Archive | Cultura Pop

06 March 2013 ~ 1 Comment

Dossiê Rafa Barbosa: UOLKut

O início de uma nova era na internet

2004 foi um ano incrível para a internet brasileira. Estávamos acostumados com o bom e velho Fotolog.net, a rede social (que até então nem era chamada assim pela maioria das pessoas) mais famosa entre os brasileiros, diria até mundialmente. Compartilhar fotos, comentar nas fotos de amigos e “favoritar” perfis interessantes ou de gente bonita eram coisas corriqueiras no universo internético daquela época.

Para outras pessoas, a válvula de escape eram os fóruns virtuais. Principalmente aqueles de games e filmes “DivX” e os de putaria. Eu, particularmente, gostava dos dois. Na época era bastante ativo em alguns deles (dado o meu vasto acervo de pornografia).

Também tínhamos os blogs que estavam começando a ganhar força no Brasil. Eu mesmo tinha um “diarinho virtual” no Blig, enquanto aqueles mais descolados já estavam com suas contas no Blogspot ou “Blogger” da vida. Era uma época promissora.

Então, como um messias que é enviado a Terra para nos redimir de todos os pecados cometidos até então, fomos apresentados a mais nova coqueluche americana: o Orkut.

Uma nova esperança

A rede social ganhou uma força descomunal no Brasil. Era necessário convite para fazer parte daquele restrito clube de pessoas legais. Cada usuário tinha direito a dez convites, que poderiam ser distribuídos entre aqueles amigos mais confiáveis. Esses, por sua vez, compartilhavam seus convites com outros dez melhores amigos e dessa forma a rede funcionava de forma orgânica e organizada.

Até que em 2005 ela deixou de ser restrita e a população a adotou como o mais novo ponto de encontro virtual. O Orkut era como uma pracinha de cidade pequena. Reuníamos-nos ali para paquerar, escutar música, tirar fotos e marcar se uma pessoa era 100% sexy ou legal. Foi uma época incrível e que rendeu ótimos frutos (há quem diga que descolou até uma bimbada graças ao Orkut).

Porém, o sucesso da ferramenta americana não agradava aos atentos empresários brasileiros. Como não era possível estatizar aquela revolucionária rede de interação social, a turma resolveu fazer o que os “empreendedores” web brasileiros fazem de melhor: criar uma versão nacional.

Contexto histórico

Contextualizando historicamente, quando o Fotolog.net atingiu o seu ápice de sucesso e previu que os brasileiros acabariam estragando a sua preciosa ferramenta, o número de cadastros destinados ao Brasil foi estabelecido em “300 por dia”. Esses cadastros eram liberados no momento em que o relógio digital do Windows marcava 00:00.

Era basicamente uma corrida enlouquecida rumo a uma preciosa conta naquele site que marcou toda uma geração.

Vendo esse claro embargo a uma das mais poderosas nações com acesso à internet, os nossos sagazes empreendedores começaram a criar versões brasileiras e alternativas para isso: Flogão, UolFotoblog e Gigafoto.

Não tinham o charme e muito mesmo o carisma do Fotolog.net, mas para uma população carente de atenção e com uma extrema vontade de se exibir, essas eram as melhores alternativas possíveis.

Com o Orkut não poderia ser diferente. Fomos apresentados a uma nova forma de rede social. Uma verdadeira comunidade online de pessoas unidas pelos mesmos gostos e interesses. A ideia era genial demais para ficar apenas com os malvados americanos.

Dotado desse pensamento ufanista, uma das maiores empresas de internet do Universo, desenvolveu a sua versão brasileira da rede social do Google.

Em 2005 fomos apresentados ao UOLKut.

A resposta brasileira ao imperialismo americano

UOLKut – a resposta brasileira ao gigante Orkut

Na época, o principal argumento do UolKut para a adesão de novos membros era a estabilidade do sistema. Com o crescente número de usuários no Orkut, o sistema ficava fora do ar (Bad, bad Server. No donut for you) a maior parte do tempo, o que acabava incomodando profundamente os usuários da rede social.

Tela que se tornou companheira de muitos brasileiros por longos meses

Afinal, estávamos viciados naquilo. Não podíamos ficar mais de uma hora sem a nossa dose diária de scraps, depoimentos, fotos e discussões em comunidades como “Amo/Sou fã de brigadeiro”.

Foi cruel da parte dos donos do UolKut apelar para esse argumento. Dessa forma, muitos usuários acabaram criando suas contas concorrente.

