Archive for the ‘Música’ Category
Nx Zero e o plágio do Taking Back Sunday.
Eu cogitei a possibilidade de não falar sobre esse assunto, até porque não vale a pena falar de uma banda que eu parei de escutar a algum tempo. Mas o problema não é nem o fato da banda estar se queimando bonito lá fora e sim a atitude idiota dos fãs que acreditam que o motivo de todo esse bafafá é uma inveja mundial devido ao (suposto, imaginado e fantasioso) sucesso estrondoso do NX Zero. Cá pra nós, a banda só é famosa no Brasil e ponto. A fama deles não passa nem da divisa do Brasil com Argentina, Paraguai e Uruguai.
Como eu já cansei de discutir com as fãs de Jonas Brothers e RBD, não é questão de inveja das bandas. No caso específico do Nx Zero e do Taking Back Sunday, não precisa ser nenhum gênio, basta apenas saber um mínimo de música,pra reconhecer que o Taking Back Sunday possui muito mais prestígio e fama do que o NX Zero. Vide as suas várias turnês mundiais e Warped Tours.
O refrão é semelhante? Sim, totalmente, eu diria. Em vários sentidos. Desde a melodia até o tom em que o Diego canta. O Taking Back Sunday tem razão de se manifestar quanto a isso? Claro. A internet é um meio democrático e achei a atitude dos caras extremamente profissional, pois se manifestaram em um canal que promove o contato direto com os fãs e em nenhum momento agrediram o NX Zero. Isso não se trata de inveja, se trata de uma banda que está aí há mais tempo que outra e é uma influência do NX. Até porque o TBS já fazia esse tipo de rock antes do NX existir.
Agora os fãs tem que parar com esse argumento ridículo e infantil que é a inveja e parar pra pensar como gente, não como fanático. NX Zero não tá com essa bola toda pra causar inveja em banda consagrada mundialmente não. Eles ainda são moleques se comparados a outras bandas e têm muito o que aprender. Todo mundo erra, mas não defendam uma banda utilizando um argumento que diminui a outra que possui muito mais relevância na meritocracia informal do rock mundial.
Eu particularmente não suporto NX Zero. Já tive a minha época de gostar, mas cansei. Não é nem a tal síndrome do underground. Foi simplesmente uma questão de achar a banda insuportável e repetitiva. Um verdadeiro clichê. Escuto Taking Back Sunday? Sim, mas também não é com frequência, então não venha falar merda que eu também sou invejoso. Se os caras resolveram ganhar dinheiro com música, ok. Eu resolvi ganhar de outra maneira. Logo, o que eu menos tenho em relação a eles é inveja.
Enfim. Que a molecada do NX Zero se manifeste, não através de assessoria de imprensa ou empresário, mas os próprios. Botem a cara a tapa, gravem um vídeo, façam uma coletiva de imprensa ou qualquer coisa do tipo, mas não se escondam através de gravadora ou fãs. Isso é feio, muito feio. E se forem comparar alguma coisa, será justamente a atitude adulta dos caras do Taking Back Sunday e a infantilidade dos caras do NX.
O Enigma de Outro Mundo (The Thing) em stop motion.
Algumas bandas conseguem fazer clipes utilizando idéias simples e que muitas vezes dão mais notoriedade do que um roteiro elaborado e cheio de efeitos especiais. Veja o caso da banda Ok Go e as esteiras, e mais recentemente o Weezer e suas web-celebridades do Youtube. No primeiro caso, o que viralizou o vídeo foi a idéia inusitada de elaborar uma coreografia baseada na troca de posições em esteiras em movimento. Já no caso do Weezer, a utilização de figuras da cultura pop da Internet fizeram com que o clipe logo se tornasse um hit.
Dessa vez, mais uma idéia simples e, apesar de utilizar algo já realizado, considero genial. A banda Zombie Zombie gravou em stop motion uma refilmagem do clássico de Jhon Carpenter - O Enigma de Outro Mundo, utilizando bonecos semelhantes aos de Comandos em Ação.
