Archive for the ‘Dia a Dia’ Category
Social Minas - Uma visão do cenário das mídias sociais em Minas Gerais
O mercado mineiro pode ainda ser pequeno, os clientes podem estar descobrindo agora, mas de uma coisa não dá pra fugir: Minas Gerais está muito bem servida de agências digitais e com profundo conhecimento em mídias sociais. Foi essa a impressão que tive ao participar do primeiro Social Minas - evento organizado pela AMADi - Associação Mineira das Agências Digitais.
Estudos de caso, painéis, palestras sobre as mídias sociais e uma platéia repleta de pessoas que gostam, estudam e atuam na área. O primeiro evento totalmente mineiro voltado para o estudo das redes sociais.
Tentarei passar de forma bem resumida as minhas impressões sobre o evento, palestrantes e citar os principais pontos abordados.
Ao chegar ao evento, os visitantes recebiam um kit contendo uma caneta, duas folhas de papel (nem todo mundo é “guique” e não possui um notebook ou um Iphone), dois cartões de “crédito” para acessar o Sonora, do Terra, um botton da AMADi, um cupom para ganhar 50% de desconto em cursos do IPEC e um flyer do mesmo.
O evento foi realizado no auditório do Campus JK do Centro Universitário Newton Paiva. Lugar grande, aconchegante e com uma excelente infra-estrutura. Porém, as tomadas eram escassas e as poucas que eu vi já estavam sendo utilizadas, o que queria dizer que, dentro de duas horas, eu teria que desligar meu notebook.
O evento começou pontualmente as 09:25 com apresentação de Saulo Medeiros, sócio-diretor da agência 5Clicks e atual presidente da AMADi. Como manda o protocolo, apresentou a associação, seus membros, objetivos e etc. Agradeceu aos patrocinadores do evento e deu início às palestras.
O primeiro palestrante do Social Minas foi André Fonseca, fundador da Dito Internet e mostrou o atual momento das mídias sociais e como trabalhar nesse meio. Segundo André, as mídias sociais se baseiam em monitoramento, relacionamento e produção de conteúdo.
Veja os slides da apresentação de André.
Em seguida foi a vez das “meninas” Letícia Lira, Raquel Horta e Raquel Camargo participarem de um painel sobre as mídias sociais. Cada uma representando, digamos assim, um segmento: Letícia Lira representando o cliente (Vivo) , Raquel Horta a agência (Mapa Digital) e Raquel Camargo pesquisadora (Twitter Brasil).
A dinâmica do painel foi bem interessante. A pergunta tema era apresentada e cada uma das participantes falava um pouco sobre o assunto.
O foco principal que permeou todo o painel foi a importância do planejamento em ações de mídias sociais.
As marcas já estão nas redes sociais antes mesmo de se darem conta. Como lidar com isso? Planejamento, pesquisa, diálogo, interação e entrega de conteúdo relevante. Esse é um ambiente onde as marcas, primeiro escutam, e depois se manifestam.
Outro ponto abordado foi a falta de unidade entre comunicação online e offline. Foi consenso entre as palestrantes que deve existir unidade. O planejamento, desde o primeiro momento, deve envolver o que será feito no mundo real e no mundo virtual. A internet não é “sobra de verba”.
Como eu estava gripado e morrendo de febre, o evento terminou pra mim durante o Coffee-break. Mas teve prosseguimento com a palestra de Lou Martins da Cubo.cc apresentando alguns cases, que você pode conferir no search do Twitter.
Balanço final
Por ser o primeiro evento mineiro tratando exclusivamente sobre mídias sociais, o resultado final foi extremamente positivo. O evento valeu cada centavo dos R$ 30 investidos e deu a oportunidade para quem compareceu, conhecer melhor o que vem sendo feito em mídias sociais em MG e Belo Horizonte, conhecer as caras desse mercado e, principalmente, conhecer novas pessoas e futuros parceiros de profissão, o famoso “networking”.
Esse evento mostra que a AMADi está disposta a mudar o cenário da publicidade em Minas, mostrando a clientes e outras agências a força das mídias sociais e o retorno que elas geram se bem planejadas e elaboradas.
Já estou aguardando o próximo!
Siga o Twitter da AMADi.
Siga o Twitter da Mapa Digital.
Siga o Twitter da 5Clicks.
Siga o Twitter da Raquel Camargo.
Siga o Twitter da Lou Martins
E siga-me também!
A Gabriela é A AMIGA!
Como é bom ter amigas que gostam da gente, não é mesmo? Principalmente aquela amiga que se comove ao ler os seus lamentos por não ter dinheiro pra comprar os três volumes da Trilogia da Herança em promoção no Submarino.
Biboca, eu sei que já agradeci umas 32349389934934 milhões de vezes. Mas sabe como é, né? É Eragon, Eldest e Brisingr.
