fenômeno da série de livros Crepúsculo, essa senhora chamada Stephenie Meyer, conseguiu transformar os vampiros em adolescentes mimados, emos e ainda por cima metrossexuais. Se um dia eu já tive medo de vampiros, depois desses livros eu dou risada. Em uma longa discussão com o Luke, chegamos a algumas pequenas conclusões sobre os vampiros do livro/filme Crepúsculo:

Primeiro: Vampiros desde que existem são sensíveis à luz do sol. Eles se queimam, explodem, se tornam cinzas e morrem. Vou repetir: MORREM. No livro não, os vampiros quando expostos à luz do sol adquirem a aparência de uma linda calcinha cravejada de diamantes.  Pode rir, a piada foi essa.

Nos livros também, fiquei sabendo que os vampiros possuem reflexo no espelho. Cara, sério, como uma mulher tem a capacidade de mudar uma mitologia de séculos? Vampiros NUNCA possuiram reflexo em espelho. Isso tudo é porque, claro, como bons metrossexuais, eles precisam estar sempre atentos ao penteado. O que nos leva a um outro ponto, esse mais visível no filme. Os vampiros do filme usam laquê. Só isso explica o cabelo milimetricamente bem delineado e levemente bagunçado.

Laquê véi... laquê.

Laquê véi... laquê.

Na época de ouro dos filmes e livros de vampiro, uma ninfetinha como a Bella era uma presa certa. Se tornaria ração em questão de segundos. Pescocinho lisinho, toda oferecidinha, tudo o que um bom empalador como o nosso querido Vlad adoraria ter por perto. Ah se Bela Lugosi ainda fosse vivo…

Gostaria de tocar um outro ponto desse meu raciocínio que diz respeito ao seguinte: Mulheres se impressionam com qualquer coisa. Fato é que, um carro do ano, uma carteira recheada, uma cobertura em Ipanema e um pênis deveras avantajado, são grandes atrativos para essas donzelas. Mas, depois desse livro, as meninas andam molhando a calcinha pelo simples fato de um cara ser imortal, ter presas e a pele branca como uma cueca zorba novinha.

Essas jovens tolas não devem esquecer NUNCA que um vampiro se alimenta de sangue. Dito isso, pode se preparar para flagrar o seu querido vampirinho de estimação se esbaldando na lixeira do banheiro pelo menos uma semana por mês. Outro detalhe: Eles nunca poderão fazer sexo oral em vocês. Só depois da menopausa!

Minha lista de contatos do MSN está recheada de meninas em êxtase, produzindo orgamos múltiplos, em relação ao personagem/ator do livro. Isso demonstra como atualmente as mulheres andam mal. Se apaixonar por um personagem? Bom, tudo bem. Mas a vida é um pouco mais cruel que isso e, se hoje você vai deitar pensando em Edward Cullen, amanhã você acordar ao lado do Sandoval Santos, o seu marido e gerente de uma loja de departamentos. E ele não brilha como diamantes na luz do Sol.

Isso é um vampiro.

Isso é um vampiro.

O que eu posso dizer para concluir essa dissertação é que, graças a Deus os personagens principais de Crepúsculo se alimentam de sangue. Se fosse um livro de zumbis, com certeza eles passariam fome, já que 90% das fãs não possuem cérebro.

Fica a dica se você quiser realmente ler um Crepúsculo que valha a pena.

O mestre da sedução.

19/12/2008 at 00:40
O mestre em um momento não muito hétero da sua carreira...

Robin Hooliver

Esqueçam tudo o que já leram sobre a arte da sedução. Você é um cara incompleto e incompetente se nunca assistiu a um teste de fidelidade protagonizado por aquele que muitos consideram um mito, um Deus entre os mortais, o cara mais conhecido como Marcos Oliver.

Dotado de um imenso conhecimento da psiqué feminina, Marcos Oliver nos brindava todas as segundas-feiras com aulas práticas da milenar e infalível arte da sedução. Graças a esse cara, a esse ícone, hoje em dia eu posso me gabar de saber como conquistar uma mulher. (Eu já conquistei e estou com ela até hoje :D ).

Tratado pelos mais íntimos apenas como “Oliver”, esse grande nome do imaginário popular demonstrava sua perícia seducional no extinto programa Eu Vi na TV apresentado por outro grande nome da mídia brasileira: João Kléber.