O clipe tem duração de 6 minutos e ficou extremamente bem feito. Tenho que pagar um pau pro cara que teve essa idéia e pra equipe que realizou a animação. Simplesmente genial.
Vi no BoingBoing.
O rock salvou a minha juventude.
Por mais subversivo, rebelde e, de certa forma, mal visto pela sociedade, o rock salvou a minha juventude. E não estou falando do rock evangélico. Falo do tradicional rock ‘n roll e as suas vertentes como o hardcore e o punk rock. E sou grato à todas as bandas que conheci durante essa fase determinante da minha personalidade.
Aqui no bairro onde eu moro, dessa nova geração de garotos que estão entrando na fase adulta, posso dizer que 95% deles não serão nada de muito relevante na meritocracia informal da vida. E não digo isso como alguém que é bem sucedido ou qualquer coisa do tipo, digo isso porque vejo todos os dias que eles mesmos não querem ser nada. Não que ser alguma coisa na vida seja parte fundamental do desenvolvimento do ser humano, mas também, ser um nada, não deve ser muito bom.
Mas você deve estar se perguntando como o rock entra nessa história, e eu explico. Quando eu estava entrando na adolescência, comecei a ter os meus primeiros contatos com o estilo musical. Tudo isso graças aos primos dos meus vizinhos que, por serem mais velhos, já tinham esse contato e repassavam pra gente. Como somos todos da mesma idade, agíamos como um rebanho mesmo e a cada nova banda conhecida era uma festa.
Entramos na adolescência e continuamos a experimentar o rock. Vieram as primeiras bandas, as tardes sentados na porta da casa do Kejera tocando violão, sentados no hall do prédio com o Mini-System do Alce ligado e rolando de tudo, desde Blink 182 a Cripple Bastards.
A certa altura da nossa adolescência, a galera que curtia os gangsta raps americanos e principalmente os brasileiros, não aqueles que falam sobre desigualdades ou injustiças, e sim aqueles que pregam a morte dos inimigos, a queima dos “X-9’s” e demais babaquices. Em nenhum momento esses caras conseguiram influenciar a gente. Éramos como uma bolha. Skatistas, rockeiros e sem cair nas influências de pessoas que vinham de fora.
Já a geração posterior a nossa, que estava entrando na adolescência nesse momento, geralmente uma fase em que procuramos uma identidade social, um grupo que nos aceite, foi no embalo desses carinhos do rap, funk e etc. Como eram novinhos e bobinhos, da mesma forma que nós éramos com essa idade, foram completamente influenciados por esses caras. E não de uma forma boa, pois se a influência se baseasse na música, estaria tudo ótimo. O problema é que esses caras começaram a mostrar pra moleques de 12 anos de idade que fumar cigarro, fumar maconha e beber era algo “cool”. Some a isso o fato de que a grande maioria dos pais dessa turma trabalhavam fora o dia inteiro. Como resultado temos um bando de garotos sem orientação e base familiar alguma expostos as idéias e caprichos de caras mais velhos.
Não vou ser hipócrita. Da nossa turma teve gente que já fumou o seu baseadinho e até hoje bebe a sua cerveja. Mas ninguém se deixou levar pelo vício, e ao contrário da turminha mais nova, temos como manter um provável vício.
Não demorou para que os primeiros moleques fossem parados em batidas policiais e flagrados pelos vizinhos enxendo o rabo de maconha. Quanto aos mais velhos, a situação estava piorando aos poucos. Um deles quase foi assassinado no bairro, levando um tiro na perna. E acredite, meu bairro não é violento. O outro teve que ir embora daqui devido às ameças de morte. Enquanto isso, a molecada influenciada por eles ia crescendo. Vários tomaram bomba na escola e, finalmente, o primeiro da turminha se meteu em uma encrenca grande. Virou peneira em uma favela e mesmo assim não morreu. Ficou com uma bala alojada no peito.