Obrigadão de novo!
P.S.: Ohanna, não fica com ciúme. Te amo, gata!
Nessa bumba eu não ando mais!
Sem dúvida alguma, uma das melhores invenções do mundo foi o celular com mp3 player. Nem todo mundo tem grana pra comprar um Ipod (eu, por exemplo) e a facilidade de utilizar um mesmo dispositivo para se comunicar e escutar música é algo realmente admirável.
Mais admirável ainda foram os anos e anos de estudo de algum inventor para construir um mecanismo fácil de adaptar às nossas orelhas de forma intra-auricular. Esse dispositivo é o que chamamos de “fone de ouvido”.
O fone de ouvido é uma coisa mágica. Depois que o colocamos, somos transportados para um mundo todo particular. Alguns entram no mundinho dos podcasts, outros no mundinho das rádios e os mais exigentes, no mundinho do último cd do Caetano Veloso.
Veja bem: seu próprio mundinho.
Mas os celulares também têm a possibilidade de tocar o mp3 sem o fone de ouvido. O que em alguns casos pode ser algo maneiro, como o toque ser, por exemplo, a nova música do seu artista preferido, em outros pode ser algo extremamente irritante e de um mau-gosto terrível.
Estou falando daquelas pessoas que esquecem que “transporte-coletivo” não tem esse nome a toa. Tem coisa mais chata do que aquele cara que faz do ônibus a sua rave particular? Eu odeio com todas as minhas forças essas pessoas que ligam os mp3’s de seus celulares e deixam a festa do Mallandro rolar. Não há nenhum pingo de desconfiômetro por parte desses vagabundos.
Ontem mesmo estava voltando pra casa de ônibus morrendo de dor de garganta, febre e uma tremenda dor de cabeça. Como é de praxe, eu sempre dou uma cochilada no balaio. Ou seja, eu durmo no ônibus. Mas ontem, excepcionalmente ontem, que eu estava na pior condição possível, um filho da puta resolveu brincar de DJ e inundou todo o ônibus com a sua coletânea “Glória a Deus em vários ritmos”.
Reunindo o melhor do Funk, Rap, Rock e Pagode Góspel, o aprendiz de beato ficou do ponto onde eu peguei o ônibus até o ponto onde eu desço (um “rápido” trajeto de 40 minutos) com o celular ligado no máximo, cantando e dançando como se estivesse no seu próprio quarto.
Claro que eu não consegui dormir e de vez em quando lançava olhares de ódio ao tal do homem lá. E não era só eu que estava incomodado.
Eu não sei de onde esse povo tirou que deixar o celular tocando música ruim no ônibus é legal. Isso não é legal e muito menos de bom gosto. Mas o que eu estou querendo, né? Bom gosto e ônibus coletivo são duas expressões que não combinam. Nunca.
![]()
Epic Win… Fail. - Parte 2
Quem é rei nunca perde a majestade. Quem é otário, continua sendo otário. Assim eu definiria a minha pacata vida virtual enquanto internauta e usuário de programas piratas.
O motivo do adjetivo “otário” é porque eu realmente não aprendo a lição. Vocês acompanharam a minha saga recentemente enquanto tentava baixar um jogo enorme por dias a fio. O final da história é que o arquivo simplesmente não roda no computador.
Eis que dia desses tive que levar o notebook para o trabalho. Chegando lá, conectei o Wi-fi e comecei a desfrutar da maravilhosa conexão de alguns bons megas.
A conexão no trampo é tão foda, mas tão foda, que todo mundo baixa música e ela continua lá, firme, forte e veloz como sempre. Claro que o meu instinto de filho da puta falou mais alto e resolvi baixar algo mais pesado, digamos assim.
Então fui lá e caprichei. Comecei a baixar um torrent de 3gb. A maravilha da coisa é que, enquanto em casa eu baixaria esse arquivo em uns 5 dias, lá eu baixei em questão de duas horas.
Mas como é de conhecimento de todos, Deus é um cara sacana. Ele ri de das nossas desgraças sentado confortavelmente em sua cadeira de mogno e sucupira adornada com anjinhos de ouro maciço.
Com o sorrisinho no canto da boca que é peculiar neste ser superior, ele escreveu mais uma página no roteiro da minha vida. Uma cena que se desenrolou da seguinte forma, no melhor estilo Ben Stiller de fazer comédia:
- Opa. Terminou o download. Vou instalar o jogo aqui.
- Instalando.
- 50%.
- 80%.
- 99%.
- NÃO É POSSÍVEL CONCLUIR A INSTALAÇÃO. O SEGUINTE ARQUIVO “RAFAEL SE FODE DE NOVO.EXE” ESTÁ CORROMPIDO.
Alguém lá em cima não gosta de mim. Aliás, alguém lá em cima não gosta que eu baixe pirataria.