De acordo com reportagens da época, o UolKut oferecia o que já existia nas redes sociais e mais ainda: tudo aquilo que os internautas desejavam. Privacidade, personalização do perfil, sistema de busca, integração com blog e fotolog e tudo o que hoje em dia é basicamente o padrão de qualquer nova rede social (mas no caso do UolKut, apenas com os serviços da mesma empresa).

Os responsáveis investiram pesado na divulgação da novidade. Rolou até comercial de televisão, mostrando com todas os artifícios visuais possíveis que o UolKut era a resposta brasileira imediata e eficiente ao “instável” serviço prestado pelo Orkut.

Pobres tolos. Não sabiam como a internet funcionava.

Pouco tempo depois, não sei se motivado por processo ou ameaça mesmo, o UolKut mudou seu nome para UolK. Infelizmente, nem assim a ferramenta caiu no gosto popular. Estávamos sedentos pelo Orkut e não deixaríamos esse vício tão facilmente.

A ascensão e queda do UolK

Um dos grandes trunfos do gigante portal UOL sempre foi o seu bate-papo. Até hoje é uma das “redes sociais” mais acessadas pelos brasileiros. É um ponto de encontro para muita gente com gostos em comum, como por exemplo: sexo homossexual em São Paulo, predileção por meninas ou meninos de 15 a 20 anos ou imagens de sexo bizarras.

É como se fosse aquele boteco que já não é mais tão popular assim, mas que ainda tem o seu charme e é considerado um patrimônio por aqueles que relutam em seguir em frente.

Aproveitando toda a integração com as ferramentas do UOL, a empresa integrou o UolK ao seu bate-papo, oferecendo uma chance das pessoas se mostrarem como verdadeiramente eram. Ou seja, você entrava na sala logado em sua conta no UOLK, permitindo que qualquer um visitasse o seu perfil.

Saía de cena a “AninhaLoirinha15RJ” e entrava em cena a Marilda Gomes, professora de escola pública, infeliz, mas que adorava poodles e sair com os amigos. Informações obtidas graças a sua descrição no perfil do UolK.

Bem, era o trunfo e ao mesmo tempo a kriptonita da rede social. As pessoas não queriam se identificar. Não queriam expor a sua vida verdadeira ali, logo, o que pensaram ser a grande vantagem da rede se tornou o combustível para a sua queda.

Dessa forma, o UolK logo se tornou uma cidade fantasma (destino cruel que também encontrou o Orkut alguns bons anos depois). Os usuários abandonaram as suas contas, removeram as suas fotos e as suas publicações.

O êxodo foi tamanho que nunca mais se ouvira falar do UolK, mesmo que tenha funcionado até o fatídico ano de 2011, quando teve as suas atividades encerradas definitivamente.

Pelo menos, uma coisa não se pode negar: sem usuários, dificilmente o UolK sairia do ar, né?

 

Confira o primeiro Dossiê Rafa Barbosa – A pornografia através do tempo.

Posts Relacionados

Fotos famosas recriadas com Lego by rafabarbosa

Batman - O Cavaleiro das Trevas by rafabarbosa

Novo trailer de Hancock by rafabarbosa

Simpsons Brasileiros by rafabarbosa

Tv a cabo e suas séries by rafabarbosa

Continue Reading

04 December 2012 ~ 3 Comments

Volta, Polegar!

Alan, Alex, Ricardo e Rafael – o fab4 brasileiro

Estamos vivendo um momento mágico e repleto de “revivals” na música brasileira.

Recentemente Papai Noel resolveu nos presentear com o aguardado retorno do É o Tchan e a sua formação original. Além disso, estamos acompanhando de perto a turnê da boa e velha ex-quadrilha da fumaça – Planet Hemp e uma possível reunião das nossas eternas “popstar’s” do Rouge.

Porém, nenhum desses retornos se compara ao que seria uma reunião/turnê do maior grupo musical que o Brasil teve o prazer de conhecer no final dos anos 80 e início dos 90: Polegar.

Os grooves contagiantes de Alex (baixo), os acordes e o carisma inigualável de Rafael Ilha (guitarra), a sagacidade e estilo do “keytarrista” Alan (teclado) e as viradas e batidas vertiginosas de Ricardo (bateria) marcaram toda uma geração.

A família brasileira tradicional tinha um compromisso todo final de semana: se reunir em frente à TV nas tardes de sábado e domingo para acompanhar as apresentações desses quatro garotos fantásticos, o “fabFour” brasileiro.

Hits como “Dá pra Mim” eram cantados por pessoas de todas as idades, rendendo ao quarteto “simplesmente” um disco de ouro e um de platina (feitos que até hoje muitos artistas ainda sonham em alcançar).