Aos poucos os moleques foram seguindo um caminho sinistro. Enquanto a minha geração, a turma que curtia rock ‘n roll começava a se dar bem na vida. Comecei a trabalhar com 16 anos. Fui o primeiro da turma. Logo depois os outros começaram também. Em 2005 todos nós já estávamos na faculdade e hoje somos publicitários, advogados, contadores e até técnicos ambientais. Nos demos bem na vida. Ninguém de nós tomou tiro ou acabou sendo preso.
Dia desses, acho que ano passado, fiquei sabendo que um dos que influenciou a molecada do rap, foi assassinado embaixo de um viaduto de Belo Horizonte. Na base da porrada. Morreu de tanto apanhar. O moleque que tem uma bala alojada no peito já foi preso duas vezes e atualmente cumpre pena, já que agora é de maior. O restante da turminha passa o dia INTEIRO no boteco, bebendo e fumando sem ao menos ter um emprego ou coisa do tipo.
Eu tenho que afirmar mais uma vez que, por mais contraditório que seja, o Rock And Roll salvou a minha juventude e digo mais, salvou a minha vida.
Blink 182 pode voltar à ativa segundo Mark Hoppus
Você não leu errado. Segundo o Mark “fuckin” Hoppus o Blink 182 pode voltar a ativa! O cara deu uma entrevista à MTV Americana e cogitou essa possibilidade, graças a aproximação dos ex-integrantes após o acidente com Travis Barker. Acho que só quem é fã de Blink, conhece a história da banda a fundo, sabe o que um “retorno” significa. Se hoje em dia eu gosto um pouco mais de rock, é graças a esses caras.
Em uma entrevista ao site da MTV norte-americana nesta segunda-feira (12), Mark Hoppus, ex-baixista e vocalista da banda de hardcore melódico norte-americana Blink-182 falou pela primeira vez sobre um possível retorno da banda, desde o fim do grupo, em 2005.
“O futuro está aberto”, disse Hoppus, que recentemente voltou a falar com Tom DeLonge, ex-guitarrista da banda, que saiu do grupo após uma briga com o baixista e com o baterista Travis Baker.
“O Blink-182 não foi uma banda criada por uma gravadora, nós não fazíamos música pela fama ou pelo dinheiro. Éramos três amigos na mesma banda, fazendo músicas que amávamos. (…) Para nos reunirmos, temos que voltar a esse ponto”, declarou Hoppus.
Os membros da banda voltaram a se comunicar com frequência após o acidente de avião que aconteceu com Baker – que sobreviveu e voltou à atividade dois meses após o desastre, que matou quatro pessoas.
Sobre a relação com DeLonge, Hoppus diz que o guitarrista “ainda é o mesmo” e que conversam sobre novas bandas favoritas (como o Vampire Weekend). Hoppus afirma que eles conversam várias vezes por semana, e que “estão voltando a ser amigos”.
Matéria veiculada no G1. Clique aqui para ver o original.
Espero que essa volta seja o mais breve possível. Afinal, hoje em dia não existe uma banda com um espírito de diversão com que esses caras tocavam há uns 7 anos. Claro que hoje em dia não são mais moleques, mas poxa, quem disse que precisa ser novinho pra tocar por diversão?
Entre razões e emoções a saída… é fazer uma música decente.
Quando somos adolescentes e ainda estamos descobrindo quem somos, os nossos gostos verdadeiros e o que seremos no futuro, passamos por várias experiências que vão desde o que vestimos até o que escutamos. Geralmente nessa idade tem uma banda que faz um certo sucesso e que acaba inspirando a nossa vida. Claro, nessa fase também temos vários amores. Acredito que já passei dessa fase e olhando agora com clareza, posso fazer uma pequena análise sobre um assunto: músicas românticas.