![]()
Novo visual!
Há muito tempo eu queria dar uma melhorada no layout do blog. O problema é que eu sou uma negação tanto em design como em programação. Mas enquanto eu me mato aprendendo PHP em casa e no trabalho, vem o AJ e me apresenta um lindo programinha que faz temas para Wordpress automagicamente. Malandro e preguiçoso que sou logo comecei a destrinchar o programinha.
O resultado ta aí.
Farei um post explicando melhor como funciona o programa e onde baixá-lo assim que tiver um tempinho. Hoje eu to exausto. Fazer esse tipo de coisa cansa.
Cuide bem da sua filha, por favor.
Eu nunca entendi muito bem a revolta que leva algumas garotas, muitas delas ainda bem novinhas, a sentirem um complexo enorme em relação à beleza. Mas hoje eu pude entender, ainda que superficialmente o que pode levar uma garota a ser complexada.
Estava no ônibus vindo para o trabalho, em pé como de costume, quando vi uma garota no alto de seus 12 anos por aí. A garota era muito bonita de rosto, os traços e tal. Vi potencial ali. A sua mamãe, não era tão bonita, mas era muito bem cuidada. O cabelo bem hidratado (nofa), a sobrancelha feita e toda arrumada.
Teoricamente era pra garota estar assim também. Mas essa mãe desnaturada simplesmente parece não se importar com a auto-estima da filha. A coitada da menina estava com a sobrancelha estilo Lourdes Maria, o cabelo amarrado em trança e jogado pra trás, mas sem nenhum brilho ou maciez aparente.

Bela sobrancelha, Lourdes.
Olhando aqui eu entendi, mesmo que por alguns instantes, porque algumas garotas crescem revoltadas com as suas mães e fazem plásticas cada vez mais novas. Eu quase virei pra mãe da garota e disse:
- Ô minha senhora, você não tem dó da sua filha não? Olha esse cabelo. Olha essa sobrancelha. Pelo amor de Deus, né? Dá um trato na menina. Ela deve ta com auto-estima lá embaixo.
Só não disse por que esse seria um comentário extremamente homossexual. Pensariam que eu era algum hair stylist designer ou coisa do tipo. Deixei pra lá. Tomara que a menina cresça rebelde e gaste toda a grana da mamãe no salão de beleza.
A geração espontânea existe.
Em algum momento do ensino médio, não me lembro qual ano exatamente, aprendi sobre e teoria evolucionista, aquela lá do Darwin. Em meio à matéria, aprendemos sobre outra teoria chamada de “Teoria da Geração Espontânea“.
Ela consistia basicamente em um maluco jogar uns cobertores em uma sala escura e alguns dias depois, ao abrir a sala novamente, se deparar com ratos que surgiram por lá misteriosamente. Na cabeça genial (para a época) do sujeito, os ratos surgiram espontaneamente no meio daquelas toalhas. A teoria logo foi descartada, porque cá pra nós né?
Eis que em 2009, eu, Rafa Barbosa (o original, único, verdadeiro e “.com”), chego a uma conclusão quase semelhante à desse maluco que pregava a geração espontânea. Só que ao invés de ratos, o que surge espontaneamente através de objetos inanimados são os mendigos. No termo politicamente correto, os sem-teto.
No meu bairro surgiu um sem-teto. O cara não fez mal pra ninguém, arrumou alguns trampinhos pra passar o tempo e a galera convive com ele em paz e harmonia. Ele dorme em um colchão com cobertor na porta de uma casa de repouso para idosos que tem lá.
Todo dia quando eu vou trabalhar passo por ele. Geralmente ele está dormindo, o que me desperta certa inveja. Mas isso não vem ao caso.
Acontece que em primeiro lugar:
Ele surgiu lá no bairro do nada. Ninguém sabe de onde ele veio, o nome ou qualquer outra informação. Geração espontânea? Talvez. Tenho quase certeza.
O que corrobora a minha teoria de que sem-tetos surgem por geração espontânea é que hoje, ao passar por ele, vi uma mulher deitada ao seu lado.
Sério. Geração Espontânea. A mulher apareceu do nada. Deve ter surgido ali, do meio das cobertas dele. Ninguém viu a mulher chegando ou coisa do tipo. E amanhã? O que será? Mais dois sem-tetinhos? Sabe como é, geralmente nasce é ninhada.
É a geração espontânea mostrando que realmente existe e faz sentido, dando um tapa na cara de Darwin. Aquele noob.
O Fenômeno está de volta!
Há algum tempo eu já venho ensaiando um retorno triunfal aos gramados (ou ao concreto das quadras de futebol de salão). Fato é que devido ao meu excesso de peso, parte da minha habilidade futebolística está comprometida. Perdi em agilidade, mas ganhei em força, logo, não consigo correr, mas ninguém me derruba. ![]()
Pois bem. Eis que em um momento de extrema necessidade fui obrigado a deixar os preparativos de lado e partir realmente para a ação nos gramados. Ou melhor, nesse caso a ação se passou na sala de reuniões da agência onde eu trabalho.