Na cronologia oficial da banda, foram 3 cd’s gravados e mais de 1 milhão de cópias vendidas.

Mas o sonho teve um fim. A partir de 1994, os integrantes da banda passaram a seguir os seus próprios caminhos.

Rafael foi o primeiro deles. Apesar de não ser o vocalista, era a cara da banda, o carisma em pessoa. Deixou o grupo em 1990, dando lugar a André.

Nessa mesma época, a banda adota um quinto integrante, sendo Marcelo o responsável pela guitarra solo da banda, inovando e contribuindo para a ruína dessa instituição musical brasileira.

Em 1993 foi a vez de Alex se despedir dos vocais e do contrabaixo do grupo, dando lugar a um até então desconhecido Denis, que não tinha o mesmo brilho do vocalista anterior.

Ricardo e Alan foram os únicos da formação original que permaneceram firmes até o fatídico ano de 1997, quando o grupo encerrou as suas atividades.

Para a felicidade de alguns, um breve ensaio de um retorno foi realizado nos anos de 2004 e 2005, com Alan, Alex e Ricardo se reunindo para apresentações pontuais em programas como Pânico na TV e Superpop. Porém, faltava algo mais. Faltava a quarta parte que fazia o Polegar funcionar como o maior grupo do Brasil: Rafael Ilha.

Sofrendo com problemas de natureza química, o nosso eterno moleque loirinho estava impossibilitado de participar dessa inusitada reunião.

Hoje, 22 anos depois do auge do Polegar, cada integrante seguiu o seu rumo na vida. Alex atualmente é produtor musical (o único da banda que ainda trabalha com música), Alan se formou em medicina, Ricardo é advogado e Rafael Ilha, completamente recuperado e reerguido como uma fênix é pastor em alguma igreja de São Paulo.

Acredito que 2013 seja um ano cabalístico e propício ao retorno do Polegar com sua formação original.

Me chame de saudosista, ou até mesmo de sonhador, mas seria lindo ver esses quatro garotos (hoje homens formados) tocando Dá pra Mim e Ela não Liga na final da Copa do Mundo em pleno Maracanã…

Volta Polegar!

Continue Reading

12 April 2012 ~ 0 Comments

Game of Thrones – Teste de elenco de Maisie Williams e Sophie Turner

Ano passado tive o meu primeiro contato com a série de livros “As Crônicas de Gelo e Fogo“, criada por George R. R. Martin. Não me lembro muito bem como fiquei sabendo dos livros. Se não me engano, foi através do Nerdcast. Em seguida, notei que praticamente todos os meus amigos que curtem séries estavam assistindo a adaptação do livro feita pela HBO. Obviamente, o interesse cresceu ainda mais. Comprei o primeiro livro e deixei para assistir a série somente após completar a leitura. E não me arrependi.

A série é tão sensacional quanto o livro. Talvez porque o próprio autor seja egresso de Hollywood (George R. R. Martin também é roteirista) e participa acompanhando o desenvolvimento dos roteiros. Com algumas adaptações para tornar a história mais fluente na TV, mesmo você já tendo lido os livros, a sensação é de ver uma história conhecida, mas contada de uma nova forma.

Entre os personagens de toda a saga, temos as irmãs Arya e Sansa Stark. A primeira, é uma das caçulas da família e não segue muito as tradições das donzelas dessas histórias. Gosta de aventura, duelos e histórias de guerreiros. Já Sansa é a típica “donzela” de histórias, que espera sempre o príncipe encantado.

Arya é uma personagem foda, enquanto Sansa não passa de uma chata. Muito chata. Mas vai melhorando ao longo dos livros. Na série, a mesma coisa. Porém, em movimento, Sansa consegue ser ainda mais irritante do que nos livros. A vantagem é que Sophie Turner, a atriz que a interpreta, é linda. Então a gente dá um crédito.

Falando nela, hoje vi esse vídeo que mostra o teste de elenco com Maisie Williams (Arya) e Sophie Turner (Sansa). E, olha, ela loirinha também continua sensacional. Veja abaixo:

 

Posts Relacionados

Mickey falso pelas ruas de Beijing by rafabarbosa

Pulseiras coloridas by rafabarbosa

Trailer do filme Dragon Ball by rafabarbosa

Super Nintendo Portátil by rafabarbosa

Transformers by rafabarbosa

Continue Reading

05 April 2010 ~ 14 Comments

Pulseiras coloridas

pulseiras do sexo

De uns dias pra cá estão falando muito nessas tais pulseiras do “sexo”. Basicamente, pulseiras de várias cores representam um carinho sexual que vai desde o beijo até o sexo em si, de acordo com a cor da pulseira. A mais visada, obviamente, é a preta, que garante a boa e velha foda para quem conseguir arrebentar.