A molecada de hoje em dia tem como ídolos bandas como Fresno e NX Zero, que fazem um “emocore” adocicado, repleto de letras de amor, desilusões e em alguns casos uma voltinha por cima. Levando em conta que a nossa análise crítica nessa idade é a pior possível, as meninas e os meninos de hoje em dia consideram as músicas dessas bandas verdadeiras declarações de amor, podendo utilizá-las em várias ocasiões. Mas olhando agora, um pouco mais velho, a profundidade das letras dessas bandas é tão profunda quanto o vaso de plantinhas da minha mãe.
Acontece que nessa idade as meninas idealizam um cara perfeito e para muitas, a figura desse cara perfeito está nos integrantes dessas bandas ou em alguns casos, um ator ou um personagem de livro que suga sangue. Porém, como todos sabemos a realidade é muito mais cruel do que a nossa imaginação fértil. Uma música dessas bandas só funcionaria com uma garota de 13 ou no máximo 15 anos. O que ela espera de um cara é justamente isso: uma declaração de amor que envolva seu mundo, com pôsteres de bandas no quarto, shows de rock, bandanas e rolés de skate. Mas o tempo passa e isso nunca mais funcionará.
Agora, se você quer falar de músicas de amor que funcionem a partir de uma certa idade, quando tanto a garota quanto o garoto já adquiriram uma certa experiência de vida e já definiram seus gostos musicais, existem cantores e bandas que pouparão as suas palavras, pois o que eles cantam faz qualquer mulher repensar aquele término de namoro.
Por mais que “entre razões e emoções a saída é fazer valer a pena” ou “alguém que te faz sorrir, alguém que vai te abraçar” possam parecer versos extremamente românticos, não são nem uma vírgula se comparados a versos como:
Most of the time
She ain’t even in my mind,
I wouldn’t know her if I saw her
She’s that far behind.
Most of the time
I can’t even be sure
If she was ever with me
If I was ever with her.Most of the Time - Bob Dylan
Com apenas uma estrofe, Bob Dylan consegue expressar mais sentimentos do que todas as músicas já gravadas por Fresno, Nx Zero, CPM 22 e bandas do gênero rock melódico. Claro, existem bandas desse gênero que conseguem expressar um pouco além de lamentações, mas não pense que sua namorada irá voltar se você cantar isso pra ela. Ela não irá. Para essas situações, prefira sempre os mais experientes, mais velhos.
Não pense também que essas rimas que você faz sempre que está chateado também surtirão efeito. Para ela, vai soar como uma poesia de um menino da quarta série onde sua rima mais complexa é coração / paixão. Se quiser aprender um pouco sobre amor, na voz de quem entende, procure músicas como a própria citada acima, Most Of the Time do Bob Dylan, I Believe (When I Fall in Love It Will Be Forever) do Stevie Wonder ou então I’m Wrong About Everything de Jhon Wesley Harding. São músicas que não precisam de mais nada. Apenas mande para a sua namorada, ex-namorada e deixe que os próprios autores dêem o recado.
Rock em Família!
Apesar de rebeldes, contestadores, subversivos e principalmente, talentosos, os rockeiros dos anos 70 também tinham família. E a revista Life realizou uma série de fotografias com os astros e suas respectivas famílias no aconchego do lar.
Achei foda o estilo das casas nessas fotos. Até parece cenografia de filme dos anos 70. Mas enfim, confira as fotos clicando em “Continue Lendo“.
Resenha do novo CD do ForFun - Polisenso
Do ano de 2004 pra cá, o cenário do rock no Brasil foi tomado pela onda de novas bandas compostas por nomes como NX Zero, ForFun, Fresno, Hateen e mais recentemente Strike. Foi o famoso boom do Emocore, o que, convenhamos, é o termo mais incorreto que se pode aplicar à essas bandas. NX Zero e Fresno podem se enquadrar nesse quesito, como bem afirmam em alguns casos, mas, das demais, o Hateen sempre manteve a linha do Hard Core melódico e ForFun, o bom e velho Hard Core californiano.