O programa, tido por alguns como uma série de aulas práticas de como se pegar mulher, possuia um quadro de enorme sucesso onde homens e mulheres expunham seus cônjuges às tentações carnais semeadas por um time seleto de pessoas Ph.D em fornicação. Entre os nomes que participavam dessa vertente do TeleCurso 2000 para Lisos, marcavam presença Bruna Ferraz e Márcia Imperator, duas metelonas de boca cheia. Não tinha como não tirar uma boa lição daquilo ali.

Mas, Oliver era o exemplo a ser seguido. Não adianta você ser bom de papo, ter dinheiro e carro do ano se não souber utilizar com desenvoltura as frases proferidas pelo nosso mestre. Marcos Oliver utiliza com enorme sucesso todas as ferramentas que a natureza oferece: uma fala mansa, sensual, ao pé do ouvido praticamente. Sempre acompanhado de um bom vinho, o cara começava de mansinho e em poucos segundos destilava toda a sua experiência como Go-Go-Boy do Clube das Mulheres.

Frases antológicas como “Esquece o mundo lá fora, vamos curtir o momento. Só eu e você” marcaram uma geração de jovens que, para os padrões da sociedade, não possuíam os atributos físicos e financeiros necessários para conquistar garotas. Sem essas duas condições básicas, restava o bom papo e o tiro certeiro.

Eu, como um bom discípulo, anotava todas as cantadas com a esperança de um momento oportuno para aplicá-las e lograr o tão sonhado êxito (leia-se: fornicar). O meu repertório, após as aulas com Marcos Oliver, aumentou do tradicional “oi, tudo bem” para uma enorme quantidade de frases de efeito como “A vida é um jogo de xadrez. Eu sou o rei, você é a rainha e o seu namorado é o peão. O que a gente faz com o peão? Elimina”.

Sério, tem que ser gênio pra falar isso. Mas claro, existe toda uma expressão corporal. O toque, o olhar e o movimento de mãos fazem parte de toda a estratégia que almeja o sucesso total e uma possível transa ao final de tanto empenho.

Entre pessoas normais, Marcos Oliver nasceu com um dom. Ele semeava a arte da sedução nos nossos tubos de imagem todas as segundas-feiras. Porém, aqueles velhos conservadores e suas esposas entediadas deram um jeito de proibir a exibição do programa. Talvez por medo que as futuras gerações obtivessem um nível máximo de conhecimento, porém, nunca chegariam aos pés do mestre. Aquele ali sabe como espalhar a palavra.

Hoje eu agradeço a Marcos Oliver. Em quatro anos de faculdade eu não tive nenhum “mestre” que me fornecesse tamanho conhecimento útil e eficaz quanto esse. Vida longa ao mestre!

PS. Atualmente o mestre é um pai de família, casado e com filhos. Porém, o legado continua e a palavra do mestre sempre será perpetuada!

Catálogo de Games da SEARS de 1983

18/12/2008 at 13:54

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A SEARS é uma das mais tradicionais redes de lojas de departamento dos Estados Unidos. O seu catálogo pode ser considerado um marco na divulgação de produtos nos EUA e é, também, um dos mais tradicionais dos EUA. Uma variedade imensa de produtos dos mais variados departamentos podem ser encontrados e encomendados através desse pequeno folheto.

Com toda essa abrangência, os games não poderiam ficar de fora desse catálogo. Eu, como fã de games, também não poderia deixar de postar aqui esses scans do catálogo SEARS de 1983. Exato. Um catálogo de games de 25 anos trás. Eu ainda estava repousando confortavelmente na bolsa escrotal do meu pai quando esse catálogo foi divulgado e nem sonhava em um dia jogar video-games.

Por mais que os jogos sejam mais velhos que eu,  tive a oportunidade de jogar alguns que estão ali. Um que eu me lembro vagamente, mas me deu uma vontade enorme de jogar novamente é uma espécie de game de corrida com um volante e uma marcha do lado. Eu sei que já joguei aquilo quando era mais novo, só não me lembro onde nem quando. Outros ali, como o clássico Atari também fizeram parte da minha tenra infância, mesmo eu não sendo um possuidor do mesmo.

Continue lendo e veja as raridades encontradas naquela época!

A última coisa que passou pela cabeça dele…

12/12/2008 at 04:13

Algumas vezes eu tenho uma verdadeira aula de humor negro com os gringos. Essa é uma das horas em que eu penso que o meu BuddyPoke da Eloá não foi nada mais do que uma brincadeira infantil..