Na minha época não havia essa facilidade toda para se conseguir sexo. Se conseguisse passar a mão na bunda de uma garota durante um beijo, eu já poderia me considerar o grande vencedor do bairro.

Acontece que o século XXI está sendo totalmente moldado para facilitar o acesso ao sexo e a pornografia entre jovens. Algo que se deve admirar, pois não teve ninguém fazendo isso pela minha geração. Tentarei demonstrar nas próximas linhas, com fatos e argumentos, que ser jovem e conseguir sexo hoje em dia está mais fácil do que nos anos 90.

Ligue a sua webcam, aperte a sua pulseira preta e conecte o cabo da sua câmera digital no USB e me acompanhe nessa deliciosa jornada sexual rumo aos anos 90!

1 – das facilidades tecnológicas

Um dos grandes benefícios das webcams e câmeras digitais é, sem dúvida alguma, a possibilidade de produzir pornografia “by yourself”. O bom e velho “amador”.

Ok. Também tem aquela questão de tirar fotos com os amigos, família e poder manter contato quando se está muito longe. Mas, eu e você sabemos que a pornografia se apropria de todas as invenções do mundo.

Na minha época, conseguir ver uma garota nua na internet se resumia a acessar o Pomba Loca e esperar 2 horas para carregar uma imagem de 150kb. Era triste. Sem contar que as ‘amadoras’, na verdade eram atrizes profissionais que apenas colocavam, sei lá, uma trancinha e um aparelho para se fingirem de novinhas.

Éramos feitos de trouxa todas as madrugadas de sexta a domingo. Mas éramos felizes.

Hoje em dia, com a venda a quilo de equipamentos de informática, qualquer casa tem uma câmera digital e uma webcam disponíveis. Isso não é problema, desde que você não tenha uma filha/filho adolescente. Filha, principalmente. Mas, claro, isso é um problema pra você. Para a “galere”, é pura festa.

As aulas de física me ensinaram duas coisas: garotas e webcam se atraem. E esse encontro pode ter proporções épicas se bem orientado e observado. Nunca me canso de ver notícias sobre garotas que foram “flagradas na webcam” por alguém.

A webcam deu um novo sentido para a puberdade e a adolescência. Mas, para entendermos um pouco desse conceito, vamos voltar aos anos 90.

Durante a minha puberdade, não existia toda essa facilidade tecnológica que nos permite ver garotas da nossa idade nuas ou em trajes mínimos. Para conseguir isso, somente em fotos com as primas, no churrasco da casa do tio, se divertindo em uma piscina Capri 3 mil litros.

Em toda a história do mundo, sempre existiram garotas safadas. O grande problema daquela época é que, ao invés de você mesmo poder passar as suas fotos para o PC através do cabo USB, ainda utilizávamos um processo chamado “revelação de fotos”.

Seria deveras constrangedor para uma garota que tirou fotos nuas para o peguete, levar o “filme” até a Retes mais próxima e depois de reveladas, ter de encarar o vendedor com um insinuante sorriso no rosto. Maldita câmera analógica.

O processo era complicado e arriscado. Sem contar que nem dava pra saber se a foto ficou boa até revelá-la. Continuemos.

As câmeras digitais, webcams e até mesmo os celulares facilitaram e muito esse processo. Garotas podem ficar sozinhas, sacar a sua Cybershot ou o seu V3 e realizar aquele ensaio exclusivo para o cara popular da escola.

Para deixar a coisa ainda mais exclusiva, algumas garotas costumam escrever o nome do felizardo em uma plaquinha ou até mesmo no próprio corpo.

Sabe quantas vezes eu vi fotos ou alguma amiga em tempo real nua durante a minha pré/adolescência? Nenhuma, cara. Não era fácil conseguir esse tipo de coisa.

A tecnologia simplesmente facilitou a vida de jovens que buscam conhecer um pouco mais a fundo suas amigas ou, sei lá, qualquer desconhecida que encontrou no chat da UOL.

2 – dos sinais sexuais

Chegar em uma garota sempre foi algo complicado para um cara como eu. Tímido, meio nerd e com -50 de sex appeal, era humilhação na certa chegar em uma garota e propor, sei lá, meia hora de sexo sem compromisso.