Das bandas acima, a que eu sempre preferi foi, obviamente, o ForFun. Sempre me identifiquei mais com o estilo da banda. As músicas descompromissadas, as letras divertidas e o hardcore alegre, que promove sempre as melhores rodinhas na hora do show. Sem contar que conheci os caras pessoalmente e afirmo, são uma das pessoas mais humildes com quem já conversei. Os caras tem um pensamento totalmente diferente das demais. Pensam no coletivo, na sustentabilidade do planeta e em como promover a paz de espírito e a união com o próximo.
O novo CD da banda reflete esse pensamento em todos os sentidos. Seja nas letras ou nas levadas de Dub com um toque de eletrônico e samplers. A banda alcança com esse novo cd, Polisenso, maturidade musical e espiritual. O que mais se observa no CD é a preocupação da banda em demonstrar a sua filosofia de vida. A preservação da natureza, o consumismo desenfreado, o egoismo do ser humano com o próximo.
O CD é completamente diferente dos dois outros álbuns da banda, Das Pistas de Skate para as Pistas de Dança (2002) e Teoria Dinâmica Gastativa (2005). Sai de cena as letras com tom adolescente e entram as letras com temas atuais. A levada também é completamente diferente. Sai o hardcore e entra o Dub, algumas pegadas de reggae acompanhadas de samplers e toques eletrônicos.
O CD começa com uma faixa alegre, mas que dá o tom do que vem pela frente. A música Aí Sim começa com um reggaezinho com uma linha linda de baixo. Em seguida vem O Viajante, uma das melhores do CD ao lado de Dia do Alívio, Eremita Moderno e Sigo o Som. Em o O Viajante a banda inova mais uma vez e se diferencia das demais ao utilizar um coral de crianças.
Logo depois somos brindados com Infinitas Possibilidades que fazer uma ode a natureza e a incapacidade do ser humano de conviver em harmonia com essa natureza. Vale lembrar que nesse CD, ao contrário dos demais, a banda utiliza apenas uma guitarra. Danilo se encarrega dos vocais e da guitarra, enquanto Vítor (Pirú) cria excelentes efeitos sintetizados e alguns mixes no meio das músicas.
Na seqüência temos o primeiro single desse cd, a música Sol ou Chuva. Me lembro na época do lançamento que foi um choque para os fãs. Muitos diziam que aquele não era o ForFun que todos conheciam, e da parte de uns, esse pensamento se confirmou com o lançamento do CD. Mas eu não penso assim. A música inclusive tem um dos clipes mais bonitos que já vi em se tratando de bandas nacionais.
A música Panorama, cantada por Vítor, aliás, quase declamada, é um tapa na cara da sociedade. Acusando a modernidade e a mecanização da sociedade em uma letra repleta de referências e frases marcantes, com samplers de discursos, se não me engano, de Martin LutherKing Jr.
A sexta faixa é, na minha opinião, a melhor do disco. É a música com uma pegada mais pop que as demais e trata sobre o “dia do alívio”, título da faixa. Sobre um dia em que a sociedade encontrará o pleno conhecimento e terá um dia do alívio. O refrão gruda na mente de imediato, e dá vontade de escutar a música incansavelmente.
Colírio é um instrumental belíssimo. Com efeitos sonoros, uma pegada leve de guitarra e uma linha de baixo matadora. Abusando das escalas e mostra uma evolução absurda do baixista Rodrigo.
Suave, como o próprio nome diz, é uma faixa mais suave, tranquila, e que de repente lança uma pancada com a letra. Uma música que dá vontade de ir pra praia com os amigos e ficar sentado o dia todo conversando.
Gruvi Quântico já é conhecida do público, pois fez parte do repertório da banda no CD/DVD MTV 5 Bandas de Rock e já é presença garantida nos shows desde o ano passado. A versão veio revigorada, ficando melhor do que a versão lançada anteriormente pela banda. É, como Infinitas Possibilidades, uma ode à natureza e as ações do ser humano contra esse bem precioso.