Por volta das 18 horas de ontem, sexta-feira, uma dupla de promoters do Jornal Aqui chegou à agência. A missão delas? Testar a habilidade dos funcionários ao realizar embaixadinhas em uma grande competição entre as agências de publicidade de Belo Horizonte.
Acredito que esse é um mercado de trabalho onde a habilidade das pessoas não reside no pé, mas há quem diga que existem grandes talentos futebolísticos mal explorados nessas casas criativas.
O Diretor de arte, o Ariel, e o produtor gráfico, o João, desceram na mesma hora. Eu fiquei lá em cima olhando um trabalho com o Ricardo, nosso Diretor de Criação. Claro que eu também ia descer, mas tinha que terminar a obrigação primeiro.
Foi como se eu entrasse aos 45 do segundo tempo. O Léo já estava lá embaixo e todos eles ensaiavam as suas embaixadinhas. Com a categoria que é peculiar a alguém que passa o dia todo sentado em uma cadeira e de frente pra um computador, os craques da agência não conseguiam realizar mais de 4 embaixadinhas. Isso me inclui. ![]()
Cada um teve um tempinho para se aquecer, praticar um pouquinho. Apesar da idade e do excesso de peso, ainda domino os ensinamentos milenares trazidos por Charles Miller. Como diria o Pelé, quem é rei nunca perde a majestade.
No meu primeiro contato com a bola, eu parecia o C3PO dançando break. As juntas completamente coladas e a postura de um robô ainda em construção. Aos poucos fui me soltando até que resolvi tirar o tênis do pé direito. Ah, o meu famoso pé direito. Quantas histórias esse pé direito contaria se soubesse digitar…
Voltando. Senti a Força presente naquele momento. Era hora de mostrar o futebol moleque da agência, o futebol arte, futebol de várzea. Como um meio de campo que chama a responsabilidade pra si, peguei a bola com todo o carinho que é peculiar aos grandes craques do futebol e a encarei com obstinação. Não precisava de palavras. É o tipo de situação onde apenas o olhar diz tudo aquilo que precisa.
Deixei a pelota cair de mansinho no meu pé direito. O resto foi automático. Da mesma forma que um imã atrai metais o meu pé direito estava atraído pela bola. Um, dois, três, quatro… o pessoal da agência e as meninas do Jornal Aqui narravam em coro a minha epopéia futebolística. Eu estava oficialmente de volta à ativa.
Doze. Doze embaixadinhas. O suficiente para que a nossa agência não ficasse na lanterna da competição. Se a gente tivesse um RTVC por lá, ele faria questão de lançar um vídeo no Youtube estilo aquele que a Nike lançou com a volta do Ronaldo.
O melhor de tudo: ainda faturei uma bola! Agora com o artefato mais mágico do mundo, estarei praticando com freqüência em casa. Agora só me resta entrar em forma e voltar a encantar os meus vizinhos com os meus dribles cuidadosamente calculados.
Epic Win… Fail.
Ahhh, nada como a doce visão de bytes, kbytes e megabytes da mais pura pirataria sendo descarregada no seu computador. Chega a ser algo tocante ver aquele jogo que você passou dias e dias baixando se aproximando dos 100%. O clímax vem quando o BitComet apita dizendo que o download foi concluído. Nesse momento, tudo o que você já leu sobre downloads ilegais e o caralho a quatro vai para o espaço e você só pensa nas horas e horas em que irá se divertir com o novo joguinho.
Ou não.
Depois de uma semana baixando o jogo Starship Troopers (Tropas Estelares) - 5.60gb -, deixando o notebook ligado por dias e ainda sendo interrompido várias vezes por minha mamãe, eis que uma grande decepção me atinge. O jogo simplesmente não roda! Mesmo com a minha configuração do notebook sendo superior à necessária pra jogar.
Enquanto isso, no céu, Deus ri da minha cara, me chama de otário e diz:
![]()
OK, vamos com calma.
Não dá pra começar um regime em pleno fim de semana. É algo humanamente impossível, principalmente se considerarmos que no domingo teria um chá de panela que você nem fazia idéia. Isso aconteceu comigo.
Cheguei no chá de panela e estava ela lá, linda e gloriosa como sempre, a minha Coca-Cola. Isso era o de menos. O que tinha de mais era pernil, lombo, lazzanha, pão de queijo, frango a passarinho, farofa, feijoada e charlotte e pudins. Tudo isso em um “simples” chá de panelas.
Acho melhor começar o regime hoje, segunda-feira.



















