A primeira vez a gente nunca esquece…

Escrito por Arquivo

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Domingo minha namorada estava me contando um caso engraçado. O tio dela pegou um garotinho bem no meio do ato masturbatório em um clube, escondido atrás da moita. A desculpa dada pelo jovem corneteiro foi a de que estava apenas coçando. Isso me lembrou um fato engraçado e totalmente semelhante que aconteceu com… digamos assim, um amigo meu.

Esse meu amigo devia ter uns 13 anos, por aí. Estava na fase pós-descoberta dos prazeres do sexo solitário. Todo lugar era lugar e toda hora era hora para, furtivamente, descascar a bananinha. Naquela noite não poderia ser diferente. Deitado na cama, a luz do quarto apagada e a televisão ligada logicamente na Band. Adivinha o que esse meu amigo estava assistindo? Exatamente. Cine Peitinhos, mais conhecido como Cine Privê.

Antes de prosseguir, se você vive ou viveu a sua adolescência na era da Internet de banda larga, você provavelmente não teve que passar por grandes sacrifícios como ficar acordado até tarde para assistir programas como Cine Privê, Todo Êxtase, Sexy Time e derivados. Hoje você tem toda e qualquer sorte de putaria devidamente arquivada a um clique de mouse. O ato de se masturbar vendo algum vídeo é bem mais fácil hoje em dia do que há alguns anos.

Voltando ao meu amigo. Ele estava tranquilamente deitado na sua beliche, com a avó dormindo na parte de baixo, assistindo a uma cena tórrida de amor, provavelmente Emmanuelle em algum lugar do mundo. Ele estava com o salame na mão e aplicando os movimentos ritimados. O famoso movimento retilíneo uniforme, quase alcançando o clímax de uma bela sessão de sexo quando sumariamente a porta do seu quarto se abre e o pai aparece perguntando:

– O que é que você tá fazendo ai?

– Err.. né nada não pai. To só coçando. Aqui ó.

– Coçando né? Sei…

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Nesse momento o coração do meu amigo estava disparado. Até aquele dia ninguém havia interrompido abruptamente a bronha do cara. Ele sempre fora cuidadoso. Esperava os pais entrarem para o quarto e trancarem a porta e a sua avó dormir. Se ele poderia ser chamado de alguma coisa, seria de cauteloso. Mas não aquele dia.

O meu amigo foi flagrado com o salame na mão e não tinha como se esconder. Uma mera coçadinha não deixaria o membro em estado de prontidão. Fato que seu pai, um malandro da velha guarda, sabia que o seu querido menininho era agora um homem. Um homem punheteiro.