Cósmica nos lembra bandas como 311, com uma pegada mais tranquila. Uma letra cantada de forma suave e a utilização de sintetizadores ao fundo. Sem dúvida alguma, se fosse cantada em inglês poderia se dizer que é uma música do 311. Lembra bastante a música Amber.
Eremita Moderno, como já citado acima, é uma das melhores músicas do CD. Um groove gostoso de se escutar, com uma letra de protesto e exaltante. Lembra músicas dos anos 70 e também tem um refrão forte e marcante.
Escala Latina me faz querer ir pra Cancun. Como o próprio nome, a música tem uma levada bem latina, com castanholas e uma guitarra que lembra a salsa. A música fala sobre a exploração latina pelos outros países, mais uma vez refletindo o pensamento da banda em relação a assuntos sérios.
Uma Noite em Havana é mais um instrumental da banda com uma cara bem cubana mesmo. Dá vontade ser integrante do Buena Vista Social Club escutando essa música.
Sigo o Som é outra velha conhecida do público da banda. Mais uma vez com uma nova cara, o que deixou o que já era bom, ainda melhor. É uma das músicas mais pesadas do novo CD. Uma das músicas com cara do ForFun de 3 anos atrás, apesar do tom político da letra.
Sócrates e a Deusa Música é uma música mais pesada. Instrumentalmente falando, já que a letra é um pouco mais leve. Com um tom filosófico, a música utiliza a famosa expressão de Sócrates “Só sei que nada sei” como ponto de partida.
Cigarras tem uma levada bem praiana. Um dub com um toque eletrônico o que lembra algumas músicas do início dos anos 90.
O CD ainda vem acompanhado de 3 faixas bônus. São os remixes das músicas Dia do Alívio, O Viajante e Suave. Dia do Alívio no remix virou um reggae da melhor qualidade, com um baixo sensacional. O Viajante ganhou um toque eletrônico e Suave virou um set eletrônico, que poderia muito bem ser tocado em uma rave.
Finalizando, esse CD marca um ponto de divisão na carreira do ForFun. A banda mostra que evoluiu tanto musicalmente quando espiritualmente e apresenta um cd cheio de conceitos. Uma obra autoral diferente de tudo que foi lançado esse ano em relação as outras bandas de rock. Em meio a lançamentos como Black Ice do AC/DC, Polisenso, o novo CD do ForFun se torna a melhor pedida em questão de rock nacional.
Uma ressalva. A banda lançou o cd exclusivamente na internet, em seu site oficial, e em breve irá lançar o cd físico. Mas, ao baixar, o pacote vem com o encarte e a capa do CD. A banda seguiu a tendência de grandes bandas gringas e deu a oportunidade das pessoas apreciarem a obra antes do lançamento físico. Ponto pra eles.
Para baixar o CD é só clicar aqui.
Entrevista com Mallu Magalhães
Cara, essa garotinha deve fumar alguma coisa antes de dar entrevistas, ou já fumou antes, ou então é problema de dicção mesmo e mais correto seria procurar um fonoaudiólogo. As entrevistas com Mallu Magalhães se resumem a pequenos grunidos, e vários “tipo”, “err” e “aí né”. Veja abaixo uma entrevista exclusiva do Sem Título ainda… com Mallu Magalhães. Nem parece aquela garota prolixa das músicas. Monossilábica e meio lesadinha, escutar ela falando é quase uma tortura.
Bom dia Mallu. Primeiramente, se apresente para quem não te conhece.
Errr, tipo… Mallu Magalhães.
Então Mallu, conta pra gente como você começou a cantar.
Errr, tipo, peguei meu violão meio que tipo, vou tocar né? Aí tipo, comecei a tocar e tipo, fui cantando né? Tipo que eu gostava de tipo, cantar. Errr, tipo, é.. Foi assim.