Para conseguir um beijo, as vezes tínhamos que ralar por meio ano, investindo com cartinhas, recadinhos, figurinhas de IceKiss, carinho na mão em qualquer oportunidade possível e, quando havia alguma excursão, tentar ganhar um beijo.

Simples.

Depois de conseguir ficar com uma garota, o passo seguinte era passar a mão nela de alguma maneira, ou, caso você fosse bom o bastante, conseguir que ela passasse a mão em você. Ou seja, desembalar o picolé.

Isso era muito difícil lá pelos anos 90, cara. Você tinha que suar para conseguir qualquer carinho mais quente por parte de uma garota. Nunca acontecia com você, mas era interessante escutar o seu vizinho contando que um amigo do primo do irmão do cunhado dele conseguira o famoso bola gato em uma sessão de cinema com uma garota.

Era mentira. Mas ninguém se importava.

Agora, com essas tais pulseiras do sexo, tudo ficou muito mais fácil. Para começar, você não precisa nem conhecer a menina. Viu que ela tem alguma das pulseiras, basta só arrebentar e receber o prêmio.

De acordo com a turma, a cor das pulseiras tem os seguintes significados:

Amarela – abraço

Rosa – mostrar o peito

Laranja – “dentadinha” de amor

Roxa – beijo de língua – talvez sexo

Vermelha – lap dance

Verde – sexo oral praticado pelo rapaz

Branca – a menina escolhe o que quiser

Azul – sexo oral praticado pela menina

Preta – sexo com a menina – papai e mamãe

Sem flores, sem cinema, sem levar para jantar em um restaurante caro. Basta apenas arrebentar a pulseira azul, por exemplo, que automaticamente você tem direito a um boquete.

Tudo, absolutamente tudo, ficou mais fácil para a juventude de hoje.

Não vão passar o perrengue que eu passei para conseguir sentir a textura de um seio. E ao contrário do que disse Andy Stitzer, eles não se parecem com sacos de areia.

Não vai ter essa de ganhar a confiança da garota, depois de 1 ano de namoro, para finalmente conseguir sexo. Se você arrebenta a pulseira preta, o próximo passo é arrumar um lugar, tirar a roupa e mandar ver.

O século XXI facilitou e muito o início da vida sexual dos jovens. Pena que, no auge de toda essa comodidade, eu já não possa mais aproveitar desses artifícios.

Bom, pelo lado bom, eu também tenho algo “preto” que faz ganhar sexo fácil em alguns lugares. Chama-se carro. RISOS GRANDÃO.

Continue Reading

24 March 2010 ~ 33 Comments

Avatar 2 – trailer

Pois é amigos. James Cameron nem esperou Avatar sair em DVD e, sem querer querendo, acabou liberando na internet o trailer de Avatar 2.

Ao que tudo indica, o grande sucesso de bilheteria não vai parar na guerrinha entre os Na’vi e os humanos. Vem muito mais pancadaria por aí. Será que Jake Sully será capaz de enfrentar os perigos que o aguardam? Vamos descobrir em 2012, quando estréia Avatar 2.

Assista ao trailer de Avatar 2:

Posts Relacionados

Rafael - O Roteirista by rafabarbosa

Trailer Final de Zack and Miri Make a Porno by rafabarbosa

Hancock! by rafabarbosa

Trailer O Hobbit - Uma Jornada Inesperada by rafabarbosa

Profissão by rafabarbosa

Continue Reading

15 March 2010 ~ 1 Comment

Promoção Mad Men – HBO no Portfolio

 

Você é bom?

 

O sonho de todo aluno do curso de Publicidade e Propaganda, pelo menos quando se entra na faculdade, é trabalhar em uma grande agência e ser conhecido como um dos melhores publicitários do Brasil. Quiçá do mundo e do universo. É um sonho gostoso e empolgante, confesso. Ainda mais depois de começar a assistir Mad Men, a série sobre o publicitário Don Draper e o seu dia a dia na agência Sterling Cooper, uma das maiores da década de 60. Você fica com aquela sensação de “eu nasci pra isso, amigos”.

Se você acha que nasceu pra isso, que é fodão o bastante para criar um anúncio para a Sterling Cooper, essa promoção da HBO foi feita pra você, jovem estudante de comunicação social. Tá na hora de ver se aquele seu cursinho de Photoshop/Illustrator e as horas escutando conceitos como Agulha Hipodérmica e AIDA valeram a pena.

Crie um anúncio institucional para a Sterling Cooper, como se você fosse o próprio manda chuva da agência, Don Draper e concorra a vários prêmios. O vencedor fatura uma tablet prontinha para deixar os seus trabalhos com cara de “agência grande”. Os outros 7 finalistas levam os boxes da série pra casa, pra dar aquela aquecida antes da nova temporada.