E como você lida com a fama Mallu?
Err. tipo que, eu errr, não acho que a fama seja um fator decisivo nas escolhas do ser humano. Err, mas tipo, err, eu nem sou, err.. lido bem.
Obrigado Mallu.
Errr, de err.. de.. nada.
Jonas Brothers são encontrados em Motel de Las Vegas com garotas de programa suecas.
Jonas Brothers são encontrados em Motel de Las Vegas com garotas de programa suecas.
Nevada, 28 de setembro de 2008.
Os irmãos Kevin, Joe e Nick, que formam banda sensação do momento, Jonas Brothers, foram flagrados em um motel em Las Vegas, estado de Nevada, com quatro garotas de programa suecas na madrugada de sábado para domingo. Autoridades americanas afirmam que os irmãos estavam embriagados e fora de controle, depois de se hospedarem em uma das suites do hotel Bellagio, que também possui um Casino.
Os irmãos que usam alianças de castidade, foram conduzidos para o departamento de polícia local onde foram interrogados e repreendidos pelas autoridades. O Relações Públicas da Disney, Frank Ado, está cuidando do assunto e procurando evitar que a notícia se espalhe. Segundo fontes seguras, existe um vídeo onde Joe, segurando uma garrafa de Vodka e apenas de cueca, derrama o líquido pelo corpo nu de uma das garotas e lambe, fazendo gestos obscenos para a câmera, que estava nas mãos de uma das garotas.
Junto com os irmãos, foram levados para a delegacia os integrantes da banda Jhon Taylor (guitarrista), Jack Lawless (baterista) e as garotas, que não foram identificadas, mas acredita-se que são acompanhantes geralmente encontradas nas mesas de jogos de casinos da cidade.
Atualmente com a turnê A Little Bit Longer, os garotos estavam descansando e se preparando para o show do dia 12 de outubro em Phoenix, Arizona.
Símbolos da pureza e inocência juvenil da Disney, esse pode ser um duro golpe para a carreira dos jovens astros que pregam a virgindade. Mas ao que parece a história pode ser um pouco diferente. Já existem especulações sobre a rescisão de contrato por parte da Disney, que vem enfrentando muitos escândalos envolvendo seu cast infanto-juvenil. Depois das fotos de Vanessa Hudgens nua e de Miley Cyrus, a Hannah Montana, agora é a vez dos Jonas Brothers que despontaram para o mundo depois do filme Camp Rock.
Alguns fãs que estavam na cidade, ao saber do acontecido não acreditaram e não quiseram responder às perguntas da equipe de jornalismo que cobria o incidente. Acredita-se que a assessoria de imprensa da Disney já esteja de posse do vídeo e provavelmente irá incinerá-lo. Depois de prestarem depoimento, os irmãos foram liberados não sem antes pagarem uma multa no valor de U$ 50 mil.
A turnê segue normal após o incidente e em breve os Jonas estarão no Brasil.
Emos dançando funk. Vídeos da banda McFly
Deve existir alguma conspiração para que o funk domine o mundo. Não o funk de raiz, dos anos 60. Aquele estilo musical swingado, pautado pelos baixos marcantes e cheios de groove, mas sim o funk atual, o carioca. Mulheres-fruta, nomes de “bondes” cada vez mais sinistros e os MC’s dominando todas as rádios. Isso deve ser alguma conspiração norte-americana para exportar cultura cada vez mais inútil. Enfim.
Todo mundo já deve tá sabendo que a bandinha coqueluche mundial, o McFly vem ao Brasil esse ano. Ou ano que vem, não sei. Mas vem, e para se acostumarem com as belezas naturais do nosso país, nada melhor do que ensinar aos emos o rítimo mais marcante da cultura popular brasileira: O Funk.
Com vocês, McFly aprendendo a dançar funk ao som do Bonde do Tigrão:
Encontrei no blog do André, ressurgido das cinzas.