Saiba como participar da promoção HBO no Portfolio acessando o site da promoção: http://hbomax.tv/madmen3/.

Você também pode acompanhar o universo da série Mad Men no Twitter @hbo_brasil e nas Fanpages da série e do canal HBO: http://www.facebook.com/HBOMadMenBR e http://www.facebook.com/HBOBR

Continue Reading

21 November 2009 ~ 16 Comments

Fanatismo é fanatismo, não importa o seu nível de “nerdice”

Fanatismo é uma coisa chata. Por mais que a qualidade do produto seja uma merda, os fãs sempre acharão a melhor coisa do mundo. Além disso, a punição para quem for contra essa opinião é nada menos do que o empalamento com uma viga me madeira coberta de soda cáustica após uma breve sessão de esfoliação anal. Tudo muito alegre e animado em uma tarde de sábado.

O último grande “hit” entre os adolescentes e catalisador do fanatismo cego é a saga Crepúsculo (Clique aqui e compre a saga completa). Vampiros tão doces quanto um muffin da Cacau Show dando uma lição de politicamente correto ao não se alimentar de humanos, não trepar e não explodir quando expostos ao sol.

Momento declaração:

Eu já li Crepúsculo, Lua Nova e Eclipse.

Não gostei pelo fato de que, como homem, livros e filmes que não tem pessoas explodindo, corpos sendo dilacerados ou mulheres gemendo tão alto quanto as trombetas de Gondor durante o ato sexual, não é livro.

Mas, veja bem, as pessoas estão lendo e é isso que importa. Se Harry Potter ganhou fama por incentivar jovens e crianças a gastar um tempinho lendo um livro sem gravuras, por que não admirar o mesmo feito alcançado pela saga Crepúsculo?

Sabe por que? Por causa das fãs. Elas são histerias, elas são passionais e, em muitos casos, elas são idiotas, pois não admitem que uma pessoa tenha uma opinião contrária a dela.

Achar o Edward Patético? Crime passível de morte. Criticar o fato de os vampiros de Crepúsculo não serem nem 1% fiéis ao mito dos vampiros? É morte na fogueira na certa. Não existe defeitos em Crepúsculo para as fãs, da mesma forma que para mim não existe defeito em Senhor dos Anéis e na trilogia clássica de Star Wars.

Partindo desse princípio, chego ao ponto que queria abordar nesse texto.

Veja esse vídeo tuitado pelo Izzy Nobre:

Obviamente, todas as garotas ali estão na faixa de 12 a 16 anos. Estão na fase de se apaixonar por qualquer história de amor cuja vida patética delas nunca terá algo semelhante. Estão na fase em que precisam de um galã jovem, bonito e simpático para idolatrar, pois, na turma de colégio delas os garotos são comuns, porcos, grossos e só pensam em sexo. Além de não brilharem no sol.

Adolescência é isso. É uma merda e eu sei por experiência própria porque já passei por essa fase. Se você tem mais de 18 anos também passou e seus filhos também passarão por ela. Não importa o que você diga, o que a crítica especializada diga, no seu mundinho, aquela obra tão idolatrada é perfeita.

Voltando ao assunto, essa histeria, apesar de meio imbecil, é normal para algumas pessoas. Sabe quem também adora fazer esse tipo de coisa, porém um pouco mais civilizado? Os fãs de Star Wars.

Lancei a pergunta no Twitter:

O que diferencia as fãs de histéricas de Crepúsculo dos fãs que acamparam MESES para a estréia dos filmes da nova trilogia?

Obviamente, a falta de vida sexual ativa, ou trabalho, ou amigos, enfim.

Fãs de Star Wars:

O que acontece é que são dois mundos diferentes. O nerd se apropriou do direito de se vestir e falar como seus personagens favoritos e, quando alguém faz isso, com uma obra que não faça parte da base nerd (Senhor dos Anéis, Star Wars, Star Trek e etc), tudo é muito idiota. As fãs são retardadas, os livros péssimos (por mais que Jar Jar Binks tenha sido o pior personagem de toda a história do cinema) e toda e qualquer manifestação, uma afronta aos olhos.

Não existe diferença entre as fãs de Crepúsculo e os fãs de Star Wars, exceto, é claro, os 20 ou 30 anos de diferença, conforme as fotos abaixo:

O "Conselho Jedi"

O "Conselho Jedi"

Princess Veia...

Princess Veia...

Fã de Crepúsculo

Fã de Crepúsculo

Outra fã de Crepúsculo

Outra fã de Crepúsculo

A emoção que essas garotas estão sentindo é a mesma que eu e você sentimos quando tivemos a oportunidade de ver a estréia no cinema de mais um episódio de Star Wars, ou o lançamento de Star Trek,  no meu caso, poder assistir a um filme de Rocky Balboa sem ser na Sessão da Tarde. São apenas obras diferentes.

Fanatismo é idiota em qualquer situação, seja no lançamento de Lua Nova ou durante o lançamento do Hobbit, o que, aparentemente não dá o direto de um zoar o outro. Portanto, deixe as garotinhas gritarem como loucas, principalmente quando você dá pulinhos e gritinhos tímidos no cinema quando assiste a uma adaptação de HQ ou desenho.

Abs.

P.S. Depois de muito tempo sem escrever, volto em grande estilo, atacando fãs de Crepúsculo e de Star Wars.

Posts Relacionados

Rafael - O Roteirista by rafabarbosa

O mestre da sedução. by rafabarbosa

Velho Oeste by rafabarbosa

Entre razões e emoções a saída... é fazer uma música decente. by rafabarbosa

Academia Jedi by rafabarbosa

Continue Reading

03 October 2009 ~ 1 Comment

Luciano Huck toca: Beatles

Sheik i na beibe nau!

Sheik i na beibe nau!

Estou passando os canais aqui e me deparo, nesse exato momento, com o Luciano Huck vestido de John Lennon acompanhado alguns outros ilustres anônimos (é uma banda, mas não peguei o nome dela) vestidos respectivamente como George, Paul e Ringo se preparando para mandar ver no The Beatles: Rock Band.

Sim, esse vídeo-game de música que o Luciano Huck está tocando no Caldeirão do Huck se chama The Beatles: Rock Band.

Mais uma vez a televisão cumpre o seu papel fábrica dos sonhos ao nos mostrar aquelas coisas maneiras que a classe trabalhadora nunca terá em casa. Dentre elas: Juliana Paes, Aline Moraes, Paola de Oliveira e Fernanda Souza.

Ê vida de gado.

Continue Reading

22 September 2009 ~ 8 Comments

O Submarino está aumentando a minha biblioteca (e diminuindo a minha saúde financeira)

Não quero parecer baba-ovo, mas nos últimos meses o Submarino se tornou o melhor site da internet (hehe) para aqueles que, assim como eu, adoram um bom livro. Acho que tem muita coisa agarrada no estoque e a galera precisa girar. O que eles fazem? Colocam os melhores livros do mundo com os preços lá embaixo.

Mas isso é o tal do trato “caracu”? Claro que não. Os livros estão baratos e não perdem em nada, ao contrário do que acontece em alguns casos. Geralmente quando um livro tem promoção especial e fica muito barato, perde alguma qualidade ou “frescurinha” que a gente adora. Por exemplo, perde as orelhas (tadinho) ou então o papel não tem uma boa qualidade. Acontece. Ninguém disse que o capitalismo precisa ser caridoso.

Nos últimos meses minha coleção de livros cresceu consideravelmente graças aos descontos que o Submarino tem oferecido. Livros que eu via em prateleiras de livrarias em Belo Horizonte e desanimava completamente de comprar devido aos preços, hoje já estão devidamente guardadinhos na minha estante.

A biblioteca ainda sem algumas das novas aquisições

A biblioteca ainda sem algumas das novas aquisições

Se liga nas minhas últimas aquisições (com link para o Submarino) e saca só o preço:

As Crônicas de Nárnia – Volume único – R$ 15,90

O Senhor dos Anéis – Volume único (Capa do Filme) – R$ 85,90

O Silmarillion – R$ 9,90

Nick e Norah – Uma noite de amor e música – R$ 23,20

Noturno – R$ 35,90

Mas se você quiser levar a coleção Tolkien com O Hobbit, O Silmarillion, O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel, O Senhor dos Anéis – As duas Torres e O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei, é só clicar aqui e comprar por R$ 39,90. IMPERDÍVEL.

Senhor dos Anéis e Crônicas de Nárnia

Senhor dos Anéis e Crônicas de Nárnia

E hoje, aniversário de 10 anos do Submarino, aquele bando de malucos resolve que vai abaixar ainda mais os preços e acabar com a minha saúde financeira. Sabe como eles fizeram isso?

Simplesmente pegaram uma das maiores sagas de ficção científicaDeixados para trás -  e colocaram todos os 13 volumes com o precinho camarada de R$ 89,90!

Maluco, é Deixados para Trás – 13 livros – por 89,90. Tive que comprar, né? Não é todo dia que livros saem por esse preço. E não para por aí. Outros grandes “sucessos” também estão em promoção.

O parágrafo acima foi um clichê da publicidade, que fique bem claro.

Se você só leu Crepúsculo porque pegou emprestado da sua prima que mora no interior, a saga completa (Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer) também está em promoção.

Saga Crepúsculo Completa – R$ 89,90.

Na boa, não há salário que resista a esse tipo de promoção. Pelo menos pra caras que curtem muito ler. Se você não curte, o Submarino também deve ter alguma bolinha com textura pra você brincar. Ou não.

Claro que esse post também tem a intenção de render alguns trocados no meu programa de afiliados, mas a intenção principal nem é essa. Eu acho muito válido divulgar essas promoções de livros, principalmente por ser uma das coisas que eu não abro mão da obra original. Ler no monitor (se não for blog), não tem a menor graça. Montar uma pequena biblioteca então, sem preço.

Vale a pena gastar alguns reais com esse “queimão” do Submarino.

Continue Reading

31 August 2009 ~ 3 Comments

31/08 – Blog Day! Os 5 blogs que eu indico são…

Its blog day, bitch!

It's blog day, bitch!

Ora ora como as coisas mudam, não é mesmo? Antes da febre do Twitter, todo blogueiro que se considerava blogueiro de verdade fazia todo aquele alarde sobre o Blog Day, no dia 31/08. Hoje, infelizmente, foram pouquíssimos aqueles que seguiram a tradição.

Mas eu sou um cara old-school, adoro essas tradições e não deixaria esse dia tão importante passar.

O Blog Day é, basicamente, uma celebração mundial em que blogueiros realizam um post indicando cinco outros blogs para o conhecimento de seu público, dando a chance de mais e mais pessoas prestigiarem o trabalho desses caras.

Uma das coisas que eu disse no Blog Day do ano passado ainda vale para esse ano: Não vou ficar indicando blogs que todo mundo já conhece. É chover no molhado e, de certa forma, mostrar para todos os seus leitores as suas habilidades labiais durante o ato de sucção escrotal, o famoso chupa-ovo.

Vamos aos blogs que eu indico nesse Blog Day:

SuperWallace.netO Wall é, atualmente, o blogueiro com quem eu mais troco idéia a respeito de tudo nessa blogosfera. Seja AdSense, formas de ficar milionário ou falando mal dos outros.

É um blog para-quedista, mas o que o diferencia dos demais é o fato de produzir seus textos, ao invés de ficar somente pegando notícias da internet e replicando como se fosse um papagaio.

DesaforoJottapê, é, possivelmente, um dos caras com a maior capacidade criativa dessa chamada blogosfera tupiniquim. Claro, é um humor refinado e nem todo mundo é capaz de compreender, mas se você tem um intelecto avançado como o nosso, provavelmente irá se identificar com os posts dele.

O CrepúsculoRedator, atleticano, gay e gordinho como eu. Esses já são fatores suficientes para que eu odiasse o autor do Crepúsculo, mas não tem como não gostar do Sr. Turambar e dos seus textos.

O cara é de Belo Horizonte, assim como eu, e por coincidência até hoje nunca nos vimos pessoalmente. Mais um sinal do homossexualismo do rapaz. O blog dispensa comentários. Conta com uma equipe foda e vale o acesso.

Que DiabosAh, o Luquetinho. Esse sim é o verdadeiro prodígio da blogosfera brasileira. Não existe “mundo tosco” que se compare com as aventuras de Luke, seja roubando um cone para a namorada ou discorrendo sobre as desvantagens de se cruzar a Friend Zone.

Sem contar o material que a gente compartilha via MSN. De primeira qualidade.

Ato ou EfeitoEssa é uma menção honrosa, pois não estamos falando de um blog, mas sim do site Mais Quente da Galáxia!

Atualmente é, na minha opinião, o blog que agrega a maior diversidade de conteúdo e que possui aquilo que muitos poucos blogueiros conseguem demonstrar: qualidade.

Mentira. O site é uma merda e o Théo é o maior tanga da interwebs. Mas vale a pena acessar.

É isso. No meu Blog Day indico esses caras aí. Eu sei que tem outros blogueiros por aí que merecem – e com razão – estar nessa lista. Mas não dá pra agradar todo mundo e estes são os blogs que mais acompanho.

Se você não está aqui, sinto muito. Tente me bajular mais vezes no MSN. Quem sabe um buquê de flores? Seja criativo, ok?

Continue Reading